Alta taxa de juros dificulta retomada do crescimento e tira dinheiro dos mais pobres, aponta Dieese

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O diretor técnico do Dieese, Fausto Augusto Junior, fala sobre fato de o Brasil ter a maior taxa de juros entre as 40 maiores economias do mundo, analisa a conduta do governo de Jair Bolsonaro nesse cenário e aponta as dificuldades que isso acarreta, principalmente, na vida dos mais pobre. Após a última alta em 2 de fevereiro, efetuada pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), a Selic passou de 9,25% para 10,75% ao ano. Segundo o diretor, uma taxa de juros tão alta atinge o conjunto dos trabalhadores em duas situações: torna a oferta de crédito mais cara e retira dinheiro dos mais pobres em detrimento dos mais ricos. Outros impactos, para ele, são elevação da taxa de juros do cheque especial, cartão de crédito, financiamento no mercado e dificulta a retomada do crescimento econômico.

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