PARADOXOS "MADE IN PARÁ"

  

Andiroba, murumuru, buriti, cupuaçu, babaçu, ucuuba, pracaxi, patauá, castanha, açaí, cacau são alguns dos chamados produtos da sociobiodiversidade*. Formam junto com outras espécies os pés que mantém a floresta em pé.

Tem alta demanda de mercado, principalmente pelas industrias cosméticas para produção de sabonetes, cremes, shampoos e perfumes. E não são exclusividade dos grandes, já que fazem parte dos itens produzidos também pelos povos tradicionais e agricultores familiares da Amazônia, muitos deles organizados em cooperativas comunitárias.

Diante de todo esse potencial da economia da floresta, temos apoiado as comunidades da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns (oeste do Pará) através do Programa FLORESTA ATIVA, que prevê diversas ações (Saf’s, reposição florestal, etc), entre elas a montagem de unidades de beneficiamento para agregar valor a produção (óleos vegetais e essenciais, polpas e derivados), sempre melhor do que a venda “in natura”. O desafio é promover a inclusão social a partir da produção sustentável, um passo seguinte e que vai além de programas como o Bolsa-Família.

Para isso, começamos a fazer alguns levantamentos preliminares, e nos deparamos com a seguinte situação no Pará: em função  das diferentes alíquotas do ICMS (imposto de competência estadual sobre a circulação de mercadorias), em alguns casos  SAI MAIS EM CONTA ENCAMINHAR PRODUTOS DA NOSSA SOCIOBIODIVERSIDADE PARA PROCESSAMENTO EM SÃO PAULO DO QUE ENVIÁ-LOS PARA AS INDÚSTRIAS PARAENSES. Leia mais »

ECONOMIA CRIATIVA - O FIO DE ARIADNE

ECONOMIA CRIATIVA – O FIO DE ARIADNE

19 DE MARÇO DE 2014  Leia mais »

O que deu errado com o modelo do setor elétrico

Autor: 

Do Blog Infopetro

Por Luciano Losekann

Nesse ano de 2014, o chamado “Novo Modelo do Setor Elétrico Brasileiro” completa 10 anos. O modelo foi gestado como uma resposta à crise setorial que culminou no racionamento de 2001/2002 e um compromisso de campanha do presidente recém-eleito, Lula. Após um período de debate no ano de 2003, o modelo foi implementado através de duas medidas provisórias, posteriormente convertidas em leis, e cinco decretos entre maio e julho de 2004.

A principal motivação do novo arcabouço setorial era garantir a segurança do abastecimento. Para cumprir esse objetivo, o Estado retomou o papel de coordenador e planejador setorial e o regime contratual do setor foi modificado. No Ambiente de Contratação Regulado, as distribuidoras atenderiam 100% de sua necessidade através de contratos de longo prazo negociados através de leilões competitivos. Leia mais »

A biblioteca dos transeuntes falastrões

Autor: 

 

Quanto eu era pequeno, lá em PAN (Porto Alegre do Norte), minha mãe me impunha uma ardida missão. Era obrigatória a leitura. De acordo, com um acordo unilateral estabelecido por ela - feito com a melhor das intenções, a gente tem que respeitar o “tempo” das respectivas gerações -; o dever de realizar a leitura de um livro (a escolha do leitor), e fazer um resumo da obra, um a cada mês. Então eu arrumei um álibi, que contarei mais adiante. Importante agora que minha mãe sempre foi demasiadamente preocupada com a Educação lá em casa. Seu sonho sempre foi ver nós formados. (Acho que neste quesito até superei as expectativas).

 

 

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Novo Aeon

Aos Garis de Niterói, 5 Lições da Vitória dos Colegas no RJ

1) Fez cair a ficha da sociedade do quanto são importantes. Fazem o que ninguém quer fazer, e vão além fazendo o que o "cidadão" deixa de fazer. Justo que sejam bem remunerados e valorizados (em alguns países, são chamados de agentes ambientais). #VitoriadosGaris

2) Que pelego não tem mais vez. Sindicatos que não atuarem no cumprimento da missão pela qual foram criados serão engolidos nesses novos tempos. #Vergonha

3) Que nem tudo que vemos na mídia é. Fere nossa inteligência o destaque de que a tal greve era de uma minoria de 300, tendo uma cidade inteira emporcalhada e que até então era cuidada por 15 mil garis. #SeLiga

4) Que greve é greve. Quando a classe está unida, sabe o que quer, é um instrumento poderoso  mesmo com muitos "poderosos" contra. #FicaDica para as categorias de trabalhadores ainda pouco organizadas.

5) Que Era da Comunicação = diálogo. Alguém eleito pelo povo é empregado dele (não o patrão). #FicaDica pro Prefeito Eduardo Paes e outras categorias de políticos.

#ObrigadoGaris! Leia mais »

Carta aberta à Presidenta Dilma.

Autor: 

Minha cara Dilma,  você não me conhece e eu acho que também não a conheço.  Isto é, sei que você é a Presidenta do Brasil, inclusive com meu voto e a minha ajuda. Penso que isto não significa conhecer.  Mas eu confio em você e por isto eu a tenho apoiado todo este tempo.  Agora ando meio preocupado.  Você, e toda a torcida do Flamengo e do Corinthians,  sabem que fazer política no Brasil não é mole não.  Tem que estar preparada para engolir sapo.   Pois agora, minha querida Presidenta, eu acho que vai ter que engolir um grande sapo.   Trata-se deste motim nas hostes do PMDB.  Motim neste campo você está cansada de saber a causa, nem preciso lhe dizer.   Minha cara Dilma, eles precificaram o seu apoio e você tem que ir à compra.  Imagine o quanto eles podem conseguir se se venderem para a CIA!  Não dá nem para imaginar, não é?  Pois dê um lance que os mantenha saciado,  mas ao mesmo tempo consigam manter a cara e a "ética".  Faça isto antes que os "outros" o façam!  Depois é rezar para que os brasileiros, como eu, elejam uma boa bancada de deputados para a nova legislatura. Leia mais »

A transição elétrica: muito além da falta de chuvas

Autor: 

Por Ronaldo Bicalho, do Blog Infopetro

Por trás da crise elétrica se desenvolve outro enredo que apresenta consequências que vão muito mais além do que aquelas causadas pela eventual falta de chuvas. Mudanças profundas estão ocorrendo nas bases do setor elétrico brasileiro. São essas mudanças que irão ocupar a agenda do setor nos próximos anos, colocando no centro das discussões os problemas associados à transição elétrica. Do entendimento da natureza e do alcance dessa transição irá depender não só o futuro do setor, mas, o futuro do país. Leia mais »

A hipocrisia dos tratados internacionais!

Autor: 

Cada vez fica mais claro a hipocrisia dos tratados internacionais sobre armamentos nucleares.  Primeiro é de estarrecer que nada se comenta sobre as armas atômicas em posse de Israel.  Ao mesmo tempo que a maioria dos países são proibidos de desenvolverem suas próprias armas,  as potências donas do Conselho de Segurança da ONU,  estão a aprimorar as armas que tem, através de sua miniaturização e aumento da velocidade dos veículos transportadores.   Na guerra das Malvinas,  a Inglaterra passeou navios com armamentos atômicos pelas águas do Atlântico Sul.  Agora vem a notícia de que o Japão colocou sua indústria no caminho do desenvolvimento de armas nucleares.  Segundo a Agência de Notícias Kiodo, japonesa, os USA ofereceram e entregueram ao Japão, durante a guerra fria,  331 quilos de plutônio enriquecido.  Isto é suficiente para a produção de 40 a 50  bombas atômicas.   Por outro lado, um jornal de Hong Kong publicou recentemente matéria segundo a qual o Japão possui uma completa indústria nuclear e possui um grande estoque de plutônio ainda não enriquecido.  Isto é, ele está apto a produzir armamentos n Leia mais »

Seminário debaterá, no Rio, a descriminalização da maconha

Publicado no blog repórter de crime em 05/03/14 (o globo online)  Leia mais »

O Judiciário brasileiro inovou...(comentado no GGN JORNAL)

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Partindo-se da premissa de que: o homem é um animal político; as instituiçoes por ele criadas, não haveriam de ser diferentes.

Elas e, especialmente o Poder Judiciário, não foram criadas para dar ao homem uma dimensão que superasse a si mesmo, ao contrário, foi instituído para resolução de conflitos de interesse na vida em sociedade. E, lembrem-se que tipo de sociedade é a nossa: de abismal desigualdade social. Leia mais »

Aula do Ministro Barroso sobre o entendimento do outro

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AP 470: Ministro Barroso vota pela absolvição dos réus pelo crime de quadrilha

http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=261283

Segundo a votar no julgamento dos embargos infringentes apresentados contra o acórdão na Ação Penal (AP) 470, o ministro Luís Roberto Barroso se manifestou pela inocorrência da prática do crime de quadrilha em todos os recursos sob julgamento. Para ele, os autos apontam para a hipótese de coautoria, e não formação de quadrilha. Para caracterizar esse crime, disse o ministro Barroso, é preciso estar presente o dolo, a estabilidade e a unidade de desígnios, o que, segundo ele, não estaria provado nos autos.


No canal do STF no Youtube , no endereço http://www.youtube.com/watch?v=HNoQJ4f1mJY , é possível assistir todo o voto do Ministro Barroso.

A partir de 49 minutos no vídeo,  o Ministro Barroso inicia a explicação do seu voto ao Ministro Joaquim Barbosa. Leia mais »