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Alternativas econômicas para retomar crescimento é tema do Brasilianas

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Programa avalia cenários possíveis para o próximo ano e o impacto das políticas cambiais
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O impacto do câmbio e dos juros sobre o desenvolvimento econômico do país, análise do modelo econômico para o desenvolvimento praticado nos últimos governos e os cenários econômicos possíveis para 2017 serão os temas tratados no programa Brasilianas desta segunda (09), a partir das 11h da noite, na TV Brasil. Leia mais »

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Conjuntura política, é o tema do Brasilianas desta segunda

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Os impactos da saída do PMDB da base aliada, com uma análise das propostas econômicas peemedebistas - consolidadas na carta Uma Ponte para o Futuro

Governo necessita como nunca dialogar com Congresso, tanto para evitar o impeachment, quanto para estabilizar economia. 

Os próximos dias serão cruciais para o futuro do governo de Dilma Rouseff. Começando pela próxima terça-feira (29), quando membros do PMDB se reunirão para decidir quem ficará e quem deixará oficialmente a gestão petista. O PMDB é o principal partido de apoio ao PT, hoje com 7 ministérios do governo, além da vice-presidência com Michel Temer.

É nessa semana também que os ministros do Supremo Tribunal Federal deverão decidir se revogam ou não a decisão do ministro Gilmar Mendes, tomada há mais de uma semana, suspendendo a posse de Lula como ministro da Casa Civil. Leia mais »

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Luiz Felipe de Alencastro é o entrevistado do Brasilianas.org

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Historiador e cientista político analisa quadro da atual crise política e institucional

Brasilianas.org - O programa Brasilianas.org entrevista hoje o historiador e cientista político Luiz Felipe de Alencastro. Aos 20 anos, na década de 1970, Alencastro ganhou uma bolsa de estudos e se mudou para a França. Sua decisão de sair do Brasil também foi pautada pela perseguição do regime militar que o fez responder diversos inquéritos policias militares, quando ainda estudava na Universidade de Brasília.

Alencastro viveu na França por 37 anos, onde se formou em história e ciências políticas e fez doutorado em história contemporânea. Hoje tem livre docência em história econômica pela Unicamp, é professor de uma das principais universidades do mundo, a Paris-Sorbone, e também do instituto de economia da Fundação Getúlio Vargas. Leia mais »

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Balanço da economia em 2015 e perspectivas para 2016

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Hoje, na TV Brasil, Luis Nassif grava edição sobre os acontecimentos econômicos do país e avaliações do que esperar para 2016. Clique aqui e participe com suas perguntas.

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Hoje, no Brasilianas.org, Luis Nassif recebe Delfim Netto

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Economista avalia atual conjuntura política e econômica e faz um balanço das últimas conquistas sociais

O programa Brasilianas.org exibe nesta segunda (14), a partir das 23h, na TV Brasil, entrevista especial com o ex-ministro, político e professor emérito da Faculdade de Economia da USP, Antônio Delfim Netto que recebeu nossa equipe e o apresentador Luís Nassif em seu escritório, no bairro Pacaembu, em São Paulo.

Considerado um dos principais analistas de macroeconomia do Brasil, Delfim faz um balanço da atual crise política, aponta saídas para a crise econômica, os riscos da desvinculação orçamentária, os limites do ajuste fiscal, as mudanças estruturais que o país necessita, os impactos da Operação Lava jato sobre o setor produtivo brasileiro e a qualidade das instituições democráticas no país. Não perca! É nesta segunda (14), às 23h, na TV Brasil. Leia mais »

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O imediatismo da sociedade e a agenda de longo prazo

O país ainda precisa se apropriar de um plano estruturante que vá além das discussões político-partidárias

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

O imediatismo da mídia afasta da sociedade temas relevantes para o desenvolvimento de uma agenda nacional de longo prazo. O país está institucionalmente mais maduro, mais rico em diagnósticos e soluções, mas ainda precisa se apropriar de um plano estruturante que vá além das discussões político-partidárias.

Se as redes sociais aumentaram a participação no processo democrático, também amplificaram ruídos. Está mais fácil o acesso à informação plural. Mas também à desinformação.

A cobertura da crise econômica, por exemplo, e da retração atual do sistema bancário, não leva em consideração o crescimento histórico do setor nos últimos anos, a maciça popularização do crédito e do consumo.

Tratados pontualmente, esses problemas conjunturais tornam-se sistêmicos. Um retrato de um período é usado para ilustrar toda a história. Leia mais »

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Balanço curto, prazo longo: o curtoprazismo do sistema bancário

As regras de capitalização bancária estão mais rígidas; como as instituições podem entregar mais crédito de longo prazo

 

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

Há na sociedade uma cobrança legítima de que os bancos entreguem mais crédito para projetos de longo prazo. No Brasil, mesmo para o curto prazo as taxas de juros são muito elevadas.

Na medida em que o prazo aumenta, aumenta o risco e aumentam os juros. Daí que se convencionou tocar projetos mais longos via bancos públicos, que têm taxas mais baixas.

No entanto, a demanda por esse crédito é maior do que a oferta. E isso deve se agravar no atual momento de ajuste fiscal. Novamente, se espera dos bancos comerciais privados que sejam capazes de colocar dinheiro no desenvolvimento nacional.

O assunto foi abordado por Rubens Sardenberg, economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), no 65º Fórum de Debates Brasilianas.org. Leia mais »

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Crédito privado para projetos de longo prazo

O ajuste fiscal puxa para baixo a capacidade do BNDES; os bancos comerciais precisam mostrar apetite para o longo prazo

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

De todos os bancos de desenvolvimento que surgiram na América Latina, o único que sobreviveu ao teste do tempo foi o BNDES. De alguma forma, o banco brasileiro se manteve firme enquanto, nos países vizinhos, os seus pares quebravam ou eram vendidos.

Nos últimos anos, o banco estatal cresceu em importância. No auge da crise econômica, foi a atuação anticíclica do BNDES e seu protagonismo na emissão de crédito de longo prazo que manteve vivo o projeto de desenvolvimento.

No entanto, com o ajuste fiscal, a capacidade da instituição também deve ser puxada para baixo. E os bancos privados já estão demonstrando certo apetite para assumir os projetos de longo prazo. Leia mais »

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‘Dinheiro de pobre’: a inclusão social no sistema financeiro

O acesso popular a banco e crédito foi tratado como política pública, mas a desigualdade continua a crescer

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

A desigualdade social no Brasil pode ser observada a partir da interação dos cidadãos com o sistema bancário. Terminada a era neoliberal, o país entrou em um período social-desenvolvimentista no qual o acesso popular a banco e crédito foi tratado como política pública.

Apesar de o país ter um número muito restrito de pessoas concentrando a maior parte dos recursos financeiros, os bancos que se prestaram a atender apenas a essa elite não conseguiram competir.

Nos últimos anos, o market share dos bancos estatais cresceu, enquanto que o dos bancos privados diminuiu. Além disso, bancos nacionais compraram estrangeiros, que não enxergaram as oportunidades de negócios na mobilidade social no Brasil. Leia mais »

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Os bancos estatais e a agenda nacional

É possível aumentar prazos para financiamento e estreitar as margens, mas os bancos precisam obedecer a uma agenda comum

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

No atual momento de ajuste fiscal, muito se fala sobre a redução da oferta de crédito dos bancos privados. Paralelamente, critica-se a atuação anticíclica dos bancos estatais.

Alguns especialistas acreditam que essa atuação foi justamente o que fez com que o Brasil passasse sem grandes problemas pelo momento mais grave da crise financeira mundial.

Outros entendem que, pelo volume de reservas que o país dispunha à época, a crise teria sido superada de uma maneira ou de outra.

O assunto foi abordado por Roberto Luís Troster, diretor da Troster Associados e ex-economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), no 65º Fórum de Debates Brasilianas.org. Leia mais »

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A crise econômica e os investimentos em infraestrutura

O déficit brasileiro de infraestrutura é enorme. Mas o momento de crise econômica tira do país o horizonte de investimentos

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

Para alguns, essa é a hora de focar no desenvolvimento de projetos. Dessa forma, quando a crise passar o país estará pronto para executar.

Essa é a opinião de Roberto Ravagnani, superintendente regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, que esteve presente no 64º Fórum de Debates Brasilianas.org.

Isso não significa parar totalmente os investimentos. Os custos de manutenção são inadiáveis e algumas obras são estratégicas. Mas é necessário eleger prioridades.

As prioridades na crise

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O agronegócio e o comércio mundial

A importância do setor para o País, na composição do PIB e da balança comercial, não pode ser subestimada

Por Luiz de Queiroz

A vocação brasileira para o agronegócio é muito criticada por outros setores, de bens manufaturados e industrializados, que temem que o país esteja condenado a ser um eterno exportador de commodities.

Mas sua importância é enorme e não pode ser ignorada. Em 2014, o Produto Interno Bruto do agronegócio foi de R$ 1,178 trilhão, 21,3% do total. Apenas a pecuária registrou R$ 378,3 bilhões de PIB. E a agricultura outros R$ 800,6 bilhões.

Além disso, o setor é fundamental para reduzir o déficit da balança comercial.

Em 2014, o agronegócio teve um superávit de US$ 80,13 bilhões na balança comercial. Os demais setores tiveram déficit de US$ 84,09 bilhões. O Brasil ainda ficou deficitário em US$ 3,96 bilhões, mas sem o agronegócio o resultado teria sido muito pior, acreditam especialistas presentes no 63º Fórum de Debates Brasilianas.org. Leia mais »

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O peso da economia nas costas das pequenas empresas

Por Luiz de Queiroz

De 2013 para 2014, as micro e pequenas empresas geraram mais de 3,5 milhões de empregos

As micro e pequenas empresas têm papel fundamental no desenvolvimento nacional. De acordo com dados da Secretaria da Micro e Pequena Empresa (SMPE), elas representam 95% do universo empresarial brasileiro, respondem por 27% do Produto Interno Bruto (PIB), garantem 52% dos empregos e pagam 40% da massa salarial.

Sua importância é ainda maior nesse momento de crise econômica. De 2013 para 2014, as micro e pequenas empresas geraram mais de 3,5 milhões de empregos, enquanto que as médias e grandes extinguiram 263 mil postos de trabalho.

A comparação entre o primeiro semestre de 2014 e o mesmo período de 2015 é ainda mais grave. As micro e pequenas empresas geraram 116 mil empregos, enquanto as médias e grandes extinguiram 476 mil postos. Leia mais »

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As políticas fiscal e monetária: uma conta que não fecha

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Brasilianas.org discute política econômica e suas consequências na estabilidade

A política econômica é a intervenção do governo sobre a economia com o objetivo de manter alto o nível de emprego e as taxas de crescimento, evitando uma inflação exagerada. Esse trabalho se desdobra em dois eixos chamados de política fiscal e política monetária.

Na política econômica fiscal o governo gerencia e estabelece a arrecadação de impostos administrando, através desses recursos, os seus gastos. Já na política monetária há um controle da emissão de moedas e definição de juros, através do Banco Central, que também regulamenta outras atividades do setor bancário. Leia mais »

A defesa nacional e a nova geopolítica mundial

Por Luiz de Queiroz

A indústria brasileira de defesa passa por uma profunda reformulação. Depois de um período de investimentos nas décadas de 60, 70 e 80, quando o Brasil procurou desenvolver sua própria tecnologia militar, a base industrial de defesa foi esvaziada nos anos 90 e 2000. O fim da Guerra Fria acabou com a dinâmica produtiva e derrubou as exportações ao ponto de desmanchar a cadeia de valor.

Agora, com maior protagonismo internacional, o País ensaia uma retomada. As Forças Armadas, notadamente a Marinha e a Aeronáutica, têm projetos em andamento para absorver tecnologia estrangeira. Note-se o desenvolvimento do submarino de propulsão nuclear do Prosub e do caça supersônico Gripen NG.

A visão estratégica desses investimentos foi tema de discussão no 59º Fórum de Debates Brasilianas.org. Leia mais »

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