Descubra quem assinou as imagens cruas e íntimas de Logan e como a fotografia ajudou a contar a história de forma visceral.

    Quem foi o diretor de fotografia de Logan? Foi John Mathieson, o cinematógrafo responsável por transformar o roteiro e a direção em imagens que parecem vivas, sujas e muito humanas.

    Se você assistiu ao filme e se perguntou por que a fotografia funciona tão bem, este artigo explica de forma prática o papel de Mathieson. Vou mostrar as escolhas visuais que definiram o tom, exemplos de cenas que valem estudar e passos que você pode seguir para aprender com esse trabalho.

    Resposta direta: o nome por trás das imagens

    John Mathieson foi o diretor de fotografia de Logan. Ele já era veterano quando assumiu o filme, com trabalhos conhecidos em produções épicas e dramas.

    No caso de Logan, Mathieson trouxe uma estética mais contida e realista. A intenção era fugir do brilho típico de HQs e apostar em texturas e luzes práticas que reforçam o tom melancólico do roteiro.

    Quem é John Mathieson — breve perfil

    John Mathieson é um cinematógrafo britânico com carreira consolidada em filmes de grande porte. Ele ficou conhecido por composições sólidas, tratamento de cor e uso inteligente da luz.

    Antes de Logan, seu trabalho incluiu filmes que exigiam controle de atmosfera e escala. Isso ajudou a moldar sua linguagem visual: clareza em planos amplos e sensibilidade em closes.

    Como a fotografia de Logan conta a história

    A fotografia de Logan não é apenas bonita. Ela serve ao roteiro. Cada escolha de luz e enquadramento ajuda a contar quem são os personagens e como eles chegam ao fim da jornada.

    Por exemplo, planos abertos nas estradas reforçam o isolamento. Close nos olhos do personagem transmite exaustão e fragilidade. A mistura de tons frios e quentes guia a emoção do espectador sem depender só do diálogo.

    Estética e paleta de cores

    Mathieson usou uma paleta terrosa. Tons acinzentados e marrons predominam, com cores saturadas aparecendo pontualmente para destacar elementos narrativos.

    O resultado é uma sensação de mundo gasto, coerente com o enredo de despedida e perda.

    Técnicas de câmera e iluminação

    A câmera se move de forma contida, mas não é completamente estática. Há trechos com movimentos suaves que acompanham a ação íntima.

    A iluminação favorece fontes práticas: postes, faróis e lâmpadas internas. Isso cria sombras reais e profundidade, aproximando o público da cena.

    Exemplos práticos de cenas para estudar

    Se quiser aprender observando, foque em três momentos que mostram as soluções de Mathieson:

    1. Plano aberto na estrada: observe a composição entre personagem e cenário. Repare como o espaço transmite solidão.
    2. Close no rosto de Logan: note a textura da pele e como a iluminação realça rugas e expressões, reforçando a vulnerabilidade.
    3. Cenas noturnas com luz prática: veja como faróis e lâmpadas guiam o olhar e criam camadas de sombra.

    Como estudar e aplicar técnicas semelhantes

    Quer praticar? Aqui estão passos simples para aplicar conceitos da fotografia de Logan em curtas ou projetos pessoais.

    1. Observe e anote: assista a cenas curtas e descreva a luz, o enquadramento e o movimento de câmera.
    2. Recrie em pequena escala: use uma única fonte prática (uma lâmpada ou lanterna) e experimente posicionamentos diferentes.
    3. Trabalhe a paleta: escolha tons terrosos na pós-produção para entender o efeito emocional das cores.
    4. Priorize a narrativa: deixe a imagem servir a cena, não o contrário. Cada escolha deve ter um motivo narrativo.
    5. Compare e refine: grave variações e escolha a que melhor comunica a emoção pretendida.

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    Dicas rápidas para cineastas amadores

    Pequenos truques inspirados em Logan que funcionam com equipamentos modestos:

    1. Fontes práticas: posicione luzes visíveis na cena e use cortinas para controlar o spill.
    2. Contraste moderado: não elimine totalmente as sombras; elas dão volume.
    3. Movimento deliberado: mova a câmera apenas quando a narrativa ganhar com isso.
    4. Textura na pós: ajustes sutis de grão e contraste podem aproximar da estética do filme.

    Por que a escolha do diretor de fotografia importa

    O diretor de fotografia é o parceiro visual do diretor. Em Logan, essa parceria foi decisiva para o tom final.

    Mathieson ajudou a transformar um roteiro de ação em um drama íntimo. Isso mostra como a fotografia pode mudar a percepção do público sobre a mesma história.

    Resumindo, John Mathieson foi o diretor de fotografia de Logan e suas escolhas visuais foram centrais para o impacto emocional do filme.

    Se você quer aprender com esse trabalho, reveja cenas com olhar crítico e pratique as técnicas listadas. Aplique as dicas e observe como a imagem pode reforçar a narrativa. Quem foi o diretor de fotografia de Logan está claro; agora é sua vez de usar essas ideias no seu projeto.

    Giselle Wagner é formada em jornalismo pela Universidade Santa Úrsula. Trabalhou como estagiária na rádio Rio de Janeiro. Depois, foi editora chefe do Notícia da Manhã, onde cobria assuntos voltados à política brasileira