48º Fórum de Debates Projeto Brasil - Softwares Inovadores 3

Manhã parte 02

Painel de debate com Francelino Grando e Fernando Graton

48º Fórum de Debates Projeto Brasil - Softwares Inovadores 2

Painel de debates com Antonio Carlos Rego Gil – Presidente da Brasscom – e
Alceni Guerra – Deputado Federal

Tarde parte 01

47ºFPB Inovação- Políticas para Estimular o Setor - 4

47ºFPB - Inovação - políticas integradas para estimular o setor

Tarde parte 2

47ºFPB Inovação- Políticas para Estimular o Setor - 3

47ºFPB Inovação- Políticas Integradas para Estimular o Setor

Manhã parte 1

Payleven baixa taxas de operações com cartões

A payleven, facilitadora de meios de pagamentos móveis, baixou de forma significativa o valor das taxas de transações feitas em sua plataforma com cartões de débito e de crédito

Os planos oferecidos pela payleven estão mais baratos. Nas transações feitas com cartões de débito a taxa por operação passará a 2,69%, o que representa uma redução de 10%. As operações com cartões de crédito à vista baixaram para 4,39% para recebimento em 2 dias úteis e 3,39% para recebimento em 30 dias corridos, com redução de 24% e 15%, respectivamente.

Outra novidade que vai facilitar ainda mais a operação dos usuários é a forma de cálculo das parcelas nas operações com cartão de crédito. Agora, o sistema aplica automaticamente a taxa de 1,3% a cada parcela, facilitando a compreensão por parte do consumidor. O mercado oferece preço expressivamente maior nas transações parceladas, com uma taxa de 1,99% por parcela.
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PARADOXOS "MADE IN PARÁ"

  

Andiroba, murumuru, buriti, cupuaçu, babaçu, ucuuba, pracaxi, patauá, castanha, açaí, cacau são alguns dos chamados produtos da sociobiodiversidade*. Formam junto com outras espécies os pés que mantém a floresta em pé.

Tem alta demanda de mercado, principalmente pelas industrias cosméticas para produção de sabonetes, cremes, shampoos e perfumes. E não são exclusividade dos grandes, já que fazem parte dos itens produzidos também pelos povos tradicionais e agricultores familiares da Amazônia, muitos deles organizados em cooperativas comunitárias.

Diante de todo esse potencial da economia da floresta, temos apoiado as comunidades da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns (oeste do Pará) através do Programa FLORESTA ATIVA, que prevê diversas ações (Saf’s, reposição florestal, etc), entre elas a montagem de unidades de beneficiamento para agregar valor a produção (óleos vegetais e essenciais, polpas e derivados), sempre melhor do que a venda “in natura”. O desafio é promover a inclusão social a partir da produção sustentável, um passo seguinte e que vai além de programas como o Bolsa-Família.

Para isso, começamos a fazer alguns levantamentos preliminares, e nos deparamos com a seguinte situação no Pará: em função  das diferentes alíquotas do ICMS (imposto de competência estadual sobre a circulação de mercadorias), em alguns casos  SAI MAIS EM CONTA ENCAMINHAR PRODUTOS DA NOSSA SOCIOBIODIVERSIDADE PARA PROCESSAMENTO EM SÃO PAULO DO QUE ENVIÁ-LOS PARA AS INDÚSTRIAS PARAENSES. Leia mais »

Dois momentos de um mesmo pensamento.

É assunto de que já tratei várias vezes, e se me repito é porque ele também se repete, nestes tempos pseudo-cíclicos da produção capitalista-espetacular. A cena é a de todo início de período letivo das universidades: jovens sujos e cheios de tinta, pedindo dinheiro nos semáforos, supervisionados por veteranos - para não falar das brincadeiras e rituais que ocorrem até se chegar a isso. Este ano, os trotes que fui obrigado a presenciar na avenida Paulista e algumas imagens que vi na internet, me remeteram diretamente à do garoto preso ao poste por justiceiros, no Rio de Janeiro. Os princípios muito se assemelham: desrespeito, humilhação, violência. A principal diferença é que o trote é socialmente aceito por grande parte da população, enquanto a violência contra o menor ainda está em litígio. E o absurdo de haver quem defenda esse tipo de ação, creio, está estreitamente ligado à aceitação do trote acadêmico.

 

 

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Cuidado com Bitcoin!

Autor: 

Bitcoin (BTC) é uma "moeda digital criptográfica" que vai revolucionar a internet e o comércio inernacional, tornar bancos obsoletos, acabar com as moedas nacionais e com o controle dos governos sobre a economia, e garantir a privacidade de transações comerciais.  Quem conseguir encher o bolso com bitcoins agora será milionário quando isso acontecer.

Ou... bitcoin é o maior esquema de pirâmide da história, que vai transferir bilhões de incautos para uns poucos espertos.  Quem investir todas suas economias em bitcoins agora (como muitos fizeram com as cotas da TelexFree) pode acabar na miséria (como eles).

O que é  bitcoin
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Governo precisa elaborar uma política de inovação

Por marcelosoaressouza

Comentário ao post "As propostas do Plano Inova Empresa"

O Governo tem que acelerar estes programas de Inovação e prestar mais atenção a área de TIC.

Nos anos 80, durante a Reserva de Mercado de TI, o Brasil conseguiu grandes avanços, como o desenvolvimento do 3o Sistema Operacional Unix-Like do mundo, e a criação de algumas ações interessantes no setor de Hardware. Temos potencial e engenheiros talentosos.

Investir é a Palavra, mais com atenção e cobrança daqueles que recebem o investimento. Conheço um pouco a realidade de alguns Institutos de Pesquisas de TI e muitos deles tem até bastante investimento mas atuam mais como "Fábrica de Software" do que como centros de inovações.

Disponibilizar recursos é importante, mas ir além e propor uma política de inovação de fato, com estratégia, plano de ação, se aproximando dos atores do processo.

Enquanto isto...

Do site Convergência Digital

BNDES busca sócio para salvar fábrica de semicondutores em Minas Gerais 

:: Ana Paula Lobo* 
:: Convergência Digital :: 05/09/2013

A crise financeira do grupo do empresário Eike Batista tem dado uma baita dor de cabeça para o BNDES e aflige tambem os planos para o mercado de semicondutores do governo federal. Lançada no começo de 2012 como um projeto audacioso - é estratégia do plano TI Maior - a SIX Semicondutores esta prestes a perder o seu principal acionista privado.

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As semelhanças genéticas entre porcos e humanos

Sugerido por Assis Ribeiro

Do Brasil 247

O porco: O verdadeiro melhor amigo do homem

Quando, em 1945, George Orwell escreveu o seu romance Animal Farm (A Revolução dos Bichos, no Brasil) onde afirma que o homem e o porco são quase idênticos, talvez não soubesse que estava muito perto da verdade 

Por: Equipe Oásis

Estudos muito recentes sobre a estrutura genética dos suínos mostram similaridades extraordinárias entre nossa espécie e a dos porcos. Para começar, sofremos das mesmas doenças, entre elas a obesidade, Parkinson, Alzheimer, enfarto, derrames, etc. Assim, o prosseguimento dos estudos sobre a genética dos suínos deverá revelar novos tratamentos para o combate a essas e outras doenças devastadoras também na nossa espécie.

Como diz o geneticista britânico Martien Groenen, um dos principais investigadores mundiais na área, "identificamos muitas outras variantes genéticas implicadas em patologias humanas, e isso endossa a ideia de que o porco é realmente um valioso modelo biomédico".

Completado o genoma do porco

Homens e porcos. Trata-se da história de uma convivência e domesticação que dura há pelo menos dez mil anos. Recentemente, após duas décadas de árduos estudos, completou-se o mapeamento do DNA desse animal. Surpresa geral: o sequenciamento revela novas e inesperadas semelhanças genéticas com o gênero humano. Conduzido pelo Consórcio Internacional para o Sequenciamento do Genoma do Porco, coordenado pela Universidade de Illinois (EUA), de Wageningen (Países Baixos) e de Edimburgo (GB), o estudo revela o genoma completo de uma fêmea de porco doméstico da raça Duroc (espécie Sus scrofa). Para reconstruir a evolução desses animais, esse mapa do DNA foi depois confrontado com o de javalis europeus e asiáticos, os primos silvestres muito similares aos antepassados do porco doméstico. Leia mais »

A complicada discussão sobre governança da internet

Do Estadão

A governança da internet

Demi Getschko *

"A realidade que podemos descrever nunca é a realidade em si" - Werner Heisenberg

A palavra de condão hoje para se falar de governança da internet é multistakeholderism - numa tradução simplista, uma governança multiparticipativa. Mas nada há de muito simples na discussão sobre governança da internet. A impossibilidade de englobar a rede nas estruturas atuais de legislação local, nacional e internacional, nos tratados que, à maneira do das telecomunicações, se propõem a mediar negócios, transações e serviços entre os detentores do poder, e mesmo os limites das nações, é patente.

Numa discussão no Conselho Europeu, em Estrasburgo, há dois anos, ficou clara a dificuldade que há quando se discutem leis globais para a rede. O que surgiu como alternativa promissora foi a aprovação de princípios, intenções e boas práticas, a chamada soft law, em lugar da legislação tradicional, a hard law. Entre as inúmeras vantagens que uma declaração de princípios traz está, inclusive, a janela de observação e de oportunidade para teste de seus resultados e eventuais correções de curso. Obtidos os resultados que se queriam, pode-se pensar em legislação tradicional e tratados adicionais. Leia mais »

Professor da UFMG critica Programa de Pesquisador Mineiro

Sugerido por Alessandro Moure

Nassif, reproduzo o texto que saiu no Jornal da Ciência de ontem, 4 de setembro. O link direto é http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=89114

Mais uma vez volta à tona a questão da ausência de transparência no fomento à C&T&I brasileira.

Segue o texto. Ler a carta aberta é também muito interessante.

Do Jornal da Ciência

JC e-mail 4805, de 04 de Setembro de 2013

15. Carta aberta à Fapemig

Pesquisador questiona julgamento do Programa de Pesquisador Mineiro

O professor Armando G. M. Neves do Departamento de Matemática da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) assina a carta aberta encaminhada à presidência da Fapemig (Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais). No documento, ele critica os critérios de julgamento do último edital do Programa de Pesquisador Mineiro (PPM) e faz recomendações de ajustes à Fapemig, responsável pelo PPM, e afirma que as sugestões são válidas também para CNPq, Capes, outras fundações estaduais de apoio à pesquisa e agências de fomento. Leia mais »

A história da Companhia Telefônica de Itambacuri

antonio francisco

Comentário ao post "A Internet e a neutralidade da rede"

Em Itambacuri por iniciativa de frei Cassiano, padre do Rio que conhecia um micro-empresário com negócios em telefonia,  foi criada a Coteli, Companhia Telefônica de Itambacuri - na prática, algo como um PABX com uns 150 a 200 "ramais".

A gente pegava o telefone e uma moça atendia:

- bom dia, Antonio, para quem você quer ligar?

- Liga pro Joaquim da venda - e ela fazia a ligação e repassava prá gente.

Com aquele sistema qualquer pessoa se aventurava a falar ao telefone, mesmo os que não sabiam ler números, ou mexer com o teclado.

Um funcionário da Coteli foi além: fez um catálogo telefônico só com os apelidos dos moradores que dispunham de telefone para facilitar a vida de quem queria falar e de quem atendia. Na lista apareciam  nomes que a gente conhecia bem: Joaquim da Venda, Sinhá de Juca do Posto, João Cozinheiro, Zé Tudéia, Tião Sapateiro, Dona Salete, Seu Joviano ...

Muito tempo depois a Coteli foi incorporada à Telemig, deixando muita gente desgostosa, porque passaram para o sistema de discagem direta, sem intermediação da telefonista. Leia mais »

Não estamos preparados para a guerra cibernética

Sugerido por foo

Do Escrevinhador

Estamos em guerra cibernética; e o Ministro da Defesa usa Microsoft 

por Roberto Amaral, vice-presidente do PSB

Por que estamos em guerra? Porque esta é a principal característica da pax americana: Kosovo, Irã-Iraque, Iraque, Afeganistão, Líbano, Palestina, Líbia, Síria, Israel. Por enquanto, enquanto durarem os escudos chinês e russo, descansam os eurasianos. Mesmo assim, Rússia e China não estão livres da espionagem eletrônica. Neste ponto, fazem companhia a Brasil, México, Venezuela, Irã e Paquistão.

Mas a pergunta é esta: que faz o Brasil nesse rol, se não temos fronteira com os EUA, se não temos arsenal nuclear e não pretendemos fabricar a bomba, não abrigamos terroristas, não estamos em guerra interna e não alimentamos a esperança de superar economicamente o gigante imperial e com eles temos relações mais que amistosas? Contra o Brasil, o capricho da prepotência chegou ao gabinete da presidente Dilma, que teve telefonemas seus, e-mails e outras mensagens de texto rastreados pela Agência Nacional de Segurança, NSA, dos EUA. Contra nós foram assestados pelos menos três programas, capazes de acompanhar o tráfego de telefonia e dados. Para quê? Dizem os documentos até aqui revelados por Edward Snowden, ex-funcionário da NSA, que os objetivos da espionagem eram político-estratégicos e comerciais. De um lado pretendia ‘melhorar a compreensão dos métodos de comunicação e dos interlocutores da presidente e seus principais assessores’ e de outro,  atendendo tanto aos interesses do Departamento de Estado quanto aos do Departamento de Comércio, antecipar para os negociadores dos EUA os estudos do Itamaraty, e fornecer aos seus empresários informações de seus concorrentes brasileiros em eventuais disputas comerciais. Leia mais »