Revitalização dos centros antigos: toda vida importa?

Os centros das cidades brasileiras estão degradados, mas políticas de revitalização parecem ignorar que há vida lá

Luiz de Queiroz

Diferentes cidades brasileiras enfrentam problemas muito parecidos no que diz respeito ao abandono de seus centros antigos. Não é que essas áreas estejam vazias. Degradadas, elas ainda têm importância fundamental para populações mais pobres. O poder público, no entanto, e a iniciativa privada precisam retomar o interesse nessas regiões.

A questão não é propriamente nova. Ações ditas de “revitalização urbana” estão na pauta nacional desde o final da década de 60. As prefeituras de Recife e Salvador foram pioneiras. Mas frequentemente esses projetos sofrem com a falta de continuidade, orçamento e estrutura.

O assunto foi tema de discussão no 66º Fórum de Debates Brasilianas.org.

Os instrumentos utilizados para revitalização no Brasil Leia mais »

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Um sonho possível: A gestão suprapartidária das cidades

Na administração pública, é necessário continuidade; o poder político passa, mas o corpo técnico tem que ser mantido

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

Depois de anos de disputa ideológica e partidária, o Brasil está amadurecendo na gestão das cidades. O Estatuto das Cidades é política pública recente, de 2001. O próprio Ministério das Cidades foi criado apenas em 2003. Junto com a Política Nacional de Mobilidade Urbana, de 2012, o país finalmente tem instrumentos para elaborar planos continuados de desenvolvimento urbano. O importante é que a visão estruturante não se perca no momento em que o poder político trocar de mãos.

A cidade de São Paulo é um bom exemplo. A elaboração de um projeto macro urbanístico (o Plano Diretor), apoiado por uma série de projetos específicos e localizados (Arco do Futuro, Arco Tietê, Operação Urbana Água Branca, Operação Urbana Água Espraiada, entre outros), dá à cidade a visão de longo prazo que faltava para orientar a gestão, independentemente da inclinação político-partidária do administrador eleito. Leia mais »

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A urbanização patrimonialista e o apartheid social

As cidades no capitalismo são o antagonismo entre os interesses do mercado e a sociedade civil

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

As cidades brasileiras vivem um momento de necessárias transformações. O modelo europeu de Estado de bem estar social tenta se impor sobre a lógica patrimonialista, que mantém a propriedade privada como valor central da sociedade.

A criação do Estatuto das Cidades e do Ministério das Cidades foram os primeiros passos. E, enquanto ainda surgem Planos Diretores alinhados com os interesses do capital, prefeitos progressistas também conseguem criar agendas desenvolvimentistas.

O Plano Nacional de Mobilidade Urbana lastreou em lei federal a priorização ao transporte público em detrimento do motorizado individual.

As questões de uso e ocupação do solo também entraram na ordem do dia. E a demarcação de terras de interesse social, política adotada em algumas regiões, busca criar caminhos para reduzir o déficit habitacional. Leia mais »

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As mudanças de paradigmas na gestão das cidades

Em palestra, Fernando Haddad fala sobre mobilidade, uso e ocupação do solo, educação, política e comportamento

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, esteve presente no 66º Fórum de Debates Brasilianas.org, evento promovido pelo jornalista Luis Nassif para discutir a agenda de desenvolvimento nacional.

Nessa edição, eles falaram sobre como preparar as metrópoles para serem cidades inclusivas, democráticas e humanas. Haddad abordou temas como mobilidade, uso e ocupação do solo, educação, política e comportamento.

“Como 12 milhões de pessoas - 22 milhões se contarmos a área metropolitana - podem aprender a conviver?”, questionou o prefeito da maior cidade da América Latina.

E falou sobre seus esforços para democratizar o viário urbano e demarcar terras para populações mais pobres. “Quanto menos misturados os distritos, os bairros, mais disfuncional vai ser a cidade”, defendeu. Leia mais »

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A gestão Haddad e a mudança de paradigmas

Para o prefeito, se não for para testar hipóteses e correr riscos, não há porque seguir a política

Por Luis Nassif

Nas últimas semanas, a gestão de Fernando Haddad, na prefeitura de São Paulo, foi objeto de reportagens elogiosas no Wall Street Journal, no New York Times e em evento da prefeitura de Paris.

Ontem, no Seminário Brasilianas "Cidades Saudáveis", Haddad explicou sua gestão.

O grande desafio das grandes cidades será trabalhar em mudanças comportamentais e quebras de paradigmas. “Até 50 anos atrás, ninguém imaginaria conglomerados urbanos com mais de 10 milhões de habitantes. Hoje, existem dezenas delas, exigindo uma nova ciência. Será necessária uma quebra de paradigmas. A maneira como os americanos conceberam, cidades e subúrbios não vai prevalecer por questão material: a menos que inventem carros que voam”. Leia mais »

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Serviços das empresas juniores custam 10% do que é ofertado no mercado

Por Lilian Milena

Principais clientes são pessoas comuns e pequenas empresas. Em 25 anos, as empresas juniores formaram 11 mil universitários empreendedores

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Brasil tem mais patentes em setores que vendem para o Estado

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O custo da extração no pré-sal e o verdadeiro valor da Petrobras

Como uma empresa com mais de R$ 1 trilhão em ativos tem valor de mercado de apenas R$ 120 bilhões?

Por Luiz de Queiroz

Um dos argumentos mais utilizados para colocar em dúvida o futuro da Petrobras e da produção de petróleo no Brasil é que o custo de extração é muito alto. Há quem vá além e seja capaz de garantir que com a queda do preço do barril no mercado internacional a exploração do pré-sal se torna simplesmente inviável.

Essa conta falha em considerar a inovação tecnológica e a melhora recorrente de produtividade do pré-sal em contraste com o inevitável declínio dos poços de terra e pós-sal. E parece ignorar, deliberadamente, os grandes volumes de barris recuperáveis já comprovados e ainda por descobrir.

O assunto foi tema de discussão no 57º Fórum de Debates Brasilianas.org. Leia mais »

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Petrobras em crise e cadeia de fornecedores ameaçada

Sérgio Bacci: Não dá para meia dúzia de malfeitores fazerem o que fizeram e toda a indústria nacional ser levada junto

Por Luiz de Queiroz

A Operação Lava Jato está impactando diretamente a indústria naval brasileira. Ao colocar a Petrobras no centro da investigação toda a cadeia de fornecedores foi atingida. O assunto foi tema de debate no 57º Fórum de Debates Brasilianas.org.

Para o vice-presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), Sérgio Bacci, o governo brasileiro, o Congresso Nacional e a sociedade precisam buscar acordos de leniência para proteger a indústria. “Não dá para meia dúzia de malfeitores fazerem o que fizeram e toda a indústria nacional ser levada junto”, disse. Leia mais »

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Três propostas para o Brasil alcançar Top-10 de medalhistas olímpicos

Por Lilian Milena

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Modernização na saúde requer mais PPPs, defende Vecina Neto

Por Lilian Milena

Ciência e tecnologia estão na base da história de medicina, mas, ironicamente poucos hospitais públicos no país possuem hoje um sistema de tecnologia de informação eficiente para administrar seus recursos. A introdução de ferramentas da tecnologia da informação é compreendida hoje como fundamental para que a rede pública de saúde consiga dar saltos de eficiência, segundo o ex-presidente da ANVISA-Agência Nacional de Vigilância Sanitária e atual superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês, Gonzalo Vecina Neto, que participou do Fórum Brasilianas.org - A indústria de saúde, realizado em São Paulo. Leia mais »

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Modernização na saúde requer mais PPPs, defende Vecina Neto

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Ciência e tecnologia estão na base da história de medicina, mas, ironicamente poucos hospitais públicos no país possuem hoje um sistema de tecnologia de informação eficiente para administrar seus recursos. A introdução de ferramentas da tecnologia da informação é compreendida hoje como fundamental para que a rede pública de saúde consiga dar saltos de eficiência, segundo o ex-presidente da ANVISA-Agência Nacional de Vigilância Sanitária e atual superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês, Gonzalo Vecina Neto, que participou do Fórum Brasilianas.org - A indústria de saúde, realizado em São Paulo. Leia mais »

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Fórum discute gestão do esporte e legados da Copa e Olimpíadas

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O Brasil traz na bagagem inúmeras conquistas em diversas modalidades, mas não consegue organizar um modelo eficiente e profissional do esporte. Para compreendermos os erros e acertos na gestão de empreendimentos no setor esportivo, o Brasilianas.org realizará dia 02 de dezembro, em São Paulo, o Fórum “O país do esporte”. Como o Brasil se prepara para aproveitar o legado social das estruturas que construiu na Copa do Mundo de 2014 e das estruturas que vão receber os Jogos Olímpicos de 2016? Como incentivar outras modalidades esportivas, além do futebol?

Essas são algumas das questões que o evento pretende avaliar com a participação confirmada do diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento do Esporte, Gustavo Maia; do diretor-executivo do Bom Senso F.C., Ricardo Borges Martins e do sociólogo alemão do Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre Esporte e Sociedade da Universidade Federal Fluminense, que acompanhou a seleção da Alemanha durante toda a Copa, Martin Curi.
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Fórum avalia esforços para a pesquisa e inovação no Brasil

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Segundo a última Pesquisa de Inovação (Pintec) divulgada pelo IBGE, referente ao ano de 2011, a taxa de inovação das empresas brasileiras é de 35,7%, representando uma queda de desempenho de 2,3% em relação aos resultados da Pintec 2008. São Paulo se destaca em relação ao resto do país com gastos públicos e privados com pesquisa e desenvolvimento (P&D) igual a 1,6% do seu Produto Interno Bruto, enquanto que o Brasil todo investe em inovação o equivalente a 1,2% do PIB. Entretanto o estado está longe de alcançar a produção de patentes de outros países mais inovadores. Em São Paulo para cada mil pesquisadores empregados por empresas, são gerados apenas cinco patentes no Inpi e 1,9 no Unitad States Patent and Trademark Office (USPTO). Na Coreia do Sul, cada mil pesquisadores de empresas gera 333 patentes no país e 41 nos Estados Unidos e no Reino Unido, as taxas são de 29 patentes locais e 36 no USPTO. Leia mais »

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