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Entrevista: Sérgio Rezende

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A nova política industrial anunciada na última terça-feira, 2, pela presidente Dilma Rousseff, em Brasília, representa um pacote de medidas que passam por desde a desoneração da folha até pela defesa comercial. O objetivo do Plano Brasil Maior, como foi batizado, é claro. Dar maiores condições e incentivos para a indústria brasileira enfrentar o cenário internacional turbulento, valendo-se de dois fatores imprescindíveis: competitividade e inovação.

Uma das principais ações será a redução a zero da alíquota de 20% para o INSS de setores sensíveis ao câmbio e à concorrência internacional. Setores de manufaturados, como confecções, calçados, móveis e também de softwares. A idéia é tornar o preço do bem nacional mais competitivo com relação aos importados, apesar do plano atingir apenas alguns elementos da estrutura do custo, diferentes à questão da apreciação cambial. Outras medidas são a desoneração das exportações, o fortalecimento da defesa comercial, modernização do INMETRO. Leia mais »

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Entrevista: Glauco Arbix, presidente da FINEP

O real vem se valorizando acentuadamente desde março, quando a taxa de câmbio valia R$ 1,66. Hoje, encontra-se no patamar de R$ 1,57. Esse cenário tem proporcionado a diminuição da competitividade em setores industriais, principalmente o manufatureiro, e a intensificação do processo de desindustrialização. Segmentos ligados à média ou alta tecnologia, como o de semicondutores e de máquinas e equipamentos, demonstram insatisfação com a penetração de importados. A dificuldade de ampliação dos investimentos em inovação e em produtos com maior valor agregado tem reservado espaço para o Brasil, no exterior, principalmente para produtos agrícolas e minerais, com baixo valor agregado.
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Entrevista: Glauco Arbix, presidente da FINEP

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O real vem se valorizando acentuadamente desde março, quando a taxa de câmbio valia R$ 1,66. Hoje, encontra-se no patamar de R$ 1,57. Esse cenário tem proporcionado a diminuição da competitividade em setores industriais, principalmente o manufatureiro, e a intensificação do processo de desindustrialização. Segmentos ligados à média ou alta tecnologia, como o de semicondutores e de máquinas e equipamentos, demonstram insatisfação com a penetração de importados. A dificuldade de ampliação dos investimentos em inovação e em produtos com maior valor agregado tem reservado espaço para o Brasil, no exterior, principalmente para produtos agrícolas e minerais, com baixo valor agregado.
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"País carece de gestores de inovação", diz Ronaldo Mota, do MCT

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Apesar dos esforços do governo para a sincronização de políticas científicas e industriais e a formação de recursos humanos, o desafio maior consiste em mudar a cultura empresarial com relação à valorização da inovação como fator de sobrevivência no mercado internacional. O país tem capacidade para produzir conhecimento, mas não está demonstrando o mesmo potencial para direcionar a produção das universidades para as demandas dos setores da indústria. Um dos principais motivos é a falta de gestores de inovação nas empresas, responsáveis pela mediação entre centros de pesquisa e as companhias. Em entrevista concedida ao Brasilianas.org, o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ronaldo Mota, considera que existe um “divórcio” entre aquilo que soberanamente os pesquisadores decidem pesquisar, daquilo que são as necessidades típicas da indústria.

“Somos um país manco, assimétrico. Conseguimos avançar nas ciências básicas num ritmo muito superior àquilo que significou as ciências que se caracterizam por atendimentos de demanda e transferência de conhecimento para o setor produtivo”, diz Mota. Leia mais »

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Banco de dados de pesquisadores valorizará inovação

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Plataforma Lattes, sistema que agrega dados de pesquisadores de todo o país, passará a valorizar alunos e cientistas que tenham inventado algum procedimento, serviço ou produto inovador em empresas. A previsão do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), responsável pela plataforma, é que os novos dados estejam disponíveis no sistema até dezembro.

A mudança faz parte de uma proposta mais ampla que estuda a reconfiguração estratégica de todo o Conselho, objetivando melhorar o grau de inovação no país. O banco congrega hoje 1,8 milhão de currículos e tem mais de cem mil acessos diários.

Glaucius Oliveira, presidente do CNPq, explica que atualmente os critérios de avaliação do Lattes são fortemente acadêmicos, e exigem, por exemplo, a divulgação pública dos trabalhos de pesquisa em revistas científicas conceituadas. Leia mais »

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Diálogos para o Desenvolvimento: A experiência do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social sob o governo Lula

O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) é considerado uma inovação institucional do poder executivo, capaz de viabilizar a aproximação de setores antagônicos da sociedade (como sindicalistas e industriários) pela consolidação de uma agenda de desenvolvimento do país. A análise consta no trabalho Diálogos para o Desenvolvimento, formulado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

O órgão foi criado em junho de 2003, durante o governo Lula, para assessorar a Presidência da República. Foi formado, na época, por 90 representantes da sociedade civil e 14 ministros de Estado, totalizando 104 conselheiros, todos nomeados pelo presidente da república. Hoje, na gestão da presidente Dilma, o CDES é formado por 87 representantes da sociedade civil e 17 ministros, totalizando ainda 104 conselheiros.

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A inovação institucional de Lula: CDES

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O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) é considerado uma inovação institucional do poder executivo, capaz de viabilizar a aproximação de setores antagônicos da sociedade (como sindicalistas e industriários) pela consolidação de uma agenda de desenvolvimento do país. A análise consta no trabalho Diálogos para o Desenvolvimento, formulado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

O órgão foi criado em junho de 2003, durante o governo Lula, para assessorar a Presidência da República. Foi formado, na época, por 90 representantes da sociedade civil e 14 ministros de Estado, totalizando 104 conselheiros, todos nomeados pelo presidente da república. Hoje, na gestão da presidente Dilma, o CDES é formado por 87 representantes da sociedade civil e 17 ministros, totalizando, ainda, 104 conselheiros. Leia mais »

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IPEA analisa gargalos das políticas de inovação

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Os instrumentos públicos de incentivo e financiamento à inovação no setor produtivo brasileiro são considerados modernos e semelhantes aos adotados nos países de primeiro mundo, mas seus resultados ficam aquém das expectativas criadas. A análise é da 13ª edição do boletim Radar – Tecnologia, Produção e Comércio Exterior – divulgada hoje pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

Os fatores que respondem a baixa inventividade na produção industrial brasileira são basicamente: aversão ao risco; reduzida orientação para o mercado exterior e elevada participação de empresas multinacionais em segmentos intensivos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), isso porque estas companhias costumam manter seus centros de pesquisa nos países mais desenvolvidos.

O instituto também destaca que os instrumentos legais e financeiros criados no país, desde a década de 1990, para incentivar a inovação no setor produtivo não foram concebidos de modo estratégico, mas sobe uma lógica simplista de modelo de inovação. Leia mais »

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Apenas 50% de MPEs realizam inovação

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Cerca de 50% das micro e pequenas empresas (MPEs) não realizam nenhum tipo de inovação no país, afirma Marcos Aurélio Bedê, economista da Universidade Federal do ABC, convidado para participar do 10º Fórum de Debates Brasilianas.org, realizado na última quinta-feira, em São Paulo.

Segundo pesquisa apresentada pelo professor, empresas que realizam pequenos investimentos para melhorar produtos, apresentam, em média, desempenho 100% superior a de outras empresas com porte e atividades econômicas semelhantes, mas que não investem em inovações.

Existem três categorias de inovações nas MPEs, mapeadas pelo Sebrae. A primeira, são das que realizam Inovações Radicais. Foram reconhecidas aí empresas de base tecnológica, de micro e pequeno porte, “geralmente associadas a incubadoras e com alta capacidade de revolucionar o setor”, completa Aurélio Bedê. O professor aponta que existam cerca de mil empresas mapeadas com essa característica pelo país.
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O papel social e mercadológico do conhecimento

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O Brasil necessita fortalecer sua cultura de criação, avalia John Júlio Jansen, vice-presidente de Inovação da DuPont América Latina, convidado para falar durante o 9º Fórum de Debates Brasilianas.org – Integração com a Universidade, realizado em São Paulo.

No evento, chegou-se a conclusão de que a inovação bem aplicada melhora a competitividade do país, o padrão de vida das populações e garante o crescimento sustentado de empresas.

Segundo Jansen, a produção de inovações no hemisfério sul é bastante reduzida em comparação aos países de desenvolvimento competitivo. A América Latina responde por 8% do Produto Interno Bruto (PIB) global. “Já o total de patentes que gera, independentes de onde são registradas, é de apenas 0,2% em relação ao total registrado no mundo”, completa. A Correia do Sul, por exemplo, com 2% do PIB global, responde por 21% das patentes produzidas, enquanto os Estados Unidos, com 24% do PIB mundial, por 19% do total de papers registrados. Leia mais »

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Entrevista: Sérgio Rezende

Não há dúvidas quanto à importância dos investimentos em inovação para a competitividade. Entretanto muitos empresários deixam de alocar recursos na melhora de processos ou em novos produtos pela falta de segurança quanto ao tempo de retorno desses investimentos. Aí que entra o papel do Estado como indutor de um ambiente favorável e seguro para viabilizar a inovação nas empresas nacionais.                                                                Leia mais »

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05º Fórum de Debates Brasilianas.org

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A enxurrada de investimentos impulsionados pelo pré-sal deve mobilizar a indústria naval, offshore e serviços no médio prazo. Mais do que a exploração em si, as diferentes cadeias de fornecedores são responsáveis por grande parte da geração de empregos. Mas para alcançar os resultados esperados, a indústria pede regras mais claras e anúncio das encomendas com antecedência, reivindicações que devem ser atendidas por uma política industrial. Tendo em vista o pré-sal e seus desdobramentos, o 05º Fórum de Debates Brasilianas.org reunirá, no próximo dia 08/11 em São Paulo, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e diversos representantes dos setores público e privado para o debate. Leia mais »

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Crescimento local depende de ação integrada

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Na trajetória de modernização do estado brasileiro faltaram planos consistentes para promover a e regionalização do desenvolvimento no sentido de homogeneizar o crescimento no interior e nas cinco macrorregiões do país. O resultado, hoje, é a conhecida disparidade econômico-social entre Norte/Nordeste e Sul/Sudeste.  A saída, segundo especialistas, seria apostar em políticas de distribuição de renda, planos de desenvolvimento integrado e criação de pólos tecnológicos como provedores da inovação local.

Os desafios para a regionalização do crescimento foi tema do 2º Fórum de Debates Brasilianas.org. Roberto Smith, presidente do Banco do Nordeste, destacou durante o encontro que ainda persiste um lento padrão de convergência do desenvolvimento regional. “Convivemos com lacunas em relação ao pensamento estratégico do país, apesar de haver melhoras. A economia nordestina encontra-se hoje integrada a economia brasileira. Mas, ao passo que estamos, levará 40 anos para que a renda média dessa região chegue ao nível da renda média nacional”, completou.
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Lei de inovação é prioridade para Conselho

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Estados importantes para o desenvolvimento científico e tecnológico do país, São Paulo e Espírito Santo , seguiram caminhos opostos na elaboração de suas políticas de incentivo à inovação. Enquanto o primeiro dedicava-se a fortalecer programas e planos no âmbito estadual, principalmente por meio de sua Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); o segundo seguia de maneira semelhante, porém no âmbito municipal.

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Espírito Santo (FAPES) foi criada somente em 2005, junto com a Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia. Tarde, se compararmos com a FAPESP, criada em 1960. Entretanto, a capital Vitória já dispõe de um Conselho de Ciência e Tecnologia – que, desde 1991, era a única entidade que articulava programas de incentivo no estado -, coisa que o município de São Paulo só foi ter há poucos dias.

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Políticas para atração de cientistas

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Historicamente, o Brasil sempre foi exportador de cérebros. O Brasilianas.org de segunda-feira (9) vai discutir a política pública de atração de cientistas, o posicionamento do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), as necessidades para a exploração do pré-sal e apolítica de incentivos para pesquisadores.

Além disso, o programa irá rememorar experiências passadas, como a ajuda dos franceses na construção da Universidade de São Paulo (USP) e destacar as contribuições de cientistas estrangeiros para a pesquisa nacional e também a contribuição de cientistas brasileiros para os avanços científicos mundiais.

No estúdio, o jornalista Luis Nassif recebe  Miguel Nicolelis, que é o codiretor do Centro de Neuroengenharia da Universidade de Duke e diretor do InstitutoInternacional de Neurociências de Natal; Jorge Almeida Guimarães, presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e Laerte Machado, presidente da Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo.

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