Brasil quer ser o centro financeiro internacional

Da Folha

Projeto quer transformar Brasil em centro financeiro da América Latina

Governo e setor privado discutem mudanças nas regras cambiais, tributárias e de funcionamento dos mercados para tornar o Brasil referência financeira na América Latina.

A ideia é que o país seja um centro regional, concentrando o fluxo de entrada e saída de recursos dessa região.
Com isso, além de abrir capital das suas empresas na Bolsa brasileira para vender ações a investidores estrangeiros, os países vizinhos poderão, a partir do Brasil, distribuir suas aplicações nos mais variados tipos de mercado mundo afora.

A exemplo do caminho traçado por Madri, na Espanha, e Miami, nos EUA, São Paulo seria uma espécie de "hub" da América Latina (expressão usada para identificar aeroportos que são os principais centros de operações de voos comerciais), deixando para trás Santiago (Chile), que trabalha ideia semelhante na região.

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36 comentários
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luisnassif

Concordo. Não conseguem enxergar que São Paulo é muito maior do que seus políticos ou sua imprensa.

 
 
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Andre Araujo

Deve ser o caso de centenas de milhares de professorinhas de nossas escolas fundamentais, de milhares de medicos de postos de saude nas periferias, de policias militares, que no seu alto entendimento são todos "samangos" despreparados que não conseguem ser mais nada na vida. Triste avaliação. Preconceito rasteiro é isso ai. A conclusão só pode ser uma : deixemos tudo como está.

 
 
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Michel Pereira

O sudeste consome muitos produtos feitos no Nordeste, dentre eles estão peças de carros e computadores. Pense nisso.

 
 
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melcart

Sendo bem sincero? Atualmente está nojento ler qualquer discussão, sobre qualquer tema.

O país tá com problema? Culpa de SP! Ou culpa do Lula! Pegou resfriado? Culpa de SP! Ou do Lula! Perdeu a namorada? Idem! Unha encravada? Outra vez!

O mundo tem mais cores que esse ódio reprimido de muitos antipaulistas.

Sabe como vcs avaliam SP? Igual o cara que vive frequentando prostíbulo e acha que todas as mulheres do mundo são iguais aquelas que ele viu lá. O mundo deles é só isso.

Muitos aqui estão iguais, não conseguem ver outra coisa a não ser crítica contra SP.

Não sei se o Nassif vai liberar esse comentário, mas é um desabafo.

 
 
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melcart

Vc tem todo o direito de não gostar de SP, mas dizer que o resto do país trabalha pra sustentar SP é o cúmulo do ódio reprimido.

Tem horas que acho que alguns aqui perderam a namorada pra algum paulista, daí talvez tanto ódio e ressentimento.

 
 
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Paulo

Só uma ignorância completa do papel crucial das finanças para o sucesso de qualquer economia moderna para motivar alguns comentários estúpidos que vi por aqui. "Cassino global"? O que o brasileiro comum tem a ganhar com isso? Impressionante... E Santiago não tem nenhuma chance contra São Paulo em uma tal disputa. Não só temos recursos humanos fantásticos na área, de nível mundial, como, bem, o Estado de São Paulo sozinho tem uma economia duas vezes maior que a chilena. Chile moderninho, aberto, competitivo, mas o Brasil é tão, mas tãããão maior, que ganhamos na força bruta, por falta de sutileza técnica hehe

 
 
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Alexandre Weber- Santos/S.P.

A sabedoria Chinesa no Tao Te King, já dizia que quanto mais complexas forem as regras para controlar os humanos, mais sofisticadas ainda serão as estratégias destes para burlá-las.

Não existe regulamentação possível para um dinheiro que é criado do nada e trafega por um sistema financeiro global instantâneo.

A mudança têm de ser pela raiz da distorção, o dinheiro que deverá obedecer a um acordo pela prosperidade de todos que o firmarem, Brasil incluso.

Em outras palavras, o troca-troca à moda imperialista, "eu dou, depois você me comê " vai acabar.

 
 
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Sérgio Baker

Caro André Araújo,

Quem trabalha por soldos irrisórios e cumpre tarefas pesadas e arriscadas são indivíduos despreparados, que não conseguem ser mais nada na vida.

Para comprovar basta conversar com algum samango, que, normalmente, não consegue alinhavar duas frases com sentido.

 
 
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Ivan Moraes

Nao.

 
 
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Andre Araujo

Então precisa achar verba para os quarteis poderem dar o rancho às quartas feiras, não se serve por falta de recursos, a tropa vai para casa mais cedo. O Chile tem 46 caças modernos e está recebendo mais 16, com o que terão 62 aviões de caça da categoria do Rafale, claro que não tão novos.

Proporcionalmente à população temos as menores Forças Armadas da America Latina considerando o pessoal da ativa. O que o Brasil tem de superior a toda a America Latina, tendo apenas o Chile no mesma categoria, é a qualidade do corpo de oficias e o alto nivel das escolas militares, estrutura de primeira linha que se manteve graças ao patriotismo de nossa oficialidade e apesar do agressão sem treguas da esquerda burra à nossa Instituição Militar, atacada incessantemente por grupos ideologicos radicais. É um verdadeiro milagre que ainda subsista no Brasil uma organização militar de primeira linha. após 25 anos de penuria de verbas, de sucateamento do equipamento bélico, de permanente hostilidade dos governos e atitude de desprezo cultivada em certos meios politicos com poder de decisão. O que mantem de pé a Instituição Militar brasileira é uma historia de 400 anos, um patriotismo raro e uma abnegação que faz pessoas valorosas trabalharem por soldos irrisorios, sem esmorcerem nas tarefas mais pesadas, dificeis e arriscadas.

 
 
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Ivan Moraes

Em outras palavras, o Brasil cumpriria a medio-termo o papel que esta fazendo agora, um substituto TEMPORARIO para "louros de olhos azuis".

E depois terminaria com uma mao na frente e outra atraz.

Nem o detalhe de um lobista do banco central brasileiro envolvido na historia faltou.

Voce soa verdadeiro, Indio.

 
 
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Spassos-RJ

E o que nós, brasileiros comuns que não temos grandes fortunas para investir, vamos ganhar com isso ?

 
 
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Andre Araujo

Esse ai é o Nézinho do Jegue , aquele que enchia a cara e andava pela rua dizendo "" Morra Odorico". Não fala coisa com coisa.

 
 
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Índio Tupi

Aqui do Alto Xingu, os índios informam que essa idéia de se criar um centro financeiro internacional no Brasil data dos anos 1970, quando a Associação de Bancos do Estado do Rio de Janeiro tentou vendê-la.

Posteriormente, em 1981, quando já se avizinhava o estouro da crise da dívida externa, que, logo em seguida, explodiu no México em agosto daquele ano, o Banco do Brasil apresentou um projeto a esse respeito em um seminário internacional de bancos realizado no Rio de Janeiro.

Era evidente a essa época que o Brasil também seria atingido pela crise da dívida externa que afetou os paises em desenvolvimento desde que, em 1979/80, Paul Volcker, então Presidente do Federal Reserve, jogou a taxa de juros norte-americana para a estratosfera (para aqueles que ainda não eram nascidos, a taxa dos Fed Funds foi para 22% .a.a!).

Ou seja, essa elevação inusitada das taxas norte-americanas objetivava extrair dos países endividados o máximo possível de recursos a fim de reduzir as perdas dos bancos norte-americanos antes que ocorresse o estouro da crise do endividamento.

De modo que, o Projeto da Criação de um Centro Financeiro Internacional no Brasil visava fazer um agrado à banca internacional no momento em que se avizinhava uma abrupta interrupção de empréstimos externos ao País.

A idéia não foi à frente porque o que se pretendia, na verdade, era a criação de um centro financeiro "offshore", ou seja, um paraíso fiscal. Não haveria nenhuma tributação sobre as atividades bancárias -- sequer impostos municipais, estaduais ou federais --, isenção de compulsórios, nenhuma limitação sobre as taxas de juros, livre movimentação de capitais e outras benesses. Era a liberalização total da banca!

Essa idéia esta vem sendo requentada recentemente por alguns "traders" do PSDB, como o ex-operador de George Soros e ex-presidente do Banco Central, o Sr. Armínio Fraga.

Alguns incautos estão caindo nessa conversa do "ouro dos tolos" e vendendo essa arapuca como se fosse uma coisa altamente alvissareira para o Brasil, no exato momento em que a banca rentista global lançou a economia mundial na maior recessão dos últimos 60 anos exatamente por falta de controle.

Vamos acordar galera...

 
 
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Ricardo

São Paulo? Centro financeiro internacional? Vamos ver... o executivo chega em Cumbica, leva uma hora pra descer do avião num terminal remoto e pegar um ônibus super-lotado, depois uma hora na fila da alfândega e meia hora na fila do passaporte. Depois pega um "frescão" que leva uma hora e meia para deixá-lo num hotel da Paulista (desviando da enchente do Tietê e dos assaltantes na beira da marginal)... Mobilidade urbana é isso aí...

 
 
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nira

Ai,ai...Dá uma canseira... A não ser que seja sacanagem, ok?

 
 
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Marko

Como a experiencia humana eh uma ...experiencia, partilho no assunto da proposta d ''loucura'' experimental d gente tao distante e tao proxima como Ron Paul e o Barao d Itarare. Parafraseando o segundo: ''Ou possamos especular todos ou coloque-se ordem nessa zona'' e ja indo na onda do primeiro, todos deveriam ter o direito a mesma livre movimentacao pelo planeta d seus corpos e capital q tem os detentores do chamado Big Money, ate pq controla-lo tem sido um eterno jogo d gato e rato, onde o grande capital por vezes nao eh o rato, por vezes o eh mas como aqueles d desenho animado, q sempre fazem o gato d bobo...

 
 
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João Aguiar

eita, achei que estava no blog errado kkkkkkk

 
 
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João Aguiar

hahahaha menas, Farsa de S.P. menas, e ainda está querendo desbancar o Chile de Piñera de ponta de lança do liberalismo de mercado.

 
 
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Ivan Moraes

(uh, paralisacao do governo, isso eh, nao da Casa Branca!)

 
 
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Ivan Moraes

Blah blah blah pra eles, Alexandre. A conversa de regulamentacao esta aterrorizando os bancos, e quem esta sofrendo a pressao eh o bc americano, portanto o peso do bc todinho esta na sabotagem do governo pra salvar o proprio sistema. Blah blah blah pro senhor ex-secretario de tesouro.

E Michael Hudson nao poderia ter outra visao. Ele so esta sendo coherente com a propria visao tambem, que eh brilhante, por sinal.

(Nao de todo fora de topico, leia o Krugman sobre a paralisia ideologica da Casa Branca ha poucos dias atraz. Obama eh uma andorinha so.

 
 
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Luis José Ariosto Pereira SIlva

kkkkkkkkkk cada dia que passa o FHC tem mais desgôsto, tentou tornar o seu gôverno importante, mas vai ser o presidente Lula que vai entrar pra história, porque ajudou a população mais necessitada e ainda fêz a economia crescer, olha essa noticia que alvissareira, o Brasil vai daqui há pouco estar emprestando dinheiro para os EUA e outros países, nunca antes isso aconteceu, VIVA O NOVO BRASIL E OS BRASILEIROS DE VERDADE

 
 
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Alexandre Weber- Santos/S.P.

Artigo do Counterpunch, ao admitir que o desemprego chegaria a 25% ele admitiu implicitamente a brutal e instantânea deflação que ocorreu com a destruição da confiança no sistema financeiro mundial.

O Dollar está com os dias contados.

Wall Street Moves in for the Kill

By MICHAEL HUDSON

Former Treasury Secretary Hank Paulson wrote an op-ed in The New York Times yesterday, February 16 outlining how to put the U.S. economy on rations. Not in those words, of course. Just the opposite: If the government hadn’t bailed out Wall Street’s bad loans, he claims, “unemployment could have exceeded the 25 per cent level of the Great Depression.” Without wealth at the top, there would be nothing to trickle down.

The reality, of course, is that bailing out casino capitalist speculators on the winning side of A.I.G.’s debt swaps and CDO derivatives didn’t save a single job. It certainly hasn’t lowered the economy’s debt overhead. But matters will soon improve, if Congress will dispel the present cloud of “uncertainty” as to whether any agency less friendly than the Federal Reserve might regulate the banks.

Paulson spelled out in step-by-step detail the strategy of “doing God’s work,” as his Goldman Sachs colleague Larry Blankfein sanctimoniously explained Adam Smith’s invisible hand. Now that pro-financial free-market doctrine is achieving the status of religion, I wonder whether this proposal violates the separation of church and state. Neoliberal economics may be a travesty of religion, but it is the closest thing to a Church that Americans have these days, replete with its Inquisition operating out of the universities of Chicago, Harvard and Columbia.

If the salvation is to give Wall Street a free hand, anathema is the proposed Consumer Financial Protection Agency intended to deter predatory behavior by mortgage lenders and credit-card issuers. The same day that Paulson’s op-ed appeared, the Financial Times published a report explaining that “Republicans say they are unconvinced that any regulator can even define systemic risk. … the whole concept is too vague for an immediate introduction of sweeping powers. …” Republican Senator Bob Corker from Tennessee was willing to join with the Democrats “to ensure ‘there is not some new roaming regulator out there … putting companies unbeknownst to them under its regime.”

Paulson uses the same argument: Because the instability extends not just to the banks but also to Fannie Mae and Freddie Mac, Lehman Brothers, A.I.G. and Wall Street underwriters, it would be folly to try to regulate the banks alone! And because the financial sector is so far-flung and complex, it is best to leave everything deregulated. Indeed, there simply is no time to discuss what kind of regulation is appropriate, except for the Fed’s familiar protective hand: “delays are creating uncertainty, undermining the ability of financial institutions to increase lending to businesses of all sizes that want to invest and fuel our recovery.” So Paulson’s crocodile tears are all for the people. (Except that the banks are not lending at home, but are shoveling money out of the U.S. economy as fast as they can.)

As Obama’s chief of staff Rahm Emanuel put it, a crisis is too good a thing to waste. Having created the crisis, Wall Street wants to use its momentum to knock out any potential checks to its power. “No systemic risk regulator, no matter how powerful, can be relied on to see everything and prevent future problems,” Paulson explained. “That’s why our regulatory system must reinforce the responsibility of lenders, investors, borrowers and all market participants to analyze risk and make informed decisions,” In other words, blame the victims! The way to protect victims of predatory bank lending (and crooked sales of junk securities) is not new regulations but just the opposite: “to simplify the patchwork quilt of regulatory agencies and improve transparency so that consumers and investors can punish excesses through their own informed investing decisions.” Simplification means the Fed, not a Consumer Financial Protection Agency.

Moving in for the kill, Paulson explains that the Treasury is bare, having used $13 trillion to bail out high finance in 2008-09. So he warns the government not to run a Keynesian-type budget deficit. The federal budget should move into balance or even surplus, even if this accelerates the rise in unemployment and decline in wage levels as the economy moves deeper into recession and debt deflation. “We must also tackle what is by far our greatest economic challenge — the reduction of budget deficits — a big part of which will involve reforming our major entitlement programs: Medicare, Medicaid and Social Security.” The economy thus is to be sacrificed to Wall Street rather than reforming finance so that it serves the economy more productively. It is simple mathematics to see that if the government cannot raise taxes, it must scale back Social Security, other social welfare spending and infrastructure spending.

What is remarkably left out of account is that today’s financial crisis, centered on public debts, is largely a fiscal crisis in character. It is caused by replacing progressive taxation with regressive taxes, and above all by untaxing finance and real estate. Take the case of California, where tears are being shed over the dismantling of the once elite University of California system. Since American independence, education has been financed by the property tax. But Proposition 13 has “freed” property from taxation – so that its rental value can be borrowed against and turned into interest payments to banks. California’s real estate costs are just as high with its property taxes frozen, but the rising rental value of land has been paid to the banks – forcing the state to slash its fiscal budget or else raise taxes on labor and consumers.

The link between financial and fiscal crisis – and hence the need for a symbiotic fiscal-financial reform – is just as clear in Europe. The Greek government has pre-sold its tax revenues from roads and other infrastructure to Wall Street, leaving less future revenue to pay its public debt. To cap matters, paying income tax is almost voluntary for wealthy Greeks. Tax evasion is hardly necessary in the post-Soviet states, where property is hardly taxed at all. (The flat tax falls almost entirely on labor.)

Throughout the world, scaling back the 20th century’s legacy of progressive taxation and untaxing real estate and finance has led to a public debt crisis. Property income hitherto paid to governments is now paid to the banks. And although Wall Street has extracted $13 trillion in bailouts just since October 2008, the thought of raising taxes on wealth to pay just $1 trillion over an entire decade for Social Security or health insurance is deemed a crisis that would lead Wall Street to shut down the economy. It is telling governments to shift to a regressive tax system to make up the fiscal shortfall by raising taxes on labor and cutting back public spending on the economy at large. This is what is plunging economies from California to Greece and the Baltics into fiscal and financial crisis. Wall Street’s solution – to balance the budget by cutting back the government’s social contract and deregulating finance all the more – will shrink the economy and make the budget deficits even more severe.

Financial speculators no doubt will clean up on the turmoil.

Michael Hudson is a former Wall Street economist and now a Distinguished Research Professor at University of Missouri, Kansas City (UMKC), and president of the Institute for the Study of Long-Term Economic Trends (ISLET). He is the author of many books, including Super Imperialism: The Economic Strategy of American Empire (new ed., Pluto Press, 2002) and Trade, Development and Foreign Debt: A History of Theories of Polarization v. Convergence in the World Economy. He can be reached via his website, [email protected]

 
 
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Gabriel

A isso dá-se o nome de "sindrome de vira-lata".

 
 
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Pedro de Sousa

acho que em breve será mesmo um deles. o que deve ser pensado desde já é o como chegar lá reduzindo espaços da corrupção e dos especuladores branquinhos de olhos azuis, bem identificados pelo Lula...

 
 
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Álvaro

Já avisaram os argentinos?

 
 
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Luiz Eduardo Brandão

Opa, seu título está exagerado: o Brasil não quer ser "O" centro financeiro internacional, desbancando NY, Londres & Cia. Mas sim o que diz corretamente (milagre!) o título da Folha. O "o" escapou na digitação. É só tirá-lo ou trocá-lo por "um" que o título fica correto.

 
 
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Eden, SP

A Bovespa já tem listada uma argentina: Banco Patagônia. Esse projeto de alavancar a sua posição à nível mundial não é de hoje. Desde a consolidação da fusão com a BM&F, discute-se intenções de torná-la maior do mundo em valor de mercado (market cap). Para isso, a integração com as bolsas dos demais países latinos seria uma das condições primárias. http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u405802.shtml

 
 
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Lira

Prezado Nassif, vocês cintinuam açhadando que São Paulo é o centro de tudo. Esqueçam. São Paulo não será mais a locomotiva do Brasil. O Brasil não pode mais ficar trabalhadno para manter São Paulo. Todos se matando para consumir o que é produzido no Sudeste. Já houve incentivo demais para vocês. São Paulo já entrou em fadiga. Os investimentos no Nordeste e Norte apresentam melhores retornos. Venham ao Nordeste para ver o qu está acontecendo em termo de desenvolvimento. Apesar de está aquém do que deveria ser somos gratos a LULA. Nosso receio é que com a eleição de Dilma percamos a sensibilidade social e estrtaégica de LULA em relação ao Nordeste. Vamos ter que pressionar Dilma para que não prevaleça a visão torpe que s'ó existe o Sudests/Sul..

 
 
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Jorge

São Paulo/ perder a parada para Santiago/Chile vai ser lamentável.

 
 

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