A coleta seletiva do lixo nos municípios, por Paulo Paim

Por Demarchi

Coleta seletiva de lixo I

Sul 21 - Paulo Paim

Temos ainda muitos problemas fundamentais a resolver em nosso País, apesar de termos alcançado posição de destaque no ranking econômico mundial. Educação, saúde, segurança pública e infraestrutura estão entre os mais urgentes, para citar apenas alguns exemplos. Por mais que tenhamos avançado na solução dessas questões, ainda há muito que fazer para chegarmos ao patamar dos países ditos desenvolvidos.

A coleta seletiva do lixo nas nossas cidades é um assunto com muita repercussão na vida da população, não apenas do ponto de vista da saúde, mas também no que tange à preservação do ambiente.

Para entendermos melhor essa questão, vamos examinar inicialmente os números mais atualizados sobre o tratamento dado no País aos chamados resíduos sólidos urbanos. São dados provenientes de uma pesquisa da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (ABRELPE), realizada em 400 municípios brasileiros – uma amostragem bastante significativa, já que neles vivem 51% da população urbana do Brasil.

Em destaque, segundo o Panorama, vem o fato de que 58,1% do total de resíduos coletados, em 2011, seguem para aterros sanitários, ou seja, têm disposição adequada.

Se esse número é positivo, temos, de outra parte, que 75 mil toneladas diárias de lixo ainda não têm a destinação correta, sendo encaminhadas para lixões e aterros controlados, com sério prejuízo ambiental e para a saúde da população.

A quantidade de resíduos sólidos urbanos coletada no Brasil aumentou de 173,5 mil toneladas/dia, em 2010, para 177,9 mil toneladas/dia, no ano passado.

Esse aumento ocorreu em todas as regiões do País: na região Norte cresceu de 82,22% do total produzido para 83,17%; no Nordeste passou de 76,17% para 76,71%; no Centro-Oeste foi de 89,88% para 91,3%; no Sudeste evoluiu de 95,87% para 96,52%; e na região Sul o crescimento foi de 91,47% para 92,33%.

Em termos nacionais, a destinação adequada desses resíduos sólidos, em 2011, alcançou 58,1% do total produzido, contra 57,6% no ano anterior, um avanço muito pequeno em relação ao desejável.

De 2010 para 2011, foram criados 30 aterros sanitários, o que permitiu a erradicação de 34 lixões e de quatro aterros controlados. Paradoxalmente, entretanto, a quantidade de resíduos sólidos disposta inadequadamente aumentou: ela passou de 42,2 para 43 toneladas/dia depositados em aterros controlados, e de 31,4 para 31,6 lançados em lixões a céu aberto. A explicação é simples. Cresceram a população e a quantidade de lixo que ela produz.

Em todo o território nacional, a produção de resíduos sólidos aumentou 3.424 toneladas por dia, de 2010 para 2011. Em resumo, temos aí uma constatação grave: os esforços para melhorar a disposição de resíduos sólidos não estão sendo suficientes sequer para atender o crescimento da demanda!

Para uma população urbana de 162,3 milhões de habitantes, ainda em ritmo de crescimento, a aplicação de recursos na coleta de resíduos sólidos urbanos cresceu – pouco, mas cresceu – de 2010 para 2011: passou de R$ 3,71 para R$ 3,94 mensais por habitante.

Nos demais serviços de limpeza urbana, que incluem a destinação final dos resíduos sólidos, varrição, capina, limpeza e manutenção de parques, jardins e córregos, entre outros, também houve um pequeno aumento dos recursos investidos, que passaram de R$ 6,24 para R$ 6,43 mensais por habitante, entre 2010 e 2011.

Outro aspecto preocupante em relação ao assunto disposição de resíduos sólidos é o da coleta seletiva do lixo. Essa prática foi definida pela Lei nº 12.305, de 2010, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, como “a coleta de resíduos sólidos previamente separados de acordo com sua constituição e composição, devendo ser implementada pelos municípios como forma de encaminhar as ações destinadas ao atendimento do princípio da hierarquia na gestão de resíduos sólidos, dentre as quais se inclui a reciclagem”.

É preciso considerar também, para o correto entendimento dessas informações, que em muitos municípios as atividades de coleta seletiva não abrangem a totalidade da área urbana e podem estar restritas à disponibilização de pontos de entrega voluntária ou à execução dos serviços por meio de cooperativas de catadores. Dito isso, examinemos o que os números nos revelam.

A primeira constatação é de que quanto maior a população das cidades, maiores as chances de existência de iniciativas de coleta seletiva. 93% dos municípios com mais de 500 mil habitantes urbanos têm iniciativas de coleta seletiva.

Esse percentual cai para 86% nos municípios entre 100 mil e 499.999 habitantes; despenca para 33% nos de população urbana entre 50 mil e 99.999 habitantes; e volta a subir para 42% nos municípios com até 49.999 habitantes na área urbana.

Esses números ainda bastante insatisfatórios ajudam a entender a estimativa da ABRELPE de que apenas 3.263 municípios brasileiros – 58,6% do total – tinham iniciativas de coleta seletiva em 2011.

Em 2010 esse número era de 3.207, o que dava um percentual de 57,6% do total de municípios. O crescimento de um ano para o outro foi pífio, como se pode perceber por esses números.

Entre as regiões brasileiras, o Sudeste é o que tem mais avançou nesse sentido, com 80,1% dos seus municípios promovendo iniciativas de coleta seletiva, seguido de perto pelo Sul, com 78,8%. Depois vêm a região Norte, com 46,5%; o Nordeste, com 36,3%; e o Centro-Oeste, com apenas 28,1%.

Como se vê, ainda há muito dever de casa a fazer nesse campo em quase todo o Brasil.

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Pontos De Coleta De Pilhas E Baterias Usadas | Lixo Eletrônico :

http://futurambiental.com/pontos-de-coleta-de-pilhas-e-baterias-usadas-lixo-eletronico/

PONTOS DE COLETA

Pilhas e baterias usadas/ lixo eletrônico

Estas informações indicam os pontos de coleta para auxiliar sobre o correto descarte de pilhas, baterias e materiais eletrônicos.

Conheça sobre a reciclagem de pilhas e baterias acessando o site:http://www.valvolandia.com.br/OBJ/openExtra.asp?extra=10

COLETA NACIONAL

Banco Real – Pontos de Atendimento mais Próximos – Nacional
http://webservices.maplink2.com.br/bancoreal/buscaEndereco.aspx

Drogaria São Paulo – Nacional
http://www.drogariasaopaulo.com.br/lojas.asp

Sony
http://www.sony.com.br/electronicos/inst_meioamb-sp_recolhimento.crp

Siemens
http://www.selecoes.com.br/revista_leia_aqui_artigo.asp?id=2441#topo

Nokia
http://www.nokia.com.br/A4523049

Motorola
http://www.motorola-rm.com/ecomoto/br/Oque.aspx

TIM
http://www.tim.com.br

Claro
http://www.claro.com.br

Vivo
http://www.vivo.com.br

Mundo Verde
http://www.mundoverde.com.br/2008/Loja.asp

SÃO PAULO

USP Recicla
http://www.poli.usp.br/recicla/midia/Coleta_de_Pilhas_e_Baterias2.pdf

ZF Sachs do Brasil
http://www.sachs.com.br/PO/Default.asp?pagina=0000000000.asp

Ecolmeia 
http://www.ecolmeia.com/contato.htm

Instituto Triângulo 
Link

Sucatas.com – Bairro da Lapa
http://www.sucatas.com/noticia378.shtml

Prefeitura Municipal de Caçapava
http://www.cacapava.com.br/final/noticias.aspx?id=2270

Fundação Bradesco Marília
http://www.tim.com.br

LOCAIS QUE ACEITAM A DOAÇÃO DE COMPUTADORES E PERIFÉRICOS USADOS PARA A MONTAGEM DE CENTROS DE INFORMÁTICA:

Oxigênio – http://www.oxigenio.org.br
A Oxigênio Desenvolvimento de Políticas Públicas e Sociais é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, constituída em 1988. Implantou o Centro de Recondicionamento de Computadores , localizado no Espaço Social Oxigênio em Guarulhos/SP. Tel: (11) 3051-3420.

CDI – http://www.cdisaopaulo.org.br
O Comitê para Democratização da Informática é uma organização não-governamental sem fins lucrativos que, desde 1995, desenvolve o trabalho pioneiro de promover a inclusão social utilizando a tecnologia da informação como um instrumento para a construção e o exercício da cidadania. Tel: (11) 3822-0970.

Meta Projeto – Acessa São Paulo
http://www.acessasp.sp.gov.br/html/modules/xt_conteudo/index.php?id=42
O MetaProjeto é uma inovação do Programa Acessa São Paulo, com o objetivo de servir como um espaço de oficinas para o público do Parque da Juventude na área de manutenção e montagem de computadores, experimentação e desenvolvimento de tecnologia, a partir de computadores reciclados. Tel: (11) 2221-1826.

ABRE – Associação Brasileira de Distribuição de Excedentes
http://www.abre-excedente.org.br
Recebe doações de diversos tipos de eletrônicos, como computadores e televisores e os distribui a entidades sociais. Tel: (11) 5052-0736.

INSTITUIÇÕES QUE POSSUEM BAZARES E ACEITAM DOAÇÕES DE OBJETOS ELETROELETRÔNICOS:

Centro Espírita Nosso Lar – Casas André Luiz – http://www.andreluiz.org.br
A instituição aceita todo o tipo de usados, desde televisores, computadores, videocassetes e celulares até cartuchos vazios de impressora e placas de computador, mesmo com defeito e produtos quebrados. Agenda com o doador a entrega. Válido para a Grande São Paulo. Tel: (11) 6459-7000.

Hospital Albert Einstein – http://www.einstein.br
O Hospital recebe cartuchos ou toners usados. Tel: (11) 3747-3580.

AACD – http://www.aacd.org.br
Recebe eletrodomésticos e eletroeletrônicos em condições de uso. Tel: (11) 5576-0811.

Associação PRÓ-HOPE – Apoio a Criança com Câncer – http://www.hope.org.br
Recebe eletrodomésticos e eletroeletrônicos em condições de uso. Tel: (11) 5087-7999

Fundação Dorina Nowill Para Cegos – http://www.fundacaodorina.org.br
Recebe eletroeletrônicos em condições de uso. Tel: (11) 5087-0977.

Exército da Salvação – http://www.exercitodesalvacao.org.br
Recebe eletrodomésticos e eletroeletrônicos em condições de uso. (11) 5562-2282

Museu do Computador – http://www.museudocomputador.com.br
Recebe doações de todos os equipamentos relacionados ao computador, além de telefones, máquinas de calcular, máquinas de escrever, video games, impressoras de todos os tipos e peças de computadores: teclado, monitores, mouse e fontes (mesmo sem funcionar). Tel: (11) 4666-7545

ESPÍRITO SANTO:

Shopping Vitória
http://www.shoppingvitoria.com.br/site/comercializacao.asp

SANTA CATARINA:

Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC
http://www.acaojr.com.br/open.php?pk=35&fk=2&id_ses=8

Prefeitura de Passos Maia
Link

PARANÁ:

Prefeitura de Guaratuba
Link

RIO GRANDE DO SUL:

Banrisul
http://www.mp.rs.gov.br/imprensa/clipping/id74934.htm

RIO DE JANEIRO:

Prefeitura de Petrópolis
http://www.itaipavanews.com.br/?item=NTbfCJf514422

MINAS GERAIS:

Prefeitura de Inconfidentes
http://www.inconfidentes.mg.gov.br/noticiacp.php?codigo=14

Colégio dos Jesuítas
Link

TV Alterosa
Link

DISTRITO FEDERAL:

Fecomércio
http://portal.fecomerciodf.com.br/portal/noticias/article.php?storyid=1318

ACRE:

Comércio de Rio Branco
http://www.pagina20.com.br/09052004/c_0409052004.htm

Colabore com a lista enviando mais endereços de pontos de coleta que conhece para o e-mail:[email protected]

 

Demarchi

 
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Demarchi

Descarte de medicamentos vencidos ou em desuso :

 Redução do impacto ambiental

 A Droga Raia criou em 2010 um comitê multidisciplinar de sustentabilidade com o propósito de alinhar a compreensão desse conceito dentro da Empresa e definir uma nova forma de atuação. A Empresa também avaliou seus processos internos do ponto de vista de impacto ambiental e, a partir de uma análise inicial do comitê, definiu suas prioridades de atuação.


Resíduos de Medicamentos Vencidos ou em Desuso - Programa Descarte Consciente
Estima-se que para cada quilo de medicamento descartado no lixo comum ou na fossa sanitária, cerca de 450 mil litros de água são contaminados (veja no infográfico a seguir). Compreendendo a dimensão desse impacto ambiental, a Droga Raia buscou uma solução para a correta destinação de medicamentos vencidos ou em desuso, cuja coleta foi liberada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) por meio da RDC 44..

 

A Empresa chegou então a um projeto pioneiro, denominado Descarte Consciente, que prevê a disponibilização de pontos de coleta de medicamentos nas lojas da Droga Raia por meio do display Ecomed, fabricado pela empresa BHS. O uso é prático: o cliente pode ler as instruções no visor do próprio display antes de manuseá-lo. Estão disponíveis na máquina três espaços para descartar diferentes materiais: comprimidos e pomadas, líquidos e sprays, além de embalagens. Tudo o que é depositado, fica armazenado no display até que a coleta seja realizada. Uma funcionalidade batizada de "preservômetro" mede o acúmulo de medicamentos descartados e mostra ao que esse número equivale em termos preservação do meio ambiente.

Implantado inicialmente como um projeto piloto, a Ecomed já está instalado em 213 lojas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. 

Em fevereiro de 2012, pouco mais de 1 ano após seu início, o projeto comemorou a sétima tonelada de medicamentos arrecadados. Com o projeto implementado em 213 lojas a capacidade de coleta é de cinco toneladas por ano - ou 2.250 milhões litros de água que deixarão de ser poluídos. 

Veja aqui as lojas participantes.

 

http://www.drogaraia.com.br/RaiaEcommWeb/reducaoimpacambiental.do

 

Demarchi

 
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Vergetti

Concordo com Rodrigues, mas convenhamos, a nossa população é muita suja, impressionantemente suja! Estive à porta de uma sala de aula na universidade com um velho amigo professor que havia sido convidado por mim para fazer uma fala. O convidado tem diversos prêmios da academia e procede de uma família de muitas posses, ou seja,  estudou desde os tempos de criança em escolas de primeira linha, mas ao abrir a sua carteira de cigarros simplesmente largou no chão a película de plástico que envolvia a parte de cima.  Fiquei abismado, minha reação foi apenas me abaixar, apanhar "o lixo" e colocá-lo no meu bolso. Ele observou a cena e agiu como se nada tivesse ocorrido. Boa parte da casa grande parece fazer isso por mero autoritarismo. Cuspir, largar copos de plástico pelas ruas ou papel, latinhas de cerveja para fora dos veículos nas pistas e estradas é algo tão corriqueiro como beber água e fazer cocô.  

 

Vergetti

 
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mfdmanz

Para municípios com menos de 50 mil habitantes o aterro sanitário é prioridade, ou os aterros controlados atendem bem?

Os investimentos em com resíduos não devem ser confrontados com agua, esgoto e drenagem para saber quais sao as maiores prioridades?

 
 
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nene

Este é um problema que está, literalmente, sob nossos narizes e sob os narizes tambem, imagino, dos ecologistas. No entanto, não se ve  qualquer um deles mover um palha neste sentido. Estão todos preocupados

com as hidreletricas na Amazonia. É absolutamente impressionante. A cidade de São Paulo gera 17 mil toneladas diarias de lixo e tem coleta seletiva em cerca de 1 %. Ecologistas, uni-vos para as causas corretas !!!!

 
 
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maria rodrigues

Esse tema tem sido recorrente aqui e alhures, mas, a bem da verdade, o Brasil está longe de ser um país desenvolvido nesse mister.

Não adianta muito eu ter consciência de separar os diversos lixos se em cada cidade onde moro o outro nada faz, enquanto as prefeituras são as primeiras a darem mal exemplo. Com a eleição de novos prefeitos as televisões andam mostrando muitas cidades que sofrem com o descaso dos prefeitos. São lixos e muito lixo mesmo espalhados pelos bairros. Em Natal, um secretário municipal teve o displante de dizer na tv local que o povo era o responsável pelo lixo jogado nas ruas. O povo tem sua parcela de responsabilidade, mas se a Prefeitura não envia os carros para coletar esses lixos, o que resta ao povo, senão tirá-los de suas casas na esperança que  o governo faça a sua parte? São coisas que causam muita indignação ao povo, que paga uma baba de impostos e taxas.

Outro dia li que em um condomínio com diversas torres é feita coleta seletiva do lixo pelos moradores. O síndico fez acordo com uma empresa, que se encarrega de diariamente levar tudo para reciclagem. Ou seja, nem precisa de caminhão da Prefeitura. Isto poderia ser apenas uma forma de divulgar o sucesso do condomínio e da dita empresa como exempl a ser seguido.

A prefeitura poderia, também, agir de uma forma mais conscienciosa, disponibilizando caminhões apenas para lixo orgânico e outro para lixo seco.

O assunto é polêmico, dá panos pras mangas, mas encerraria minha participação aqui apenas com um dado: de há muito juntei uma quantidade enorme de medicamentos com datas vencidas, e continuo juntando porque não encontro quem diga o que fazer desse lixo, e eu mesma não tenho coragem de descartá-lo de qualquer jeito. As farmácias, que descartam os mesmos produtos, não aceitam descartar de particulares. São essas pequenas coisas que me deixam aflita e preocupada, pois queria muito ver esse problema resolvido aqui no Brasil, mas parece que estamos longe de soluções, se é que um dia elas virão.

 
 
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Demarchi

Além da Droga Raia, lojas dos supermercados Pão de Açúcar e Extra também oferecem postos de coleta de medicamentos vencidos. As Unidades Básicas de Saúde da Prefeitura de São Paulo também mantêm postos para o descarte de medicamentos. 

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,rede-de-farmacias-oferece-servico-de-descarte-de-medicamentos,681999,0.htm

 

Demarchi

 

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