O Judiciário brasileiro inovou...(comentado no GGN JORNAL)

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Partindo-se da premissa de que: o homem é um animal político; as instituiçoes por ele criadas, não haveriam de ser diferentes.

Elas e, especialmente o Poder Judiciário, não foram criadas para dar ao homem uma dimensão que superasse a si mesmo, ao contrário, foi instituído para resolução de conflitos de interesse na vida em sociedade. E, lembrem-se que tipo de sociedade é a nossa: de abismal desigualdade social. Leia mais »

Aula do Ministro Barroso sobre o entendimento do outro

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AP 470: Ministro Barroso vota pela absolvição dos réus pelo crime de quadrilha

http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=261283

Segundo a votar no julgamento dos embargos infringentes apresentados contra o acórdão na Ação Penal (AP) 470, o ministro Luís Roberto Barroso se manifestou pela inocorrência da prática do crime de quadrilha em todos os recursos sob julgamento. Para ele, os autos apontam para a hipótese de coautoria, e não formação de quadrilha. Para caracterizar esse crime, disse o ministro Barroso, é preciso estar presente o dolo, a estabilidade e a unidade de desígnios, o que, segundo ele, não estaria provado nos autos.


No canal do STF no Youtube , no endereço http://www.youtube.com/watch?v=HNoQJ4f1mJY , é possível assistir todo o voto do Ministro Barroso.

A partir de 49 minutos no vídeo,  o Ministro Barroso inicia a explicação do seu voto ao Ministro Joaquim Barbosa. Leia mais »

Diário niilista

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Querido diário hoje eu quis, como quimeras, lhe transmutar. Transeuntes querubins, meu querido diário. Transeuntes. O que somos? A cada segundo diferentes. É as vezes eu confundo, querido diário. Às vezes eu mesmo me confundo, e me encontro no fundo do poço, buscando uma mão, uma luz um abrigo – em meio um mar interno de confusões paradoxais. Um refúgio que me caiba, querido diário. Um refúgio que abrigue e guarde eu e os outros em mim. “Eu é um outro”, querido diário. Tu não és meu, querido diário, pois em ti existem outras partes de outros, e outras partes de mim. Mais hoje querido diário, e somente hoje, quero falar do dia que conheci o diário de um niilista.

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Por que tanto medo dos protestos contra a copa?

Há um processo agressivo de desqualificação dos protestos em curso, e não falo aqui de jornalistas reacionários (ao menos eu não os via assim até pouco tempo atrás). Dois colunistas fizeram com que me acendesse esse sinal de alerta: Marcelo Rubens Paiva, do Estado, e Nirlando Beirão, do R7. O primeiro diz temer "pela integridade física e mental desses moleques mascarados", dispostos, segundo ele, a atacar torcedores adversários em nome de frustrar um ídolo tupiniquim, a tal copa do mundo, "instituição mundial que amamos a cada quatro anos". O segundo anunciou o fracasso do protesto de sábado por ter aparecido somente "os habituais gatos pingados" (entre mil e três mil pessoas), enquanto um bloco de carnaval sozinho atraía vinte mil pessoas, para não falar nos demais quarenta que se espalhavam pela cidade; e conclui, depois de vários qualificativos que rebaixam o debate: "o que aconteceu em junho de 2013 foi importante. Mas não tem nada a ver com os surtos da atual moléstia infantil do protestismo".   Leia mais »

Urânios - uma novela sobre o amor entre três homens

 

 Sinopse:

Um homem relata suas memórias de um amor nada convencional. Entre o presente e o passado, um quadro de um galo colorido o remete sempre a esta paixão inusitada.

O amor entre estes três homens se intensifica à medida que não descobrem o quê fazer com ele. No final, as identidades são esfaceladas pela lembrança, pelos medos, ciúmes e a morte das coisas vivas. Leia mais »

Dois momentos de um mesmo pensamento.

É assunto de que já tratei várias vezes, e se me repito é porque ele também se repete, nestes tempos pseudo-cíclicos da produção capitalista-espetacular. A cena é a de todo início de período letivo das universidades: jovens sujos e cheios de tinta, pedindo dinheiro nos semáforos, supervisionados por veteranos - para não falar das brincadeiras e rituais que ocorrem até se chegar a isso. Este ano, os trotes que fui obrigado a presenciar na avenida Paulista e algumas imagens que vi na internet, me remeteram diretamente à do garoto preso ao poste por justiceiros, no Rio de Janeiro. Os princípios muito se assemelham: desrespeito, humilhação, violência. A principal diferença é que o trote é socialmente aceito por grande parte da população, enquanto a violência contra o menor ainda está em litígio. E o absurdo de haver quem defenda esse tipo de ação, creio, está estreitamente ligado à aceitação do trote acadêmico.

 

 

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Menores continuarão inimputáveis mesmo que matem

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, acaba de rejeitar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que reduziria para 16 anos a maioridade penal em casos de crimes hediondos ou na múltipla reincidência da prática de lesão corporal grave ou roubo qualificado. Acirra-se pois, novamente, o debate sobre a questão da fixação do limite etário para a responsabilidade penal, objeto de constantes e inúmeras discussões sendo tema de grande polêmica, observando-se que intelectuais, de vários segmentos, aí incluídos respeitados juristas, antropólogos, sociólogos e militantes de direitos humanos se posicionam, terminantemente, contra a possibilidade de menores de 18 anos serem processados criminalmente. Permanecem fiéis à recomendação de 1949, proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU), no Seminário Europeu de Assistência Social, realizado em Paris. Leia mais »

O último tango de Pletskaya

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               Poucos brasileiros tiveram o privilégio de assistir pessoalmente ao espetáculo “Tangos e Tragédias”, protagonizado pela dupla de atores-cantores Nico Nicolaiewsky e Hique Gomez que, no palco, durante quase 30 anos (que seriam completados exatamente em 2014), interpretaram, respectivamente, os personagens sbornianos Maestro Pletskaya e o violinista Kraunus Sang. Leia mais »

Um esquerdista pode tudo

 

Publicado no Jornal O Globo, em 18/02/14 Leia mais »

CNJ - comentado no GNNJORNAL

Nassif,

Você levanta corajosamente, um tema da maior relevância para a sociedade brasileira. Leia mais »

Jornalista em excelente texto analisa a violência black bloc

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Em 10/02/14

Black blocs têm seu primeiro feito: um cadáver

Josias de Souza Leia mais »

Tio contesta decisão da juíza no Caso Lorena Baptista

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Lorena foi morta na frente do filho pelo ex-marido


Em meio a tantas decisões polêmicas, na última semana, a Justiça amazonense toma mais uma decisão que está causando muita discussão. Não bastasse o arquivamento de dois processos do prefeito Adail Pinheiro por que demorou-se a julgar, as autorizações para Raphael Souza, filho do ex-deputado Wallace Souza, já falecido, passar férias no Caribe, na última terça-feira (11 de fevereiro), a juíza Mirza Telma de Oliveira Cunha, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, julgou improcedente a denúncia do Ministério Público e absolveu sumariamente Milton César Freire da Silva, o dentista acusado de matar a ex-mulher dele, a perita da Polícia Civil Lorena dos Santos Baptista, no dia 5 de julho de 2010. Leia mais »