Agência Pública de Jornalismo lança crowdfunding

Sugerido por marcelosoaressouza

A Agência Pública De Jornalismo Investigativo lançou seu crowdfunding (http://catarse.me/pt/reportagempublica)

Do site Catarse

Reportagem Pública

Um projeto de Jornalismo por Agência Pública

Leia mais »

Reportagem Pública: projeto de Jornalismo da Agência Pública

A Agência Pública De Jornalismo Investigativo lançou seu crowdfunding

http://catarse.me/pt/reportagempublica

Vídeos: 
Veja o vídeo
Reportagem Pública

Mídia Ninja e o jornalismo colaborativo e independente

Por Nilton Vasques

Comentário ao post "O jornalismo está em crise, mas as redes não são a resposta"

Despreparo ? Peraê, os caras fazem uma cobertura de dentro dos acontecimentos, fazendo o papel muitas vezes de ator dos atos, ao contrário da mídia tradicional que apenas grava com seus snipers e suas objetivas a metros de distância, e ao final fazem uma montagem a lá o Quarto Poder[2] totalmente dominados pelos interesses financeiros.

A única coisa que concordo parcialmente nesse texto, é quando ele cita o jornalismo investigativo, que tem sim seus méritos, porém outra vez limitados pela influência dos interesses políticos. Algo que o jornalismo independente e colaborativo não sofre, pois é plural. 

Poderia citar aqui o dossiê mais rápido da história, do manifestante Bruno que foi preso injustamente[1] e que foi construído com a colaboração de várias pessoas espalhadas pelo país que provavelmente nunca se viram e muitas nunca irão se conhecer. Isso é jornalismo investigativo independente e colaborativo. Leia mais »

Sobre a crise do modelo atual de jornalismo

Por Mauro Segundo 2

Comentário ao post "O jornalismo está em crise, mas as redes não são a resposta"

Sérgio, concordo com alguns pontos do seu texto, mas o problema está em comparar um  morimbundo com um embrião. Nós sabemos o caminho inexorável do morimbundo, mas não sabemos ainda no que vai dar o embrião. Nem feto é ainda.

A entrevista com o Paes é parte do caminho e do aprendizado, não é o ponto final. considero fato que o modelo atual de jornalismo é fadado ao fracasso. Está em crise não só no "modelo de negócio" mas na credibilidade (não pode, por exemplo, cobrir as manifestações sem ser escorraçado). A idéia de que o modelo sobreviverá pois sempre será preciso um "profissional para filtrar as informações" é uma falácia circular: são eles mesmo quem afirmam isso.

O tempo da televisão comercial via de regra é ridículo, as entrevistas e matérias são todas editadas, cortadas para caberem no tempo, os assuntos não são aprofundados. Sempre que assisto uma matéria sobre um algo que eu domine, percebo isso claramente. O compartilhamento de matérias e  vídeos na internet na íntegra, de forma que uma idéia possa ser exposta com início, meio e fim, com certeza vai suprir essa demanda. Leia mais »

A explosão do novo e o rompimento com o pensamento medieval

Sugerido por Amanda Nogueira Santos da Cunha

Comentário ao post "Mídia Ninja e Casa Fora do Eixo: a explosão do novo"

Tom Zé costuma dizer que ele nasceu na era medieval e que o tropicalismo trouxe o Brasil para a 2ª metade da revolução industrial. A explosão do tropicalismo é o reflexo do rompimento, nas artes, de uma juventude que negava e tentava resignificar todos os valores da sociedade impostos pela ditadura militar. Enquanto os militares organizavam a sociedade sobre os pilares da moral conservadora, o tropicalismo evocava todas os marcos de rompimentos artísticos e revolucionários com valores que oprimiam a sociedade de tal modo, que permitiam o surgimento dos gritos de novas vozes que anunciavam um tempo novo, como Gregório de Matos, que transformou a linguagem popular em poesia para desmascarar os costumes da velha igreja e da monarquia, igualmente patéticas, ou de Oswald de Andrade, que denunciou o modernismo paulista, composto pelos barões do café, e que resultou na semana de arte moderna, onde Oswald ridicularizou os modernistas a ponto de ser expulso do movimento.

O teatro de Zé Celso resgatou tudo isso em 1968 e foi o tiro que o tropicalismo precisava para se entender enquanto povo e poder ridicularizar a igreja conservadora, os militares e a sua ditadura, e a antiga moral medieval de que falava Tom Zé.

Dadas as devidas proporções, tive a mesma sensação que Tom Zé depois de assistir o programa Roda-viva que entrevistou a Mídia Ninja. Nossa mídia tradicional é tão medieval quanto os valores negados por Gregório de Matos, por Oswald de Andrade, pelo tropicalismo e pelo teatro de Zé Celso. Essa comparação me deu arrepios só de pensar o quanto essa forma de fazer comunicação de massas no Brasil, parou no tempo. Leia mais »

Os negócios da Globo nos EUA

Do O Cafezinho

Os mistérios da Globo no exterior

 

Continuemos onde paramos no post anterior, intitulado “Pizzolato é inocente, já a Globo“. Eu divulguei o documento de criação da DTH, uma corporação na Flórida, controlada pela Globo. Apenas no documento de fundação encontramos a referência à Globo. Nos outros, porém, aparece o mesmo endereço da emissora carioca, rua Afrânio de Melo Franco 135. A mesma empresa é citada no processo de concordata requerida pelos credores contra Globo:

Leia mais »

Por dentro da Casa Fora do Eixo

Sugerido por ulderico

O jornal Cruzeiro do Sul, aqui de Sorocaba, fez ótima reportagem sobre a casa fora do eixo, dividida em duas partes:

Do Jornal Cruzeiro do Sul

Entre, a casa é sua... De verdade!

Na Casa Fora do Eixo, onde os portões nunca fecham, não existe o conceito de posse individual; até roupas são pertencentes ao grupo todo e não são propriedade privada
 
Notícia publicada na edição de 31/07/11 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 003 do caderno C - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
 
Maíra Fernandes

Agora sim, depois de apresentado os principais conceitos da rede de coletivos, podemos, enfim, adentrar a tão famosa casa de número 282, na rua Scuvero, no bairro do Cambuci, onde o conceito de posse não é pessoal e sim público.
 
Com os portões sempre abertos, movimentação de pessoas fora e dentro, a primeira impressão pode remeter a uma república de jovens estudantes, com muros grafitados e som rolando no quintal. Mas isso fica no campo das impressões mesmo.
Leia mais »

O jornalismo está em crise, mas as redes não são a resposta

Por Sergio Leo

Comentário ao post "Mídia Ninja e Casa Fora do Eixo: a explosão do novo"

Bem vinda a midia ninja e as alternativas geradas para o jornalismo por esse novo mundo das redes. Mas isso de "multiplas parcialidades" foi o que o século XVIII viu na Revolução Francesa, dos milhares de panfletos, folhas e jornais distribídos e produzidos coletivamente, colados em paredes (o facebook da época) e quetais. Dessa cacofonia, criaram-se pontos focais de informação abrangente e confiável, sempre sujeitos a contestação e evoluções, que se convencionou chamar imprensa. 

O modelo do jornalismo tradicional está em xeque porque é caro, tornou-se presa da financeirização que comanda a produção hoje em dia e não encontrou forma de se sustentar e superar os desafios da Internet e das novas maneiras de lidar com a informação, baseadas em modos de consumo fragmentados, zapeados, às vezes até com déficit de atenção. Mas não serão as casas colaborativas com jornalismo feito intiuitivamente que consolidarão uma alternativa. Leia mais »

A improvisação de Capilé e o baile no Roda Viva

Sugerido por Fulvia di Moro

Do Tribuna da Imprensa

Pablo Capilé massacrou a todos no ‘Roda Viva’. Nunca assisti improvisação verbal como essa.

Helio Fernandes

O programa da TV Cultura Roda Viva nunca entrou no meu roteiro ou na minha programação do fim de noite. Anteontem, quebrei essa rotina, queria conhecer os líderes do Mídia Ninja, Pedro Torturra e Pablo Capilé. Não sabia como eles eram, nem física nem mentalmente.

Nos primeiros 40 minutos, Pablo Capilé me assombrou. Falou sem parar por duas vezes. A primeira, 9 minutos, a segunda, outros 12. Massacrou a todos. Há muito tempo não via alguém pensar em tal PROFUNDIDADE e expor com tal VELOCIDADE.

Nos dois monólogos, sem hesitação, voz firme e segura, nenhuma parada sequer para respirar ou beber água. Os entrevistadores (?) desnorteados e desencontrados, acompanhavam a sua fala magistral, não tiravam os olhos dele. E quando parou, e cabia a eles perguntarem, desfilaram uma quantidade de tolices, bobagens, coisas sem importância. Nada que merecesse resposta. Leia mais »

Algumas análises sobre a Casa Fora do Eixo

Sugerido por marcelosoaressouza

Comentário ao post "Mídia Ninja e Casa Fora do Eixo: a explosão do novo"

Para refletir o outro lado da moeda, longe, bem longe do PIG....

Do Trezentos

O COLETIVO “FORA DO EIXO” E O LADO OCULTO DA LUA

Por Carlos Henrique Machado Freitas

“A função de um Ministério da Cultura é mobilizar seres humanos e mantê-los mobilizados. De que forma? Garantindo e dando subsídios ao povo para expressar-se, manifestar-se através de sua arte e de seus saberes. A função essencial da cultura é manter-nos vivos, pensantes e humanizados. A junção de cultura e mercado é um movimento que não foi gerado pelo povo, mas por uma pequeníssima porção da sociedade que detém o controle da economia. O movimento que nós, povo, temos feito, é de frear esse movimento frenético iniciado pela indústria cultural.” (Aressa Rios). 

Minha pergunta sobre o Coletivo Fora do Eixo está relacionada com as fronteiras do debate em diversos níveis que surgiram das ruas nas manifestações. O que observei foi o limite, o desinteresse ou a incapacidade deste coletivo em debater uma das maiores perdições que assolam a cultura brasileira, que são as numerosas frações de recursos públicos concentradas nas mãos de tão poucos grupos empresariais, como é clássico do processo de expansão da racionalidade capitalista.  Leia mais »

O surgimento do novo, agora e nos anos 70

Por Centelha

Comentário ao post "Mídia Ninja no programa Roda Viva"

Atualizado às 11h33

Vi um fragmento do programa. E confesso: gostei do que vi e ouvi. Muito mais do que esperava.

Os meninos do Mídia Ninja são arrojados, como se pode ser aos 20 e poucos anos. Têm agilidade mental invejável. São combativos e articulados. Não se deixam intimidar.

Mas, para minha surpresa, são também humildes; muito mais, pelo menos, do que eu era aos 20 e poucos anos.  

Não ostentam a arrogância ignorante e tosca de muitos "anonymous" que postam comentários na blogosfera.

Emitem sinais animadores de compromisso com leitura, debate, reflexão e interlocução teórica: esforço para decantar um referencial que lhes permita orientar-se em meio aos oceanos de informação da era Internet. 

Sua inclinação política é, decididamente, para a esquerda.

Superaram a etapa infantil dos que se posicionam "contra tudo o que está aí", decretam ruptura com o que consideram "velho" sem se dar ao trabalho de revisar o legado de séculos do pensamento humano.  

Mas não se furtam à responsabilidade de inventar o novo, que cabe a cada nova geração.

Ouvindo-os, lembrei-me de quando Lula "puxou" a criação do PT, junto com um grupo heterogêneo de jovens militantes (sindicalistas, gente das Comunidades Eclesiais de Base, militantes da esquerda organizada, "independente", etc.). Leia mais »

Mídia Ninja no Roda Viva e o paradigma de Thomas Khun

Por Mauro Segundo 2

Comentário ao post "Mídia Ninja e Casa Fora do Eixo: a explosão do novo"

"Foi praticamente impossível os entrevistadores entenderem essa lógica".

Acho que o conceito de paradigma de Thomas Khun se aplica de alguma forma aqui. Estamos vendo uma ruptura. Os entrevistadores não entendem porque raciocinam dentro do paradigma antigo. Querem buscar soluções para a crise dentro do modelo em crise. Não vão encontrar, o modelo ruiu, é isso que os dois entrevistados apresentaram a eles: um novo modelo, uma nova forma de pensar, de resolver o problema, de raciocinar, uma nova visão de mundo. Se os entrevistadores não entenderem isso (o que está por baixo da linha da água) não vão entender o resto, e vão ficar debatendo a ponta do iceberg. Leia mais »

O ato nacional de protesto contra a Globo

Sugerido por Janah

Do blog Amigos do Presidente Lula

Ato Nacional Ocupa Rede Globo ocorre hoje as 16:30hs 

Comunidades no facebook marcaram ato Ocupa Rede Globo, hoje (quarta) às 16:30hs, para protestar na porta da emissora.

Será que o Jornal Nacional vai noticiar?


O link dos eventos :
Rio: https://www.facebook.com/events/477086195707648/
São Paulo: https://www.facebook.com/events/477047095715005/ Leia mais »

Mídia Ninja e Casa Fora do Eixo: a explosão do novo

Autor: 

Coluna Econômica

A entrevista dos representantes dos Ninja ao Roda Viva é mais um capítulo relevante do extraordinário processo de mudanças na sociedade brasileira, impulsionado pelas redes sociais. Foi de deixar a direita indignada e a esquerda perplexa.

Mas, principalmente, foi reveladora da verdadeira ruptura ocorrida no país - na política, na cultura, na mídia - com o advento das redes sociais e de seus pensadores. Reveladora porque a bancada de jornalistas, bem escolhida - com o que de melhor existe na imprensa tradicional -, foi incapaz de entender e explicar o novo ou contrapor argumentos minimamente sólidos à visão de mundo da rapaziada.

***

O novo é representado pelo trabalho em rede, colaborativo, com formas de produção já identificadas por clássicos modernos, como o espanhol Manuel Castells e pela não compartimentalização de ideias, grupos ou trabalho.

Os dois entrevistados representam esse modelo, Capilé como representante da Casa Fora do Eixo – que trabalha com coletivos culturais -  e Bruno Torturra, da Mídia Ninja – que trabalha com coletivos midiáticos. Ambos são portadores do que chamam de “nova narrativa” – uma maneira diferente de pensar, entender e explicar os fenômenos atuais.

Ficou extremamente didático o contraste entre as duas formas de pensamento. No pensamento antigo tudo é compartimentalizado – posições ideológicas, partidos políticos, formas de fazer jornalismo, modo de produção. Na nova narrativa há a explosão de todas as formas de compartimentalização e o estímulo a toda forma de trabalho coletivo, em rede.

*** Leia mais »

Ninja dá um baile na bancada do Roda Viva, por Renato Rovai

Sugerido por Assis Ribeiro

Do blog do Rovai

Mídia Ninja dá um baile na bancada do Roda Viva

06/08/2013 | Publicado por Renato Rovai em Geral

Pablo Capilé e Bruno Torturra estiveram na noite desta segunda-feira no Roda Viva da TV Cultura. Deram um show e uma aula de comunicação para uma bancada que parecia atordoada e sem conseguir entender o que está acontecendo por fora das corporações midiáticas.

A bancada do programa foi coordenada pela última vez por Mário Sérgio Conti, que será substituído pelo glorioso Augusto Nunes. Além dele, participaram do debate Eugênio Bucci, Caio Túlio Costa, Suzana Singer e Alberto Dinnes. Por parte de alguns, o espetáculo foi deprimente. Sem exagero.<--break-> Leia mais »

Vídeos: 
Veja o vídeo