Moradores de favela incendiada rejeitam proposta de prefeito

Por wilson yoshio.blogspot

Do UOL Notícias

Moradores de favela que pegou fogo em SP rejeitam proposta da prefeitura de R$ 300 mensais

Guilherme Balza e Ricardo Perrone 
Do UOL Notícias, em São Paulo

Ricardo Perrone/UOL
Assembleia realizada pelos moradores da favela do Moinho nesta terça-feira (27)

Em assembleia realizada nesta terça-feira (27), moradores da favela do Moinho, destruída por um incêndio na última quinta-feira (22), rejeitaram proposta da prefeitura de pagar R$ 300 por mês às famílias que perderam suas casas. As vítimas do incêndio receberiam o auxílio por cerca de 30 meses, período em que a prefeitura construiria imóveis para abrigar as famílias.

“Não há qualquer garantia que esses imóveis vão ficar prontos nesse prazo. Ainda não tem projeto, nem área definidos”, disse Francisco Miranda, 25, presidente da associação de moradores da favela. “Com R$ 300 ninguém consegue alugar nada”, acrescentou.

Segundo Miranda, os moradores deverão definir nos próximos dias as reivindicações que serão feitas à prefeitura. Uma das propostas que serão discutidas é de a prefeitura construir uma vila só para os catadores de material reciclável que perderam seus barracos. Os moradores também querem uma reunião com o prefeito Gilberto Kassab (PSD).

Ver em tamanho maiorIncêndio atinge prédio e favela no centro de SP 

 

 Foto 22 de 49 - Incêndio de grandes proporções atinge na manhã desta quinta-feira (22) a favela do Moinho, no bairro de Campos Elíseos, região central de São Paulo, próximo ao viaduto Engenheiro Orlando Murgel. O incêndio teria sido provocado por uma mulher, moradora da favela, durante uma briga com o marido. Revoltada, ela teria colocado fogo no barraco onde morava Mais Diogo Moreira/Futura Press/AE

Cerca de 380 famílias tiveram seus barracos queimados. Os desabrigados foram encaminhados a um ginásio na Barra Funda e para dois barracões de escola de samba vizinhos à favela. De acordo com Miranda, as vítimas estão precisando mais de roupas íntimas, fraldas, material de higiene pessoal e álcool gel do que de alimentos. Na assembleia, alguns moradores comentaram que parte da comida doada está estragando em razão das dificuldades para armazenar os alimentos.

Ainda na assembleia, um padre alertou os moradores para que tentem evitar que as doações cheguem às mãos de usuários de drogas, que poderiam trocar os produtos por entorpecentes.

No sábado, a associação de moradores fez uma lista com 29 pessoas que estavam desaparecidas desde o incêndio. Hoje, segundo Miranda, o número de desaparecidos caiu para seis, após moradores retornarem à favela.

Pelo menos duas pessoas morreram carbonizadas e quatro ficaram feridas no incêndio. A prefeitura contabilizou mais de 300 barracos destruídos.

Moravam na favela 532 famílias, que totalizavam 1.656 moradores, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre os aglomerados urbanos no Brasil, divulgado na última quarta-feira (21). Um prédio abandonado no mesmo terreno da favela também era habitado por famílias sem-teto.

Imagens do incêndio no centro de São Paulo - 4 vídeos'Eu nunca vi um incêndio nessa proporção', diz morador

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Confusão pela manhã

Mais cedo, homens da Guarda Civil Metropolitana reprimiram um grupo de dez famílias que ocupou um terreno ao lado da favela após o incêndio, de propriedade do Ceagesp --órgão estadual. Segundo Miranda, os guardas metropolitanos chegaram pela manhã para retirar as famílias do local. Após alguns xingamentos, os guardas teriam se irritado e agredido os moradores.  

“Ainda que os moradores não tivessem certos, isso não justifica a agressão. Ninguém foi procurado para conversar”, afirmou Miranda.

Em nota, a Secretaria Municipal de Segurança Urbana afirmou que “os guardas civis metropolitanos estão  apoiando os agentes da subprefeitura para evitar invasões de áreas públicas e prestar atendimento à comunidade” e que a confusão começou após um morador se recusar a deixar o terreno.

“Um dos munícipes se recusou a cumprir a determinação de não permanecer no local e desacatou o agente que o advertiu. Houve um desentendimento, já controlado. O caso será apurando pela Corregedoria da Guarda Civil Metropolitana para avaliar a conduta dos guardas”, disse a secretaria.

Área da favela é alvo de disputa

A área onde está a favela do Moinho vem sendo alvo de disputas judiciais entre a prefeitura e os moradores nos últimos anos. A favela surgiu há cerca de 30 anos, quando um grupo de moradores ocupou uma área da Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA). A empresa foi extinta em 2007 e todos os seus bens repassados à União. Antes, em 1999, o terreno foi leiloado a Mottarone Serviços de Supervisão, Montagens e Comércio Ltda. para saldar as dívidas tributárias da RFFSA.

Em 2006, o prefeito Gilberto Kassab emitiu decreto de “utilidade pública para fins de desapropriação”, medida que obriga o proprietário a ceder o terreno mediante indenização. No ano seguinte, a prefeitura entrou na Justiça com uma ação de desapropriação da área.

Em resposta, os moradores se associaram ao Escritório Modelo da PUC (Pontifícia Universidade Católica) --entidade conveniada à Defensoria Pública para defender os interesses de comunidades carentes-- e entraram na Justiça com ação coletiva de usucapião em 2008. A medida é válida para famílias que morem em um local por mais de cinco anos e garante a propriedade do imóvel.

O processo está na 17ª Vara Cível do Fórum Ministro Pedro Lessa. Os moradores garantiram na Justiça o direito de aguardar o fim do julgamento morando na favela do Moinho.

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10 comentários
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Jotavê

É preciso ficar de olho. Aqui em São Paulo, favela só pega fogo se estiver em área valorizada. Acho impressionante que a imprensa não tenha corrido atrás da mulher que teria, segundo a versão da associação de moradores, dado início ao incêndio. Que mulher é essa? Ela tinha vizinhos? Os vizinhos contam qual história? Quando se trata de favela, a cobertura jornalística não vai a fundo, não ouve moradores, fica só na superfície do caso.

 
 
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Ivan Moraes

"receberiam o auxílio por cerca de 30 meses, período em que a prefeitura construiria imóveis para abrigar as famílias":

Mentira.  Quando o governo de SP ja "construiu imoveis" pra "esse tipo" de gente?  Foi antes ou depois de se transformar em campeao mundial de incendios em favelas?

Mentira deslavada.  A politica de estado eh incendio.

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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estela carvalho

o nome da mulher que deu inicio ao incêndio é "ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA". Essa história é velha!!

 
 
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Luis Moreira de Oliveira Filho

Por que o prefeito Demétrio foi cassado em Campinas? 
Meus amigos e amigas, tenho acompanhado com algum interesse todo esse imbróglio em Campinas. O que de fato está acontecendo em Campinas? 

Artigo: Câmara blindada cassa Demétrio e a verdade, por Renato Simões
"Desde o início dos trabalhos, ficou claro que o que menos importava à Comissão Processante era a verdade dos fatos".

O mais verdadeiro conselho que recebi quando assumi a Secretaria Municipal de Governo em Campinas a convite do Prefeito Demétrio Vilagra veio do então presidente da Câmara Municipal, hoje prefeito interino, Pedro Serafim. Com a franqueza que lhe é peculiar nas relações que estabelecemos, Pedro abriu o jogo na nossa primeira conversa: “Renato, não perca seu tempo tentando montar uma base parlamentar para evitar a cassação do Demétrio. Aposte todas as suas fichas na Justiça, você tem o melhor advogado que poderia ter sido escolhido para o Demétrio. Aqui você nunca terá mais que quatro votos.”
De fato, a Câmara Municipal de Campinas estava blindada e decidida a cassar o prefeito Demétrio Vilagra. Tão logo tomou posse como Prefeito, Demétrio teve como resposta da Câmara, em menos de 24 horas, a instalação de uma Comissão Processante solicitada por um vereador tucano, com o devido pedido de afastamento do chefe do Executivo durante as investigações. O resultado, 29 x 4.
Com o mandato assegurado por decisão judicial, Demétrio governou por 57 dias até que novo pedido de afastamento foi votado pela Câmara Municipal. O resultado, 29 x 4. Neste período, a Comissão Processante instalada pela Câmara teve suas atribuições limitadas por decisão judicial, devendo ficar restrita à verificação de participação do então Vice-Prefeito Demétrio Vilagra em fraudes em nove contratos da Sanasa, empresa municipal de saneamento, que foram o motivo principal da cassação do então Prefeito, Hélio de Oliveira Santos.
Desde o início dos trabalhos, ficou claro que o que menos importava à Comissão Processante era a verdade dos fatos. O que menos encontrei, ao longo desses trabalhos, e no diálogo com as forças políticas, sociais e econômicas de Campinas, foram pessoas, incluídos vereadores, convencidos da culpa de Demétrio. Muito menos se verificou no relatório dos trabalhos da Comissão qualquer prova de envolvimento de Demétrio nas fraudes da Sanasa, nem na condição de Vice-Prefeito, nem nas interinidades em que assumiu o cargo em ausências do Prefeito, muito menos depois de sua posse como Prefeito.Relatório pífio, ridículo até, verdadeiro ?copia e cola? da denúncia apresentada pelo Ministério Público meses antes, até agora sem acolhimento por parte da Justiça.
E nada há no relatório porque nada houve que pudesse incriminar Demétrio nessas fraudes. Conforme se verificou nos depoimentos da defesa de Demétrio, em nenhum momento Demétrio participou do núcleo dirigente do Governo Hélio, nem no primeiro mandato, quando as fraudes aconteceram, sendo à época simples assessor na Ceasa, nem no segundo mandato, já como Vice-Prefeito, exercendo funções protocolares de representação e substituição do Prefeito. De fato, nem Demétrio nem o PT chegavam perto do núcleo de decisão do governo Hélio, muito menos de seus negócios escusos.
Mais perto de Hélio, neste período, com certeza estavam muitos dos vereadores que votaram pela cassação de Demétrio. Durante todo o seu governo, Hélio dispôs de confortável maioria parlamentar. O atual Prefeito interino, é do PDT, partido de Hélio. O atual Presidente interino da Câmara construiu sua trajetória política à sombra de Hélio, então seu genro. A atual maioria da Câmara é composta pela antiga maioria de Hélio, excluídos aí os parlamentares do PSDB e outros poucos independentes.
A Câmara que cassou Demétrio é uma Câmara blindada na auto-preservação de seus membros, acuados perante a opinião pública e o Ministério Público, que acusa cerca de 15 vereadores, pouco mais, pouco menos, de graves irregularidades e crimes. Tangida pelos promotores do GAECO a respaldar suas investigações e cassar Demétrio, com base em pretensas provas produzidas pelo único réu confesso da corrupção na Sanasa, hoje beneficiado com o pedido de perdão judicial do MP em função da delação premiada, a Câmara Municipal é refém de si própria, de seus erros e contradições, e nada mais poderia fazer a não ser dobrar-se à necessidade de cassação de um inocente.
O processo da Comissão Processante, desperdício espetacular de tempo e dinheiro público para chegar a objetivos já previamente definidos, teve desfechos dignos de uma republiqueta de araque.Prevista a votação de seu relatório para início de janeiro, foi precipitada na conclusão de seus trabalhos por novos fatos alheios à avaliação da culpa ou inocência do Prefeito.
O primeiro deles, o forte desgaste produzido na opinião pública pela desastrada operação do Presidente da Câmara em cumprir com compromisso de sua campanha para o cargo, o de aumentar os vencimentos dos vereadores para o patamar de 75% dos vencimentos do deputado estadual, o que significou a elevação dos vencimentos em 126%. Escândalo na cidade, explorado pela mídia local e nacional, que motivou parte da Câmara a pedir a cabeça do Prefeito Demétrio para aplacar a ira popular contra os vereadores.
O segundo deles, a decisão do Presidente da Comissão Processante de provocar uma eleição indireta para Prefeito pelo restante do mandato de Demétrio, impedindo o então Presidente da Câmara de assumir o posto, como aconteceria se a cassação fosse realizada em janeiro, como previsto anteriormente. A decisão foi clara: visto que a cassação de Demétrio já estava acordada, porque dar a Pedro Serafim um mandato de um ano e a possibilidade de reeleição em outubro sem uma nova rodada de negociações e pactuações no ambiente tépido da Câmara?
Dois fatores se juntaram para levar a essa decisão do vereador Rafa Zimbaldi, que inclusive atropelou os outros dois membros da Comissão Processante, os que terceirizaram ao Presidente todas as principais decisões que deveriam ser colegiadas. Em primeiro lugar, a análise de que os vereadores que construíram suas imagens como implacáveis defensores da ética (o próprio Rafa Zimbaldi e os tucanos) foram os que mais perderam com a desastrada condução de Pedro Serafim no episódio dos ?salários? dos vereadores. E, em segundo lugar, a abertura de possibilidade de construir, numa eleição indireta, uma alternativa a Demétrio e a Pedro Serafim, os dois pólos da disputa até então colocados. Em eleições indiretas, ele próprio, Rafa, paladino da ética, poderia ser candidato. Na pior das hipóteses, criaria condições para influenciar a decisão ?interna corporis? que se abriria com eleições indiretas.
Demétrio enfrentou esse processo com a integridade dos inocentes, e apresentou-se à sessão da Câmara como o fizera na Comissão Processante. Apresentou sua defesa em memorável pronunciamento.Antes, já o tinha realizado perante grupos da sociedade civil, movimentos sociais, segmentos empresariais, em encontros privados e públicos, em inúmeras entrevistas a todos os meios de imprensa. Não se acorvadou ou escondeu, como fazem os culpados. Mas foi em vão. Pérolas aos porcos. Nada mudaria a sentença da Casa blindada.
De fato, o vaticínio de Pedro Serafim se confirmou. Ao não conseguir o voto de doze dos trinta e três vereadores que lhe garantiria o arquivamento do relatório da Comissão Processante, Demétrio continuou tendo os mesmos quatro votos dos vereadores do PT e do PCdoB que lhe foram fiéis em todas as votações.
Resta a trincheira do Poder Judiciário. Como Demétrio tem dito, na primeira vez que foi cassado, pela ditadura militar, na condição de sindicalista petroleiro, a Justiça demorou 23 anos para repará-lo.Agora, é nesta mesma condição que lutará pelo reconhecimento de sua inocência. Esperemos que o tempo do Judiciário neste Estado Democrático de Direito em construção nos permita a reparação em tempo mais condizente à Justiça.
De outro lado, para a garantia de que seu legado político não seja usurpado, é preciso unir o PT na solidariedade ao Demétrio, à sua luta por Justiça, na denúncia do golpe contra ele praticado e na construção de alternativas políticas para 2012 fora do pântano em que navegará o atual Prefeito Interino e seus colegas no próximo período.
Neste sentido, o PT Campinas já definiu por retirar seus militantes da Administração e defender eleições diretas para o mandato tampão, negando, com este gesto, a este Colégio maculado pelo golpismo e pelo oportunismo, a legitimidade para a convalidação de seus atos.
Renato Simões é Secretário Nacional de Movimentos Populares e Políticas Setoriais do PT, membro da sua Executiva Nacional e ex-Secretário Municipal de Governo da Prefeitura de Campinas na gestão do Pref. Demétrio Vilagra.
PT Nacional

 
 
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Antonio Rodrigues do Nascimento

Política higienista associada à especulação imobiliária. Caso de polícia.


 

 
 
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Raí

Tadinha da Prefeitura !

A alegação do porta-vóz da Secretaria da Habitação do Município de São Paulo, de que a Prefeitura não teria recursos, para beneficiar a estas 532 famílias, com valores maiores do que R$ 300,00 mensais, para custear um hipotético aluguel, até que a Prefeitura construa um conjunto residencial, para atendê-los( me engana que eu gosto !) não procede, afinal, eles já têm uma oferta milionária, por aquela área, ora em litígio, porem disponível para qualquer ação da Prefeitura. É só pedir algum adiantamento a estas incorporadoras!  

 

Sempre ficamos mais experientes, após perdermos algumas batalhas, na guerra diária da vida.

 
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evandro condé

Alguém me esclareça:

1) Deve a prefeitura alguma obrigação? (entendo que sim a partir do momento que permitiu a instalação da favela)

2) Como estabelecer qual o valor da indenização?

3) Se por algum motivo meu prédio cair(aqui em BH há alguns) poderei eu requerer da prefeitura uma verba?

 

evandro

 
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Daniel Campos

Graças ao maldito mercado imobiliário, com 300 reais só se consegue alugar um quarto em algum lugar velho e olha lá... Como se coloca uma familia de no mínimo três pessoas em um quarto? Ou talvez dê de pagar aluguel em algum literal "fim-de-mundo", mas aí inviabiliza ter qualquer emprego no centro da cidade ou imediações porquê levaria-se horas de ônibus para ir e voltar todo dia do trabalho.

Guardem o que escrevo: Se depender dos sociopatas que mandam no mercado imobiliário e dos seus asseclas, em alguns anos cidades como São Paulo serão "reduto exclusivo de ricos", enquanto o "resto" terá que viver por aí. E isso se São Paulo não entrar em colapso antes por ficar grande demais para continuar viável.

 
 
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Eduardo Ramos

O município com PIB superior a muitos estados... TREZENTÃO POR MÊS... - Então tá...

 
 
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s4ndro

uma vez tinha feito um levantamento sobre os crescimento dos incêndios em favelas em SP nos ultimos 10 anos. Tinha uma ferramente do google, que fazia uma linha do tempo e o número de ocorrências em determinados períodos. Pena que esta ferramenta não exista mais no google..

Mas sobre os dados.. Era impressionante o aumento que teve.. de 3 ou 4 ocorrencias em 2002,2003 para 50, 60 em 2008,2009...

Em tempo... Alguem sabe de alguma reportagem sobre como estão essas áreas incendiadas??

(  ) tem novas favelas

(  ) tem vários condomínios sendo construidos

 
 

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