Na noite de sábado, 7 de fevereiro de 2026, o Crypto.com Arena em Los Angeles foi o palco de um emocionante duelo da NBA entre o Golden State Warriors e o Los Angeles Lakers. Ambos os times entraram em quadra sem suas estrelas principais: Stephen Curry, dos Warriors, estava fora devido a uma lesão no joelho, enquanto Luka Dončić, dos Lakers, se recuperava de uma contusão na coxa. Essa situação criou um cenário propício para uma batalha de profundidade e resiliência.
Os Warriors chegaram ao jogo com a moral elevada após uma vitória emocionante sobre o Phoenix Suns, onde conseguiram uma virada impressionante de 101 a 97. O jogo anterior foi um teste de caráter para a equipe, que, após a recente perda do ala Jimmy Butler por contusão e a ausência de outros jogadores importantes, como Jonathan Kuminga e Buddy Hield, viu sua profundidade ser colocada à prova. O treinador Steve Kerr enfatizou a importância do trabalho em equipe, afirmando: “Nós apenas confiamos uns nos outros.”
Com a necessidade de adaptar o jogo à falta de seus principais criadores de jogadas, os Warriors adotaram uma estratégia agressiva de arremessos de três pontos. Nos dois jogos anteriores, o time havia tentado 55 e 48 arremessos de três, respectivamente. Kerr resumiu a abordagem ao afirmar: “Temos que encontrar maneiras de conseguir arremessos livres.”
Por outro lado, a ausência de Dončić significou que LeBron James, Marcus Smart e Austin Reaves teriam que assumir mais responsabilidades pelo Lakers. A defesa de Los Angeles, embora sólida em muitos momentos, apresentava vulnerabilidades, especialmente na linha de três pontos, permitindo que os adversários convertessem 36,8% de seus arremessos. A pergunta que pairava no ar era se o estilo de jogo dos Warriors conseguiria tirar proveito dessa fraqueza.
Os elencos projetados para a partida refletiam a nova dinâmica das equipes, com os Warriors escalando Brandin Podziemski, De’Anthony Melton, Moses Moody, Gui Santos e Draymond Green, enquanto os Lakers contavam com Austin Reaves, Marcus Smart, LeBron James, Jake LaRavia e Deandre Ayton. À medida que o jogo avançava, ambos os treinadores utilizaram seus bancos de forma rápida e eficiente, com várias substituições que destacaram a importância da flexibilidade nas equipes modernas da NBA.
O primeiro tempo foi marcado por uma troca constante de lideranças e jogadas espetaculares. Moses Moody começou o jogo com um arremesso de três pontos de longa distância, seguido por LeBron, que também acertou arremessos de longa distância. Smart se destacou com roubadas de bola e arremessos decisivos, enquanto Draymond Green trouxe sua energia característica, contribuindo com arremessos e enterradas.
LeBron James foi o motor dos Lakers, pontuando de diversas formas e também facilitando o jogo para seus companheiros. A contribuição dos bancos de reservas foi significativa, com jogadores como Gui Santos e Pat Spencer se destacando em momentos cruciais. Ao chegar ao intervalo, o jogo permanecia equilibrado, refletindo a competitividade entre as duas equipes.
Na volta do intervalo, a intensidade do jogo não diminuiu. Draymond Green se destacou como líder, e os Warriors continuaram a pressionar com seus arremessos de três pontos, enquanto os Lakers tentavam se manter próximos no placar com a versatilidade de Reaves e a experiência de LeBron. A expectativa pairava sobre cada posse de bola, com as equipes buscando o caminho para a vitória.
Os torcedores que assistiam ao jogo, seja pela ABC ou pelo fuboTV, desfrutaram de uma partida que exemplificava o melhor do basquete da NBA: resiliência, adaptabilidade e a incessante busca pela vitória. À medida que o jogo se aproximava do fim, era claro que ambos os times estavam determinados a sair vitoriosos em um duelo que mostrava a profundidade e a determinação que tornam a NBA tão emocionante.
