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Brasilianas discute humanização das metrópoles através da urbanização

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Como reverter os desequilíbrios históricos articulando as forças dos poderes político, econômico e social?

Participe do programa, mandando perguntas que poderão ser respondidas durante a gravação. Clique aqui.

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A necessidade de diversificação na matriz de transportes

A predominância do modal rodoviário, por insuficiência e ou deficiência dos demais modais, encarece muito a produção

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

O custo logístico no Brasil impacta diretamente na competitividade do produto nacional. A predominância do modal rodoviário, por insuficiência e ou deficiência dos demais modais, encarece muito a produção.

Além disso, o país sofre com a assimetria de produzir em determinados centros e consumir ou exportar a partir de outros. Especialmente quando se fala de commodities agrícolas.

O Brasil é um país continental, mas demograficamente ainda possui uma dinâmica costeira. Os estados costeiros representam 84% da população e 85% do PIB.

A região norte e a centro-oeste representam 15% do PIB, 16% da população. E 64% da área do país.

A produção nacional precisa percorrer longas distâncias. E os modais mais interessantes para essa função - a cabotagem na costa e o intermodal fluvial ferroviário no interior – foram historicamente preteridos. Leia mais »

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A crise econômica e os investimentos em infraestrutura

O déficit brasileiro de infraestrutura é enorme. Mas o momento de crise econômica tira do país o horizonte de investimentos

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

Para alguns, essa é a hora de focar no desenvolvimento de projetos. Dessa forma, quando a crise passar o país estará pronto para executar.

Essa é a opinião de Roberto Ravagnani, superintendente regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, que esteve presente no 64º Fórum de Debates Brasilianas.org.

Isso não significa parar totalmente os investimentos. Os custos de manutenção são inadiáveis e algumas obras são estratégicas. Mas é necessário eleger prioridades.

As prioridades na crise

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Um sonho possível: A gestão suprapartidária das cidades

Na administração pública, é necessário continuidade; o poder político passa, mas o corpo técnico tem que ser mantido

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

Depois de anos de disputa ideológica e partidária, o Brasil está amadurecendo na gestão das cidades. O Estatuto das Cidades é política pública recente, de 2001. O próprio Ministério das Cidades foi criado apenas em 2003. Junto com a Política Nacional de Mobilidade Urbana, de 2012, o país finalmente tem instrumentos para elaborar planos continuados de desenvolvimento urbano. O importante é que a visão estruturante não se perca no momento em que o poder político trocar de mãos.

A cidade de São Paulo é um bom exemplo. A elaboração de um projeto macro urbanístico (o Plano Diretor), apoiado por uma série de projetos específicos e localizados (Arco do Futuro, Arco Tietê, Operação Urbana Água Branca, Operação Urbana Água Espraiada, entre outros), dá à cidade a visão de longo prazo que faltava para orientar a gestão, independentemente da inclinação político-partidária do administrador eleito. Leia mais »

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A reconstrução do domínio público

Os investimentos no viário urbano vêm sendo substituídos por políticas que operam nas formas de uso das cidades

Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

Nos últimos anos, a cidade de São Paulo se tornou palco de um amplo debate sobre as formas de uso do espaço público. As dificuldades orçamentárias limitaram os investimentos em obras e o foco da administração mudou, por necessidade.

Ao invés dos tradicionais investimentos na expansão do viário urbano, o Executivo municipal tem buscado repactuar as relações das pessoas com a cidade para qualificar os espaços existentes.

Apesar das posições contrárias, grupos até então marginalizados têm se apropriado das transformações e garantido parcela importante de apoio às políticas públicas que buscam devolver às pessoas o domínio do espaço público.

O assunto foi tema de discussão no 66º Fórum de Debates Brasilianas.org, onde o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano de São Paulo, Fernando de Mello Franco, falou sobre as estratégias que irão direcionar a administração da cidade. Leia mais »

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As mudanças de paradigmas na gestão das cidades

Em palestra, Fernando Haddad fala sobre mobilidade, uso e ocupação do solo, educação, política e comportamento

Por Luiz de Queiroz e Pedro Garbellini

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, esteve presente no 66º Fórum de Debates Brasilianas.org, evento promovido pelo jornalista Luis Nassif para discutir a agenda de desenvolvimento nacional.

Nessa edição, eles falaram sobre como preparar as metrópoles para serem cidades inclusivas, democráticas e humanas. Haddad abordou temas como mobilidade, uso e ocupação do solo, educação, política e comportamento.

“Como 12 milhões de pessoas - 22 milhões se contarmos a área metropolitana - podem aprender a conviver?”, questionou o prefeito da maior cidade da América Latina.

E falou sobre seus esforços para democratizar o viário urbano e demarcar terras para populações mais pobres. “Quanto menos misturados os distritos, os bairros, mais disfuncional vai ser a cidade”, defendeu. Leia mais »

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Três propostas para o Brasil alcançar Top-10 de medalhistas olímpicos

Por Lilian Milena

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Brasil quer ser potência esportiva mundial

Por Luiz de Queiroz

Passada a Copa do Mundo e com a proximidade das Olimpíadas, o esporte entra definitivamente na agenda nacional. O governo espera um resultado positivo para o Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016 e vem focando os investimentos no esporte de alto rendimento.

O assunto foi tema de discussão no 55º Fórum de Debates Brasilianas.org, em São Paulo.

Presente no evento, o diretor do Departamento de Incentivo e Fomento ao Esporte (DIFE), do Ministério do Esporte, Paulo Vieira, detalhou as contas. De acordo com ele, apenas em 2014, o Orçamento Geral da União destinou R$ 967 milhões de recursos próprios para a prática esportiva.

Esse montante é composto por convênios, Bolsa Atleta e Plano Brasil Medalhas. E ainda há outros recursos que chegam pela Lei do Incentivo ao Esporte (R$ 229 milhões em 2013), Programa de Aceleração do Crescimento (R$ 4 bilhões), Centros de Iniciação ao Esporte (R$ 967 milhões) e pela Loteria Federal (R$ 218 milhões), por meio da Lei Agnelo/Piva. Leia mais »

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Brasil quer ser potência esportiva mundial

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Passada a Copa do Mundo e com a proximidade das Olimpíadas, o esporte entra definitivamente na agenda nacional. O governo espera um resultado positivo para o Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016 e vem focando os investimentos no esporte de alto rendimento.

O assunto foi tema de discussão no 55º Fórum de Debates Brasilianas.org, realizado em São Paulo.

Presente no evento, o diretor do Departamento de Incentivo e Fomento ao Esporte (DIFE), do Ministério do Esporte, Paulo Vieira, detalhou as contas. De acordo com ele, apenas em 2014, o Orçamento Geral da União destinou R$ 967 milhões de recursos próprios para a prática esportiva. Leia mais »

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Fórum discute gestão do esporte e legados da Copa e Olimpíadas

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O Brasil traz na bagagem inúmeras conquistas em diversas modalidades, mas não consegue organizar um modelo eficiente e profissional do esporte. Para compreendermos os erros e acertos na gestão de empreendimentos no setor esportivo, o Brasilianas.org realizará dia 02 de dezembro, em São Paulo, o Fórum “O país do esporte”. Como o Brasil se prepara para aproveitar o legado social das estruturas que construiu na Copa do Mundo de 2014 e das estruturas que vão receber os Jogos Olímpicos de 2016? Como incentivar outras modalidades esportivas, além do futebol?

Essas são algumas das questões que o evento pretende avaliar com a participação confirmada do diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento do Esporte, Gustavo Maia; do diretor-executivo do Bom Senso F.C., Ricardo Borges Martins e do sociólogo alemão do Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre Esporte e Sociedade da Universidade Federal Fluminense, que acompanhou a seleção da Alemanha durante toda a Copa, Martin Curi.
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País precisa se rearticular para enfrentar avanço de doenças modernas

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A inovação na gestão da saúde é um desafio que não pode ser enfrentando sem uma visão abrangente das doenças modernas. “Estamos assistindo a um aumento acelerado da diabetes, da obesidade, hipertensão, doenças psiquiátricas com alta prevalência. Hoje temos a violência interpessoal e o tráfico em níveis epidêmicos, além da violência doméstica em níveis inaceitáveis para um país como o nosso”, observou Michele Caputo Neto, presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais da Saúde (CONASS) e convidado para 53º o Fórum de Debates Brasilianas.org - Indústria da Saúde, realizado em São Paulo.

Apesar do cenário preocupante, Caputo Neto reconheceu os avanços do país em relação aos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, programa de oito metas para serem alcançadas até 2015, lançado pela Organização das Nações Unidas (ONU), onde três são diretamente ligadas à saúde: a mortalidade infantil; mortalidade materna e combater o HIV/Aids, a malária e outras doenças. Leia mais »

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País precisa se rearticular para enfrentar avanço de doenças modernas

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Programa aborda gestão das universidades públicas brasileiras

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No programa de debates Brasilianas.org desta segunda-feira (14), na TV Brasil, das 20h às 21h, o apresentador Luis Nassif receberá Vahan Agopyan, vice-reitor da Universidade de São Paulo (USP), Ivan Camargo, reitor da Universidade de Brasília (UnB), Carlos Levi, reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Carlos Vogt, presidente da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp). Leia mais »

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