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Brasilianas grava hoje debate sobre legalização de drogas

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Programa, que será exibido em outubro abordará também políticas públicas voltadas à redução de danos sociais 

Nesta segunda-feira (21), a partir das 17h00, a apresentador do Brasilianas.org, Luis Nassif recebe o professor do Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) da UNIFESP, Elisaldo Carlini, o antropólogo e coordenador científico da Plataforma Brasileira de Política de Drogas, Maurício Fiore e o secretário municipal da Saúde de São Paulo, Alexandre Padilha para discutirem as políticas públicas necessárias e postas em prática para a redução e combate aos efeitos nocivos das drogas.  Leia mais »

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Os desafios da segurança pública

Caminho é a construção conjunta de políticas na área, juntando polícias, estudiosos e comunidades; por Luis Nassif

Duas grandes conclusões perpassaram o 58o Fórum Brasilianas, que versou sobre a segurança pública nas grandes cidades.

O primeiro, a falta de dados estatísticos e de transparência dos órgãos de segurança.

O segundo, a exigência cada vez maior de uma abordagem integrada sobre o tema, envolvendo secretarias de diversas áreas.

***

Especialista em informática e em estatísticas de segurança, Coordenador de Ciência, Tecnologia e Inovação da cidade de Fortaleza, João José Vasco Peixoto Furtado consegue montar mapas detalhados de cada cidade norte-americana, cruzando dados policiais georreferenciados com dados de mobilidade urbana, saúde, educação, meramente utilizando o Google. Mas não consegue montar nada similar em nenhuma cidade brasileira, dado a precariedade dos dados. Leia mais »

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Fórum discutirá os desafios da segurança pública nas grandes cidades

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Os desafios de segurança nas grandes cidades brasileiras estão ligados a proposta de um novo conceito de segurança pública, onde o centro é o cidadão e não mais o patrimônio. Para discutir a complexidade desse tema e as saídas possíveis para que o país reduza seus índices de homicídios e melhore o sentimento de segurança nos ambientes urbanos, a Agência Dinheiro Vivo realizará, dia 23 de abril, o 58º Fórum Brasilianas.org com a participação de especialistas sobre tecnologia, geração e aproveitamento de dados sobre segurança pública, mapeamento de crimes e do papel das forças policiais. Não perca!

Consulte a programação abaixo e inscreva-se, ligando para 0800 169966 (ramal 23 e 24) ou mandando um e-mail para [email protected]

Programação

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Seminário Tecnologia e Segurança Pública

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A tecnologia é uma aliada importante na prevenção de crimes, solução de casos e elaboração de políticas para a área da segurança pública. Também é vital a criação de um banco de dados unificado entre todas as polícias do país, para que se possa ter uma ideia clara dos problemas comuns a todos os estados e aqueles específicos de cada região.
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Informações policiais precisam ajudar políticas em segurança

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A investigação policial ainda insiste numa abordagem cheia de “jurisdicismos” no Brasil, o que denuncia a falta de uma doutrina investigativa, capaz de aproveitar as informações na formulação de políticas públicas e até na transformação cultural do país. Essa é a avaliação do pesquisador e delegado da Polícia Civil de Minas Gerais Daniel Barcelos, que participou do 14º Fórum de Debates Brasilianas.org, sobre Segurança Pública, na semana passada em São Paulo.

Segundo Barcelos, atualmente existe uma gama de investigações imensas e de utilização ampla para a construção de políticas públicas e e mudanças de culturas e até reavaliação da mídia, mas, nas polícias, raciocinou-se que, depois do inquérito, o trabalho está feito.

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Esforços para o Sistema de Nacional de Segurança Pública

No 14º Fórum de Debates Brasilianas.org, que discutiu a Segurança Pública na semana passada, a antrópologa e pesquisadora da Secretaria Nacional de Segurança Pública, Luciane Patrício, trouxe as contribuições da equipe que tenta reorganizar o Sistema Nacional de Segurança Pública.

 O grande desafio na produção de um sistema de informação, que pretenda reunir os dados da produção policial, como as ocorrências das PMs e os boletins de ocorrência das polícias civis, é a não existência de um sistema de segurança pública institucionalizado.

Anteriormente, a Secretaria Nacional de Segurança Pública mandava planilhas em excel com os principais crimes para os estados, que então mandavam de volta, e daí era feita a análise. Nem todos os estados mandavam e não havia padrão no nome das ocorrências.

Em 2004, há tentativa de padronização, como os nomes das ocorrências e também as unidades de medida (no Distrito Federal, se uma pessoa tem seu carro, sua carteira e seu celular roubado,  são feitas ocorrências para cada bem roubado).

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"O crime é de todos", diz Mariz de Oliveira

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“As costas dos policiais não devem receber, exclusivamente, a carga que é de todos nós”. Foi com essa expressão que o advogado criminalista e ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo, Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, introduziu sua apresentação no 14º Fórum de Debates Brasilianas.org, que discutiu a Segurança Pública na semana passada em São Paulo. Mariz enfatizou, com essa explicação, que, na verdade, o crime não é um entidade que está apartada da sociedade. “O crime é nosso, é gerado no seio da sociedade”, completou.

o contrário de 30 ou 40 anos atrás, quando a maioria dos crimes eram praticados por castas menos favorecidas economicamente da sociedade, hoje a o crime atinge todos os estamentos da sociedade. Segundo Mariz, o crime não pode mais ser visto pela óptica do fato acontecido, mas sim como trabalhar para evitá-lo. E isso deve mobilizar toda a sociedade. “A Polícia Civil e a Polícia Militar não são responsáveis exclusivas pelo crime e nem como evitá-lo”. Leia mais »

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Faltam estudos em prevenção nas políticas de segurança

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Se a primeira imagem que vem a sua mente ao ler Segurança Pública é a de um policial armado, pode ter certeza que a sua concepção do termo ainda está ligada à visão de política pública que prevaleceu até a década de 1990 sobre o tema na sociedade brasileira, mas que começa a ser modificada no final dos anos 1990 e início dos anos 2000.

A responsabilidade de todas as autoridades governamentais, e da sociedade civil, na construção de políticas de segurança pública foi destaque na palestra da coordenadora da área da porta-voz do Instituto Sou da Paz, Carolina Ricardo, durante o 14º Fórum de Debates Brasilianas.org, realizado semana passada, em São Paulo

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As estatísticas sobre o crime

Coluna Econômica - 28/09/11

Há  uma boa e uma má notícia sobre segurança pública. A boa é que finalmente a discussão está saindo da polarização esquerda x direita e assumindo uma visão mais sistêmica do problema. Especialistas de esquerda atribuíam a marginalidade às questões sociais e consideravam que apenas políticas sociais deveriam ser utilizadas contra o crime; a direita tinha uma visão exclusivamente policialesca.

Agora, especialista convergem para algumas conclusões mais complexas, conforme atestou o seminário de Segurança Pública do projetos Brasilianas, ocorrido ontem em São Paulo: há que se cuidar da prevenção, mas também do policiamento.

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A má notícia é que muito pouco foi feito nos últimos anos para acelerar a integração entre União, estados e municípios, consolidação de estatísticas e bancos de dados. Não há continuidade nas ações públicas nem da União nem dos estados.

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Como atesta Luciane Patrício, da Secretaria Nacional de Segurança Pública, não existe um sistema estruturado, sequer compatibilidade de bancos de dados ou mesmo uma padronização das estatísticas.

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Faltam estudos em prevenção nas políticas de segurança

Se a primeira imagem que vem a sua mente ao ler Segurança Pública é a de um policial armado, pode ter certeza que a sua concepção do termo ainda está ligada a visão de política pública que prevaleceu até a década de 1990 sobre o tema na sociedade brasileira, mas que começa a ser modificada no final dos anos 1990 e início dos anos 2000.

A responsabilidade de todas as autoridades governamentais, e da sociedade civil, na construção de políticas de segurança pública foi destaque na palestra da coordenadora da área da porta-voz do Instituto Sou da Paz, Carolina Ricardo, durante o 14º Fórum de Debates Brasilianas.org, realizado hoje, 27, em São Paulo. Leia mais »

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Informações policiais precisam ajudar políticas públicas em segurança

A investigação policial ainda insiste numa abordagem cheia de “jurisdicismos” no Brasil, o que denuncia a falta de uma doutrina investigativa, capaz de aproveitar as informações na formulação de políticas públicas e até na transformação cultural do país. Essa é a avaliação do pesquisador e delegado da Polícia Civil de Minas Gerais Daniel Barcelos, que participa do 14º Fórum de Debates Brasilianas.org, sobre Segurança Pública, que acontece hoje em São Paulo.

Segundo Barcelos, atualmente existe uma gama de investigações imensas e de utilização ampla para a construção de políticas públicas e e mudanças de culturas e até reavaliação da mídia, mas, nas polícias, raciocinou-se que, depois do inquérito, o trabalho está feito. Leia mais »

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Esforços para o Sistema de Nacional de Segurança Pública

No 14º Fórum de Debates Brasilianas.org, que discute a Segurança Pública, a antrópologa e pesquisadora da Secretaria Nacional de Segurança Pública, Luciane Patrício, trouxe as contribuições da equipe que tenta reorganizar o Sistema Nacional de Segurança Pública.

O grande desafio na produção de um sistema de informação, que pretenda reunir os dados da produção policial, como as ocorrências das PMs e os boletins de ocorrência das polícias civis, é a não existência de um sistema de segurança pública institucionalizado.

Anteriormente, a Secretaria Nacional de Segurança Pública mandava planilhas em excel com os principais crimes para os estados, que então mandavam de volta, e daí era feita a análise. Nem todos os estados mandavam e não havia padrão no nome das ocorrências.

Em 2004, há tentativa de padronização, como os nomes das ocorrências e também as unidades de medida (no Distrito Federal, se uma pessoa tem seu carro, sua carteira e seu celular roubado,  são feitas ocorrências para cada bem roubado). Leia mais »

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Caso Túlio Kahn: Estado tem responsabilidade, diz Luis Eduardo Soares

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Pesquisadores da área de segurança pública vinculados à academia, ouvidos pelo Brasilianas.org, confirmam que o governo do Estado de São Paulo tinha autorizado o sociólogo Túlio Kahn a trabalhar como consultor como forma de elevar os rendimentos dele acima dos 5 mil reais que recebia como salário.

Conforme reportagem do jornal Folha de S. Paulo, publicada em 1º de março, Kahn, então responsável pela Coordenadoria de Análise e Planejamento da Secretaria de Segurança Pública (SSP), disponibilizava informações criminais do tipo desagregadas a clientes de uma consultoria da qual é sócio. Os dados são considerados sigilosos pelo governo, e tratavam, por exemplo, de furtos a transeuntes e os bens levados com mais freqüência em roubos a condomínios na cidade de São Paulo. A denúncia ainda informa que o levantamento sobre roubo a condomínio foi feito a pedido do Secovi (Sindicato das Empresas Imobiliárias de São Paulo). Leia mais »

Caso Túlio Kahn: Estado tem responsabilidade, diz Luis Eduardo Soares

Pesquisadores da área de segurança pública vinculados à academia, ouvidos pelo Brasilianas.org, confirmam que o governo do Estado de São Paulo tinha autorizado o sociólogo Túlio Kahn a trabalhar como consultor como forma de elevar os rendimentos dele acima dos 5 mil reais que recebia como salário.

Conforme reportagem do jornal Folha de S. Paulo, publicada em 1º de março, Kahn, então responsável pela Coordenadoria de Análise e Planejamento da Secretaria de Segurança Pública (SSP), disponibilizava informações criminais do tipo desagregadas a clientes de uma consultoria da qual é sócio. Os dados são considerados sigilosos pelo governo, e tratavam, por exemplo, de furtos a transeuntes e os bens levados com mais freqüência em roubos a condomínios na cidade de São Paulo. A denúncia ainda informa que o levantamento sobre roubo a condomínio foi feito a pedido do Secovi (Sindicato das Empresas Imobiliárias de São Paulo).

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Um conto de duas cidades. Ou como transformar a ‘vitória’ num recomeço de verdade.

Um conto de duas cidades. Ou como transformar a ‘vitória’ num recomeço de verdade.

Mario Sergio Brum

(mestre e doutorando em História pela UFF, pesquisador do tema favela há mais de 10 anos) Leia mais »