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Brasilianas discute papel da indústria da defesa na economia

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Setor é considerado um dos principais geradores de tecnologia para um país

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Luis Nassif entrevista Ricardo Paes de Barros

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Hoje, no programa Brasilianas.org, apresentador grava com um dos principais especialistas em desigualdade social do país. Clique aqui e mande sua pergunta.

O professor Ricardo Paes de Barros, titular da Cátedra Instituto Ayrton Senna no Insper e coordenador do Núcleo de Pesquisa em Ciências para Educação do Centro de Políticas Públicas – CPP, concede hoje, para o jornalista Luis Nassif, no programa Brasilianas, uma entrevista para abordar sua trajetória nos estudos sobre desenvolvimento social, analisando a metodologia montada para o Bolsa Família e os riscos da crise econômica reverter as conquistas sociais alcançadas nas últimas décadas. Leia mais »

O imediatismo da sociedade e a agenda de longo prazo

O país ainda precisa se apropriar de um plano estruturante que vá além das discussões político-partidárias

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

O imediatismo da mídia afasta da sociedade temas relevantes para o desenvolvimento de uma agenda nacional de longo prazo. O país está institucionalmente mais maduro, mais rico em diagnósticos e soluções, mas ainda precisa se apropriar de um plano estruturante que vá além das discussões político-partidárias.

Se as redes sociais aumentaram a participação no processo democrático, também amplificaram ruídos. Está mais fácil o acesso à informação plural. Mas também à desinformação.

A cobertura da crise econômica, por exemplo, e da retração atual do sistema bancário, não leva em consideração o crescimento histórico do setor nos últimos anos, a maciça popularização do crédito e do consumo.

Tratados pontualmente, esses problemas conjunturais tornam-se sistêmicos. Um retrato de um período é usado para ilustrar toda a história. Leia mais »

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Balanço curto, prazo longo: o curtoprazismo do sistema bancário

As regras de capitalização bancária estão mais rígidas; como as instituições podem entregar mais crédito de longo prazo

 

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

Há na sociedade uma cobrança legítima de que os bancos entreguem mais crédito para projetos de longo prazo. No Brasil, mesmo para o curto prazo as taxas de juros são muito elevadas.

Na medida em que o prazo aumenta, aumenta o risco e aumentam os juros. Daí que se convencionou tocar projetos mais longos via bancos públicos, que têm taxas mais baixas.

No entanto, a demanda por esse crédito é maior do que a oferta. E isso deve se agravar no atual momento de ajuste fiscal. Novamente, se espera dos bancos comerciais privados que sejam capazes de colocar dinheiro no desenvolvimento nacional.

O assunto foi abordado por Rubens Sardenberg, economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), no 65º Fórum de Debates Brasilianas.org. Leia mais »

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Crédito privado para projetos de longo prazo

O ajuste fiscal puxa para baixo a capacidade do BNDES; os bancos comerciais precisam mostrar apetite para o longo prazo

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

De todos os bancos de desenvolvimento que surgiram na América Latina, o único que sobreviveu ao teste do tempo foi o BNDES. De alguma forma, o banco brasileiro se manteve firme enquanto, nos países vizinhos, os seus pares quebravam ou eram vendidos.

Nos últimos anos, o banco estatal cresceu em importância. No auge da crise econômica, foi a atuação anticíclica do BNDES e seu protagonismo na emissão de crédito de longo prazo que manteve vivo o projeto de desenvolvimento.

No entanto, com o ajuste fiscal, a capacidade da instituição também deve ser puxada para baixo. E os bancos privados já estão demonstrando certo apetite para assumir os projetos de longo prazo. Leia mais »

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O papel do Brasil em concretizar investimentos chineses na América Latina

A logística integrada do continente é interessante para a China, mas o Brasil precisa liderar projetos, com André Araújo

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

O governo chinês tem demonstrado bastante interesse na logística integrada da América Latina. Para eles, projetos como o da ferrovia bioceânica, que aqui são tratados como megalomaníacos, são estratégicos e viáveis.

No entanto, o Brasil precisa assumir o seu papel como líder regional e tomar a frente dessas negociações. Até o momento, o Peru tem assumido um protagonismo muito maior do que o nosso.

O assunto foi abordado por André Araújo, consultor da Companhia de Construções Ferroviárias da China para a América Latina, no 64º Fórum de Debates Brasilianas.org.

Ele falou sobre a importância de se resolver essas questões “a nível de governo”, e lembrou que em projetos de infraestrutura de longo prazo o investidor privado precisa de certas garantias.

Também defendeu que certos projetos são viáveis mesmo durante o período de ajuste fiscal, já que os empréstimos seriam feitos por bancos multilaterais e não sairiam do orçamento da União. Leia mais »

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A falta de legado da infraestrutura nacional

A sociedade precisa se apropriar de um projeto de longo prazo, para que os problemas de sempre sejam superados

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

Os problemas de infraestrutura no Brasil não são novos. A fragilidade de ter um sistema totalmente dependente do modal rodoviário é um assunto que sempre vem à tona. Basta um movimento qualquer de alta do preço do petróleo para que o frete fique mais caro e pressione as margens dos produtores.

A solução acaba sendo óbvia. Investir em outros modais, principalmente o ferroviário. O problema é que os investimentos são altos e de longo prazo. Assim, o retorno é questionável. A mídia diz que o modelo escolhido pelo governo gera exposição fiscal. Especialistas do setor dizem que o que gera exposição fiscal é o próprio negócio.

De todo modo, a iniciativa privada não aceita assumir sozinha os riscos. O governo precisa participar com investimentos ou encontrar maneiras de compensar o investidor. E no momento de ajuste fiscal essa possibilidade fica mais distante. Leia mais »

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A necessidade de diversificação na matriz de transportes

A predominância do modal rodoviário, por insuficiência e ou deficiência dos demais modais, encarece muito a produção

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

O custo logístico no Brasil impacta diretamente na competitividade do produto nacional. A predominância do modal rodoviário, por insuficiência e ou deficiência dos demais modais, encarece muito a produção.

Além disso, o país sofre com a assimetria de produzir em determinados centros e consumir ou exportar a partir de outros. Especialmente quando se fala de commodities agrícolas.

O Brasil é um país continental, mas demograficamente ainda possui uma dinâmica costeira. Os estados costeiros representam 84% da população e 85% do PIB.

A região norte e a centro-oeste representam 15% do PIB, 16% da população. E 64% da área do país.

A produção nacional precisa percorrer longas distâncias. E os modais mais interessantes para essa função - a cabotagem na costa e o intermodal fluvial ferroviário no interior – foram historicamente preteridos. Leia mais »

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A crise econômica e os investimentos em infraestrutura

O déficit brasileiro de infraestrutura é enorme. Mas o momento de crise econômica tira do país o horizonte de investimentos

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

Para alguns, essa é a hora de focar no desenvolvimento de projetos. Dessa forma, quando a crise passar o país estará pronto para executar.

Essa é a opinião de Roberto Ravagnani, superintendente regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, que esteve presente no 64º Fórum de Debates Brasilianas.org.

Isso não significa parar totalmente os investimentos. Os custos de manutenção são inadiáveis e algumas obras são estratégicas. Mas é necessário eleger prioridades.

As prioridades na crise

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Brasilianas discute crise atual e o legado de Celso Furtado

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Chegamos a um limite do processo de inclusão social estabelecido pela Constituição de 88?
Encaminhe sua pergunta que poderá ser respondida durante a gravação. Clique Aqui!

Nesta sexta-feira (23) vamos gravar uma nova edição do programa Brasilianas, que irá ao ar na próxima segunda (26), a partir das 23h00, na TV Brasil, reunindo o historiador e professor da Escola de Economia de São Paulo da FGV, Luiz Felipe de Alencastro; o professor da Unicamp e especialista em economia da inovação, André Tosi Furtado e o professor de Direito Econômico e Economia Política da USP, especialista em desenvolvimento, Gilberto Bercovici para fazer um retrato da atual crise econômica e política vivida no Brasil e as saídas em favo do desenvolvimento sustentado. Leia mais »

As prioridades das metrópoles versus o analfabetismo urbanístico

A legislação brasileira para gestão das cidades avançou, mas o senso comum é um adversário formidável

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

Desde a criação do Estatuto e do Ministério das Cidades, o desenvolvimento das metrópoles brasileiras ganhou um direcionamento claro, que pôde se traduzir em Planos Diretores progressistas e inclusivos.

Mesmo assim, a adoção de políticas públicas consonantes com as novas diretrizes tem causado transtornos para os administradores.

Talvez o caso mais emblemático seja o da cidade de São Paulo. Começou com a implantação da faixas de ônibus e ciclofaixas, e persistiu na redução dos limites de velocidade no viário urbano.

Ao adotar essas medidas e fazer cumprir a lei em sua gestão, o prefeito Fernando Haddad passou a ter que lidar com a oposição da mídia, do Ministério Público e em alguns casos do próprio Judiciário.

A literatura técnica é frequentemente ignorada. E o senso comum trava a agenda de desenvolvimento. Leia mais »

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Embrapa quer abrir infraestrutura para iniciativa privada

Ideia é compartilhar estruturas e competências, reduzindo redundâncias e atacando os grandes problemas do agronegócio

Por Luiz de Queiroz

A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) quer abrir sua infraestrutura para os sistemas estaduais e para a iniciativa privada. A proposta faz parte de um plano articulado com o Ministério da Agricultura para solucionar, de uma vez por todas, os problemas do setor.

“Se queremos resolver os problemas do Brasil na agricultura, nós precisamos integrar a pesquisa pública, a indústria, a produção, o fomento e o mercado”, disse Elísio Contini, pesquisador da Secretaria de Inteligência da Embrapa. “Nós temos laboratórios multiuso que queremos abrir para maximizar resultados. Nossa proposta é compartilhar estruturas e competências, reduzindo redundâncias”, afirmou.

Contini esteve presente no 63º Fórum de Debates Brasilianas.org.

Entre as dificuldades que o setor ainda enfrenta, ele mencionou o Greening de citros, a doença mais destrutiva para as lavouras de laranja. “É uma cadeia de US$ 10 bilhões. Nós temos que resolver essa questão”. Leia mais »

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Crédito e financiamentos para o agronegócio

Alta do dólar é positiva, mas gera custos no plantio que aumentam necessidade de linhas de crédito

Por Luiz de Queiroz

O câmbio atual é positivo para o agronegócio. Com o dólar em alta, o produtor ganha mais na exportação. O problema é que alguns insumos essenciais, como fertilizantes e defensivos agrícolas, também são cotados em dólar. Isso gera um momento de custo, que aumenta a necessidade de capital de giro e acesso a linhas de crédito para viabilizar economicamente a safra.

O assunto foi tema de discussão no 63º Fórum de Debates Brasilianas.org.

De acordo com José Carlos O’Farrill, diretor da Agropecuária Pessina e sócio da MB Agro Consultoria, a desvalorização do Real garante a retomada da rentabilidade para os agricultores. “Mas antes de ter essa safra, eles têm que plantar. Nós estimamos um aumento de custos de 15%, que cria uma necessidade maior de capital, em um momento que há maior restrição para financiamentos”, disse. Leia mais »

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Câmbio: a faca de dois gumes do agronegócio

A depender da condição de endividamento das empresas do setor, o câmbio pode ser tanto um vilão quanto um herói

Por Luiz de Queiroz

Até 2020, o Brasil deve ser o maior exportador de alimentos do mundo. As condições gerais (geografia e clima) favorecem a produção nacional. Além disso, a disponibilidade de terras oferece ao país uma possibilidade de expansão que os principais concorrentes já não dispõem.

O momento atual é de cautela e atenção ao mercado global. A noção de que o dólar em alta favorece a exportação é verdadeira, mas a depender da condição de endividamento das empresas do setor, o câmbio pode ser tanto um vilão quanto um herói.

O assunto foi tema de debate no 63º Fórum de Debates Brasilianas.org.

A concentração do agronegócio

A oferta mundial do agronegócio é muito restrita. Para se ter ideia, 86% das exportações de soja do mundo são feitas por apenas três países: Brasil, Argentina e Estados Unidos. Leia mais »

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O déficit de infraestrutura e o desafio logístico do agronegócio

O escoamento da produção brasileira sofre desde o deslocamento rodoviário e ferroviário até o embarque nos portos

Por Luiz de Queiroz

A infraestrutura e a logística para o escoamento da lavoura são alguns dos principais desafios do agronegócio nacional. Os aumentos de produção nas regiões norte, nordeste e centro-oeste são positivos, mas evidenciam ainda mais os gargalos de transportes, seja no sobrecarregado modal rodoviário, seja na insuficiente malha ferroviária.

Quando as cargas chegam aos portos, então, a situação é ainda mais grave. Não importa se soja ou milho, as exportações do centro-oeste, norte e nordeste são feitas majoritariamente a partir de portos no sul e sudeste. Isso causa uma série de problemas, a começar pelo esgotamento da capacidade dos portos, que vai dar até na paralisação de lavouras para não produzir prejuízo.

O assunto foi tema de discussão no 63º Fórum de Debates Brasilianas.org.

O escoamento do agronegócio de norte a sul Leia mais »

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