A Semente do Ódio

Atualmente, vivemos uma verdadeira enxurrada de propaganda fascista, a propaganda do ódio, que prega a intolerância e que se afirma estarrecedoramente com muita facilidade e velocidade, através das tecnologias digitais. É o ódio justificado dentro de uma certa ideologia irracional. Trata-se de verdadeiro aliciamento, um sequestro do pensamento, uma reprodução de uma atitude passional de intolerância e de agressividade relativamente às pessoas que não comungam do mesmo ideal. Leia mais »

Má Educação

Autor: 

 


Aqui nessa casa ninguém

quer a sua boa educação

nos dias que tem comida

comemos comida com a mão...

(Arnaldo Antunes)

  Leia mais »

Datafolha retrata o grito das ruas. Não era golpismo

A recente pesquisa de opinião, divulgada pelo Instituto Datafolha, indica que 62% dos entrevistados consideram, hoje, a gestão do governo Dilma Rousseff, ruim ou péssima. Segundo a pesquisa, a popularidade da presidente caiu em todas os segmentos sociais e em todas regiões do país. Conclusão; as manifestações populares do histórico 15 de março de 2015 não eram golpismo. Leia mais »

QUEM FOI ÀS RUAS ONTEM?

A despeito de poder ter tido de tudo, pois o movimento foi difuso e midiático, viu-se nas imagens, de todas as matizes e origens, uma ampla maioria branca, "eurodescendentes", e pouquíssimos mestiços, quase nenhum negro, indígenas, então, nem pensar... Leia mais »

DITADURA E TORTURA NUNCA MAIS

Li em algum lugar alguns militares de pijama dizendo que o exército é de Caxias. A começar, a bem da verdade e da razão, o Exército Brasileiro, e todas as demais Forças Armadas, a briosa e mais antiga Marinha Brasileira e a honrosa, "senta a pua", Força Aérea Brasileira são do Povo Brasileiro, da nossa Nação. Manifestar-se é um direito democrático de todos os cidadãos brasileiros, civis e militares, mas não se deve utilizar a democracia para distorcer palavras, atos, ações, atitudes e fatos. Leia mais »

Eleição: servidores defendem políticas sociais

Autor: 

Servidores federais protocolaram carta pedindo aos candidatos à Presidência da República para assumirem compromissos relacionados às políticas sociais e defendem que avanços nos atuais programas continuem sendo prioridade. 

*************


Excelentíssima Candidata Dilma Rousseff, Excelentíssimo Candidato Aécio Neves, Leia mais »

Principais elementos divergentes entre Dilma e Aécio.

Aprendi que uma boa educação é absolutamente indispensável para que possamos a pensar, questionar, respeitar o outro, se situar no tempo e no espaço, de sermos capazes de ver o todo; as diversas partes que estão em jogo e a se exprimir com clareza e fazer análises lúcidas. Posso não ser tudo isso, pelo menos, eu tento. Talvez, exatamente por isso, abomino postagens políticas irrefletidas, em nível de senso comum, com baixarias e palavras de ataques ao outro, como se fossem donos da verdade absoluta. Leia mais »

PRÉ-SAL OU ETANOL !?

O senhor de engenho nos quer cortando cana. Muito me surpreende Marina defendendo etanol em detrimento do pré-sal. Ambas as políticas energéticas são complementares, nossos veículos são flex, as nossas termo-elétricas são movidas a gás natural e bagaço de cana, mas só o petróleo destinará dividendos à educação e saúde. Usineiro, uma hora está com o etanol em outra vai para o açúcar, não quer se comprometer com uma política energética de Estado. Uma política efetiva para o setor deveria criar uma estatal, "ETANOLBRAS", ou uma subsidiária da nossa petroleira, PETROBRAS, o que não pode é continuar na mão de usineiros que só querem créditos e mais créditos e pouco investem em pesquisas para o etanol de 4ª geração, além de quererem se expandir para a Amazônia e Pantanal. Querem sempre mais terras. São latifundiários incorrigíveis. Isso Marina Silva não fala e nem combate.

1964, O Ano que Terroristas Assumiram o Controle no Brasil

 

1964: O ano em que os terroristas assumiram o controle No Brasil

Por: Márcio Antônio Estrela, abril de 2014.

O Golpe Militar de 1964 foi um ato Terrorista, com o qual se derrubou um Governo Constitucional e se instalou uma Ditadura no Brasil. Foi “Um Golpe na Democracia”.

O golpe significou a vitória dos Terroristas no Brasil. Terroristas que permaneceram 20 anos no poder. Leia mais »

A BURGUESIA BRASILEIRA NÃO É IGNORANTE E MUITO MENOS IDIOTA!

Não é uma questão de ignorância, não nos iludamos, não sejamos ingênuos, mas do projeto conservador da burguesia mais reacionária, da direita deste país, que tem como pilares: A Exploração, A Exclusão, A Opressão, A Dominação. Sobre esses quatro pilares a direita golpista quer derrotar o projeto popular de país, estancar o seu possível avanço até o socialismo, e retomar o controle sobre o povo para levá-lo de volta ao estado de iniquidades em que vivia até pouco mais de uma década atrás. Leia mais »

A misaristeria

Fonte original: Agência Adital - Notícias da América Latina e Caribe

http://site.adital.com.br/site/noticia.php?lang=PT&cod=80559&grv=N

Um sentimento estranho tem crescido ultimamente entre pessoas dos setores médios da população. Trata-se do ódio a tudo que se relaciona às reivindicações de direitos (materiais e subjetivos), às propostas alternativas de organização socioeconômica, às lutas contra preconceitos de diversas ordens e às análises críticas que se contrapõem às opiniões hegemônicas (principalmente as veiculadas pela mídia coorporativa). Tal sentimento tem alcançado também uma parte das pessoas das camadas populares, por reflexo da formação de opinião difusa – que opera por meios que vão desde as conversas de botequim às postagens em redes sociais – e por ressonância nos meios de comunicação de massa. Leia mais »

PARADOXOS "MADE IN PARÁ"

  

Andiroba, murumuru, buriti, cupuaçu, babaçu, ucuuba, pracaxi, patauá, castanha, açaí, cacau são alguns dos chamados produtos da sociobiodiversidade*. Formam junto com outras espécies os pés que mantém a floresta em pé.

Tem alta demanda de mercado, principalmente pelas industrias cosméticas para produção de sabonetes, cremes, shampoos e perfumes. E não são exclusividade dos grandes, já que fazem parte dos itens produzidos também pelos povos tradicionais e agricultores familiares da Amazônia, muitos deles organizados em cooperativas comunitárias.

Diante de todo esse potencial da economia da floresta, temos apoiado as comunidades da Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns (oeste do Pará) através do Programa FLORESTA ATIVA, que prevê diversas ações (Saf’s, reposição florestal, etc), entre elas a montagem de unidades de beneficiamento para agregar valor a produção (óleos vegetais e essenciais, polpas e derivados), sempre melhor do que a venda “in natura”. O desafio é promover a inclusão social a partir da produção sustentável, um passo seguinte e que vai além de programas como o Bolsa-Família.

Para isso, começamos a fazer alguns levantamentos preliminares, e nos deparamos com a seguinte situação no Pará: em função  das diferentes alíquotas do ICMS (imposto de competência estadual sobre a circulação de mercadorias), em alguns casos  SAI MAIS EM CONTA ENCAMINHAR PRODUTOS DA NOSSA SOCIOBIODIVERSIDADE PARA PROCESSAMENTO EM SÃO PAULO DO QUE ENVIÁ-LOS PARA AS INDÚSTRIAS PARAENSES. Leia mais »

Por que tanto medo dos protestos contra a copa?

Há um processo agressivo de desqualificação dos protestos em curso, e não falo aqui de jornalistas reacionários (ao menos eu não os via assim até pouco tempo atrás). Dois colunistas fizeram com que me acendesse esse sinal de alerta: Marcelo Rubens Paiva, do Estado, e Nirlando Beirão, do R7. O primeiro diz temer "pela integridade física e mental desses moleques mascarados", dispostos, segundo ele, a atacar torcedores adversários em nome de frustrar um ídolo tupiniquim, a tal copa do mundo, "instituição mundial que amamos a cada quatro anos". O segundo anunciou o fracasso do protesto de sábado por ter aparecido somente "os habituais gatos pingados" (entre mil e três mil pessoas), enquanto um bloco de carnaval sozinho atraía vinte mil pessoas, para não falar nos demais quarenta que se espalhavam pela cidade; e conclui, depois de vários qualificativos que rebaixam o debate: "o que aconteceu em junho de 2013 foi importante. Mas não tem nada a ver com os surtos da atual moléstia infantil do protestismo".   Leia mais »