O fator câmbio.

Creio que estamos no caminho correto diante dos novos desdobramentos da atual crise econômica mundial.
De qualquer maneira é necessário controlar os impactos da correção da taxa de câmbio na inflação, o que torna necessário a venda de parte das reservas cambiais no Mercado à vista.
Lembrando que em 2008/2009 o Banco Central precisou vender cerca de US$ 11 bilhões no mercado à vista, e que a Reservas cambias estão em cerca de US$ 374, contra os US$ 200 bilhões de 2008.

Creio que com a correção da taxa de câmbio, a redução da do custo da tarifa de energia elétrica, a desoneração da folha de pagamento, e a redução do spread bancário, pode ocorrer uma substituição de parte da importações pela produção nacional, e mesmo com a queda no ritmo de crescimento das vendas do comércio, pode haver um aumento no ritmo de crescimento do do PIB, e do emprego.
Considerando a taxa de câmbio de R$ 1,60,  e a redução da tarifa de  energia elétrica de 30% em reais, com a atual correção da taxa de câmbio, a queda da tarifa de energia elétrica em dólar já chega a  mais de 50%.

Precisamos lembrar, que nos últimos anos ocorreu um significativo aumento da consumo interno, sendo parte deste crescimento  atendido pelas importações, em função da queda dólar no Brasil.

Com a atual correção da taxa de câmbio, a redução da tarifa de energia elétrica e a desoneração da folha de pagamento, deve ocorrer um processo inverso, com a substituição de parte das importações pela produção nacional.

Estamos diante do início de um novo ciclo de crescimento econômico.


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