Como o presidente da Mercedes errou e culpou o Brasil

Por Luis Nassif
 
Observador atento e experiente do universo industrial, o economista Antônio Correa de Lacerda sustenta que o Brasil não perdeu atratividade do ponto de vista do investimento produtivo. Sua análise foi desenvolvida em palestra no 60o Forum Brasilianas, sobre a indústria.
 
O fluxo de investimento direto estrangeiro continua muito forte, entre US$ 60 a US$ 65 bi a cada ano. O Brasil permanece um dos cinco maiores absorvedores de investimento.
 
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"A questão é: o que esses caras estão vendo que nós não vemos?", indaga ele.
 
O último relatório da UNCTAD sobre investimentos globais mostra o Brasil em quarto lugar. Não se trata do passado, mas do futuro. Na pesquisa prospectiva - sobre os países que as multinacionais irão investir nos próximos anos - o Brasil continua em 4o lugar.
 
Para Lacerda, parte dessa visão distorcida se deve à cobertura da imprensa, que reflete muito mais torcida que análise.
 
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Os desafios da segurança pública

Caminho é a construção conjunta de políticas na área, juntando polícias, estudiosos e comunidades; por Luis Nassif

Duas grandes conclusões perpassaram o 58o Fórum Brasilianas, que versou sobre a segurança pública nas grandes cidades.

O primeiro, a falta de dados estatísticos e de transparência dos órgãos de segurança.

O segundo, a exigência cada vez maior de uma abordagem integrada sobre o tema, envolvendo secretarias de diversas áreas.

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Especialista em informática e em estatísticas de segurança, Coordenador de Ciência, Tecnologia e Inovação da cidade de Fortaleza, João José Vasco Peixoto Furtado consegue montar mapas detalhados de cada cidade norte-americana, cruzando dados policiais georreferenciados com dados de mobilidade urbana, saúde, educação, meramente utilizando o Google. Mas não consegue montar nada similar em nenhuma cidade brasileira, dado a precariedade dos dados. Leia mais »

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Fórum discutirá os desafios da segurança pública nas grandes cidades

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Os desafios de segurança nas grandes cidades brasileiras estão ligados a proposta de um novo conceito de segurança pública, onde o centro é o cidadão e não mais o patrimônio. Para discutir a complexidade desse tema e as saídas possíveis para que o país reduza seus índices de homicídios e melhore o sentimento de segurança nos ambientes urbanos, a Agência Dinheiro Vivo realizará, dia 23 de abril, o 58º Fórum Brasilianas.org com a participação de especialistas sobre tecnologia, geração e aproveitamento de dados sobre segurança pública, mapeamento de crimes e do papel das forças policiais. Não perca!

Consulte a programação abaixo e inscreva-se, ligando para 0800 169966 (ramal 23 e 24) ou mandando um e-mail para [email protected]

Programação

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Solar fotovoltaica e a mudança de paradigma do setor elétrico

Com as novas tecnologias, o consumidor tem a possibilidade de gerar a própria energia e reduzir substancialmente a conta

Por Luiz de Queiroz

A geração distribuída é um dos temas que melhor representam a mudança no paradigma do setor elétrico. Com as novas tecnologias, especialmente a solar fotovoltaica, o consumidor tem a possibilidade de gerar a própria energia e reduzir substancialmente a conta de luz.

Ainda estamos longe, no entanto, de aproveitar todo o potencial dessa fonte. Até o momento, a capacidade instalada no Brasil é de apenas 15 MW (megawatt). São 307 empreendimentos em operação. Mas o potencial é inestimável. Podem ser milhares, milhões. Tantos quanto houver telhados.

Essa foi a opinião expressada por Marcio Severi, diretor institucional da CPFL Renováveis, no 56º Fórum de Debates Brasilianas.org. Leia mais »

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Energia eólica já é uma realidade

País ainda está discutindo vantagens e desvantagens, mas não perde mais tempo e os investimentos já saíram do papel

Por Luiz de Queiroz

Ainda estão sendo realizadas discussões sobre a viabilidade técnica, vantagens e desvantagens da energia eólica. Mas o governo não vai perder mais tempo e o Brasil já começou a investir na fonte.

Em 2012, com 2,5 gigawatts (GW) o país era o 15º colocado no ranking mundial de geração elétrica com a força dos ventos. Em 2013, com 3,4 GW, saltou para a 13ª posição. Em 2014, com 5,9 GW, passou a ocupar o 10º lugar.

Os números foram apresentados pela presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Elbia Gannoum, no 56º Fórum de Debates Brasilianas.org.

De acordo com ela, o ritmo de investimentos foi tão intenso que o Brasil foi o 4º país do mundo que mais aumentou sua capacidade instalada. Em 2014 foram 2,5 GW novos. Em 2013 tinham sido 0,95. Em 2012 1,08 GW. Leia mais »

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Energia: dá pra viver de vento?

Começamos tarde, estamos atrás dos principais países do mundo e ainda precisamos decidir se esse é o caminho correto

Por Luiz de Queiroz

Nos últimos anos, o Brasil vem empreendendo esforços para aumentar a diversificação da matriz elétrica com fontes renováveis não hidráulicas. Entre 2008 e 2012, elas cresceram a uma taxa de 18,5% ao ano e passaram de 20 para 40 terawatt-hora (TWh).

Foi um crescimento maior do que os 5,9% ao ano dos Estados Unidos, por exemplo. Ou do que os 13,2% da Alemanha. Ainda assim, é preciso levar em conta que os dois países geram muito mais por fontes alternativas do que nós. Nesse período, o crescimento dos EUA os levou de 135 para 230 TWh. E o da Alemanha foi de 70 para 120 TWh.

Esses números foram discutidos no 56º Fórum de Debates Brasilianas.org, apresentados pelo professor titular do Programa Interdisciplinar de Planejamento Energético da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Paulo Barbosa. Leia mais »

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Setor elétrico vai ficar cada vez mais complexo

Fontes alternativas aumentam a intermitência; flexibilidade do sistema determina o teto de participação das renováveis

Por Luiz de Queiroz

Nos últimos anos, o setor energético brasileiro vem passando por profundas reformulações. Estamos em um momento que os especialistas chamam de “transição hidrotérmica”. Durante a maior parte da nossa história, dependemos da produção hidrelétrica para suprir a demanda por eletricidade. Agora, com um modelo de licenciamento ambiental mais rígido - que limita as capacidades dos reservatórios de novos projetos para evitar o alagamento de grandes áreas - e com a escassez de água, precisamos contar com novas formas de geração de energia.

O apagão de 2001 colocou uma pedra sobre as candidaturas tucanas à presidência. Para não acabar do mesmo jeito, os governos petistas apostaram na geração térmica. A lógica era simples: quando faltasse água, essas usinas entrariam em operação e garantiriam a continuidade do fornecimento. Leia mais »

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Entrada de eólica gera novas necessidades ao Sistema Elétrico Nacional

Unicamp faz parceria com Princeton para desenvolver modelo computacional capaz de acompanhar a complexidade do parque energético

Por Lilian Milena

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Os riscos reais no setor elétrico

Especialista aponta os fatores conjunturais e estruturais que colocam sistema em estado de alerta

Por Lilian Milena

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Fórum discute exploração eficiente de energias renováveis

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A necessidade de ampliar o parque gerador elétrico brasileiro é uma constante, que deve acompanhar o crescimento do país, respondendo a demanda de forma segura. Por isso se fala tanto da necessidade de haver um bom planejamento capaz de evitar a sobrecarga do sistema elétrico. Nesse setor é necessário pensar, ainda, formas de produção baratas, reduzindo os custos dos insumos na produção industrial, o que pode ser conseguido com novas tecnologias e aumento da eficiência na produção e distribuição da energia. Quer saber mais sobre o tema? Então inscreva-se e participe do 56º Fórum de Debates Brasilianas.org - A exploração das fontes renováveis sob a perspectiva das novas tecnologias, que será realizado dia 04 de março, em São Paulo.

O evento contará com a participação do presidente do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp; do diretor-geral do Instituto Nacional de Eficiência Energética (INEE), Jayme Buarque de Hollanda; da líder de Estudos do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), Ceres Cavalcanti e do chefe-geral da Embrapa Agroenergia, Manoel Teixeira Souza Júnior.
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País precisa se rearticular para enfrentar avanço de doenças modernas

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A inovação na gestão da saúde é um desafio que não pode ser enfrentando sem uma visão abrangente das doenças modernas. “Estamos assistindo a um aumento acelerado da diabetes, da obesidade, hipertensão, doenças psiquiátricas com alta prevalência. Hoje temos a violência interpessoal e o tráfico em níveis epidêmicos, além da violência doméstica em níveis inaceitáveis para um país como o nosso”, observou Michele Caputo Neto, presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais da Saúde (CONASS) e convidado para 53º o Fórum de Debates Brasilianas.org - Indústria da Saúde, realizado em São Paulo.

Apesar do cenário preocupante, Caputo Neto reconheceu os avanços do país em relação aos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, programa de oito metas para serem alcançadas até 2015, lançado pela Organização das Nações Unidas (ONU), onde três são diretamente ligadas à saúde: a mortalidade infantil; mortalidade materna e combater o HIV/Aids, a malária e outras doenças. Leia mais »

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País precisa se rearticular para enfrentar avanço de doenças modernas

Por Lilian Milena

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Cultura Criativa: A economia do século XXI

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Segundo dados da ONU, a economia criativa é um setor estratégico responsável por 10% do PIB mundial. Resumidamente é um setor que não se produz com matérias-primas perecíveis, mas sim com valores intangíveis como criatividade e conhecimento. No Brasil, o segmento começou a se destacar em 2004 graças à visão do diplomata Rubens Ricupero, um defensor da economia criativa como estratégia de desenvolvimento.

O conceito “Economia Criativa” parte da diversidade cultural e ao mesmo tempo pensa na sustentabilidade ambiental e social. Os serviços que compõem o setor são: moda, design, TV, vídeo, rádio, cinema, fotografia, arquitetura, artes visuais, gastronomia, teatro, editoração, propaganda, artesanato, música e dança. Todo esse conjunto compõe uma grande economia. Leia mais »