Fleetwood Mac: Oh Well

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Fleetwood Mac - Oh Well (Live BBC 1969)

Uma das raras oportunidades de ver Danny Kirwan e Peter Greenbaum duelando ao vivo

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Fleetwood Mac: Oh Well

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Fleetwood Mac - Oh Well (Live BBC 1969)

Uma das raras oportunidades de ver Danny Kirwan e Peter Greenbaum duelando ao vivo

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Elephant's Memory: Mongoose

Marco T.

Elephant's Memory - Mongoose - 1972 (mono original e raro mix em stereo)

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Joe Strummer e a visão política do The Clash

Tamára Baranov

A banda tinha Joe Strummer, nascido em Ankara, Turquia, e que hoje faria 61 anos. ‘Sex Pistols’ pode ter sido a primeira banda de rock punk britânica, mas o ‘Clash’ foi definitivamente a banda de verdadeiros roqueiros punks. Onde ‘Sex Pistols’ foi niilista, ‘The Clash’ foi ardente na defesa de causas sociais. Com contundentes canções, ‘Clash’ foi uma das bandas punks mais famosas da década de 70 e se tornou um pilar do rock moderno. As letras politizadas, experimentação musical e atitude rebelde tiveram uma influência profunda no rock. Conhecidos como os ‘bagunçeiros pensantes’ a visão política da banda expressava-se nas letras das canções que encorajavam os jovens brancos a entrarem para organizações que defendessem os direitos dos negros; tratavam da alienação dos mal pagos, dos trabalhos rotineiros e o descontentamento com a falta de alternativas; e falavam da desolação e do tédio no interior da capital britânica.

Joe Strummer, em particular, foi um militante comprometido com as causas de esquerda. Assim como a maioria das primeiras bandas de punk, o ‘Clash’ protestava contra a monarquia e a aristocracia. ‘The Clash’ posicionou-se, apaixonadamente, como rebelde com causa e como resultado, ganhou fãs e críticos ardorosos.

Viva Joe Strummer - The Story of The Clash

Westway To The World - The Clash (subtitulado en español) Leia mais »

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Tem Mais Samba, do Quarteto em Cy

ROSE
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Vespas Mandarinas: Não Sei O Que Fazer Comigo

Edivaldo D

Hit da banda Vespas Mandarinas, "Não sei o que fazer comigo". Não há razão, você sempre mudando, não muda mais... 

Por João Paulo Caldeira

é uma versão de uma música do El Cuarteto de Nos, do Uruguai. gosto mais do original: 


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Laura, por Ella Fitzgerald e The Nelson Riddle Orchestra

lucianohortencio

Ella Fitzgerald & The Nelson Riddle Orchestra - LAURA - David Raskin-Johnny Mercer 

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Tatuagem, por Elizeth Cardoso

lucianohortencio

Elizeth Cardoso - TATUAGEM - Chico Buarque-Ruy Guerra 

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24 anos sem Raul Seixas

Tamára Baranov

Em 21 de agosto de 1989, morreu Raul Seixas, o eterno maluco beleza. Uma vida curta, tumultuada, mas criativa. Fã de Elvis Presley, Raulzito foi pioneiro na mistura de todo tipo de influência musical, sem preconceito misturou rock’n’roll com baião, folk, música brega e de umbanda com sentimentos humanos e seus conflitos.

O documentário 'Raul: o Início, o Fim e o Meio' dirigido por Walter Carvalho reconstitui essa trajetória explosiva de Raul Seixas. Mostra um Raul de verdade, o lado sombrio da sua vida, seus problemas com a bebida e as drogas, seu envolvimento com seitas e com a obra do influente ocultista britânico Aleister Crowley. Apesar de longo, o documentário mostra todas as fases e faces do maluco beleza.

Raul Seixas - O início, o Fim e o Meio (completo)

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Perdi o Meu Pandeiro, de Cândido das Neves

Laura Macedo

“Perdi o meu pandeiro” – Música inédita de Cândido das Neves (Índio) descoberta e gravada pelo cantor Luiz Henrique no CD “Pro samba que Noel me convidou”. Essa música foi vencedora, em 1934, de um concurso realizado pela Revista “O Malho”.

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O show de 50 anos dos Beach Boys

Por Maritaca

Para eu que de vez em quando fico zanzando pelo youtube, foi um verdadeiro achado. Eles, já passados dos 70 anos e com cara de fazendeiros do Texas, continuam ótimos. Para quem gosta dos Beach Boys e para os que não conhecem, recomendo uma olhadinha. São 50 anos de som muito maneiro.  Acho imperdível.

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... como beijo meu pai

Vânia

Dica de Plínio J. V. Lins no post 

Emerson Sheik e a homofobia no futebol

Pai e Mãe (Gil)

Eu passei muito tempo
Aprendendo a beijar outros homens
Como beijo o meu pai
Eu passei muito tempo
Pra saber que a mulher que eu amei
Que amo, que amarei
Será sempre a mulher
Como é minha mãe Leia mais »

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O bandolim de Fábio Peron

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Nos últimos anos surgiu uma geração de jovens músicos de qualidade inigualável.

Em São Paulo, uma das grandes vocações é o jovem Fábio Peron, bandolinista, filho do violonista reconhecido Ítalo Peron. Com formação acadêmica, Fábio transita com notável naturalidade pela música experimental, pela pauleira fantástica do Ó do Borogodó e pela música interpretada, em ambientes tranquilos - como é o caso dessa vídeo gravado na Casa do Meio, em São Paulo. Já é dos maiores.

Aqui, ao lado do pai Italo Peron, ao violão, Roberta Valente no pandeiro e Fabricio no cavaquinho, interpretando Valdir Azevedo.

 

Tom Jobim - no Feminino

Por Laura Macedo, no Portal LN

A associação da música de Jobim com canto feminino é tão farta e forte que a semente da bossa nova brotou em álbum inteiramente dedicado por uma cantora, a carioca Elizeth Cardoso (1920-1990), ao cancioneiro composto por Jobim com Vinicius de Moraes (1913-1980). Iniciada em 1956, a célebre parceria de Tom e Vinicius já foi celebrada, apenas dois anos depois, neste histórico LP intitulado “Canção do amor demais” (1958), o primeiro disco que se encontra a batida diferente do violão de João Gilberto - ainda que, a rigor, não seja um disco de bossa nova. Leia mais »

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