Governo paulista deu aval a cartel do metrô, diz Siemens

Sugerido por Murdok

Do Brasil 247

Siemens: Governo de SP deu aval a cartel do metrô

Multinacional alemã teria apresentado ao Cade documentos que atestam aval do Estado para o esquema que começou em 2000, sob a gestão do tucano Mário Covas, para superfaturar licitações do metrô. O então secretário de transportes Cláudio de Senna Frederico nega, mas diz que nunca houve concorrência; caso finalmente começa a ser repercutido por grandes jornais, como a Folha

247 - A multinacional Siemens teria apresentado ao Cade (Conselho Administrativo de Desenvolvimento Econômico) documentos que atestam que o governo de São Paulo deu aval à formação de um cartel para licitações de obras do metrô no Estado. O acordo permitiu ampliar em 30% o preço pago em outra licitação para manutenção de trens da CPTM.

O caso finalmente começa a ser repercutido por grandes jornais, como a Folha. Segundo reportagem da publicação, no texto, de fevereiro de 2000, um documento interno aponta que "o fornecimento dos carros [trens] é organizado em um consórcio político'. Então, o preço foi muito alto". Leia mais »

As falhas nas licitações com recursos do Fundeb

Do O Globo

CGU identifica falhas em licitações com recursos do Fundeb em 7 a cada 10 cidades fiscalizadas

Análise, realizada em 180 municípios entre 2011 e 2012, detectou ainda gastos incompatíveis com objetivo do fundo

O relatório também aponta falhas administrativas, como movimentação do dinheiro fora da conta específica

BRASÍLIA. A Controladoria-Geral da União (CGU) descobriu fraudes e erros no uso de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Fiscalizações realizadas em 180 municípios entre 2011 e 2012 mostram que em 73,7% deles houve falta de competitividade, direcionamento e simulação de processos licitatórios. Em 69,3% dos municípios foram detectados gastos incompatíveis com o objetivo do fundo. E em 25% havia contratos irregulares.

O relatório da CGU também aponta falhas administrativas. Em 32,2% dos municípios fiscalizados houve movimentação de dinheiro fora da conta específica e em 91,9% dos casos, o dinheiro era depositado em aplicações financeiras enquanto não era usado. Leia mais »

Lei Fiscal é alterada para incentivar gastos com transporte

Do Estadão

Dilma vai mudar lei fiscal para Estados gastarem mais com transporte público

Plano da presidente é não incluir empréstimos para obras de mobilidade urbana no cálculo do limite de endividamento dos governos estaduais e municipais

Débora Bergamasco e Mauro Zanatta

A presidente Dilma Rousseff decidiu retirar os projetos de mobilidade urbana do cálculo de endividamento de Estados e municípios. A medida será tomada pelo governo federal com o objetivo de espantar três fantasmas de uma só vez: desafogar as contas de governadores e prefeitos, ajudar na recuperação do crescimento econômico e aplacar o clamor das ruas, evidente com as manifestações de junho, por melhoria nos serviços de transportes públicos.

Para se ter uma ideia do impacto da proposta, se o projeto entrasse em vigor hoje os prefeitos e governadores teriam uma capacidade de endividamento de mais R$ 35,3 bilhões para gastar só em projetos como metrôs, trens urbanos, corredores exclusivos de ônibus (BRTs), veículos leves sobre trilhos (VLTs) e ciclovias, sem comprometer as contas com a Lei de Responsabilidade Fiscal. Leia mais »

A reestruturação administrativa do governo de Minas Gerais

Da Agência Minas

Governador anuncia reestruturação administrativa que proporcionará economia de R$ 1,1 bilhão a Minas

Medidas incluem extinção de secretarias de Estado e de cargos de confiança e de alto escalão. Até o final de 2013, despesas de custeio serão reduzidas em 13%

O governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, anunciou nesta quarta-feira (31), no Palácio da Liberdade, um abrangente conjunto de medidas administrativas para a redução de custos e a racionalização da máquina pública estadual. As iniciativas – que incluem, dentre outras, a extinção e a fusão de secretarias e órgãos públicos, a redução de cargos de confiança e da frota de veículos, além da proibição de viagens e da contratação de consultorias – proporcionarão uma economia de R$ 365 milhões para o Estado em 2013 e 2014.

Além disso, será feita uma revisão das despesas de custeio do Estado para 2014, o que possibilitará uma economia adicional estimada em R$ 700 milhões, totalizando uma redução de gastos de aproximadamente R$ 1,1 bilhão. A estimativa é de que, de agosto até dezembro de 2013, os gastos de custeio do Estado serão reduzidas em R$ 105 milhões, o equivalente a 13% do total de despesas de custeio com recursos do Tesouro Estadual previstas para o período. Leia mais »

O excesso de tecnocratas e a falta de estadistas

Por roland

Comentário ao post "Globalização, liberalismo e a instabilidade mundial"

Na linha da parte final desse texto, o artigo de James Petras "Brasil, o capitalismo extrativo e o grande salto para trás", em http://resistir.info/

A questão, para mim, é que teríamos de fazer um grande esforço de inovação tecnológica. Não podemos pretender, em matéria de indústria, competir com a China em seus próprios termos. Perdemos (ou estamos perdendo) a segunda grande chance histórica de importar "cérebros", i. é, técnicos e cientistas  altamente qualificados de países gravemente afetados pela crise econômica. A primeira chance foi após a queda da União Soviética, em que profissionais e cientistas da ex-URSS buscavam oportunidades em outros países, e dispostos a aceitar salários compatíveis com o que poderíamos pagar.

Tais profissionais e cientistas poderiam formar uma base sólida para o salto científico-tecnológico de que necessitamos. Mas o governo teria de ter tido a visão e a disposição de promover esse salto. Mesmo pago a peso de ouro - e nem precisa ser o caso hoje, acredito - esse pessoal serviria de multiplicadores nas universidades e escolas técnicas ou centros de pesquisa. porém é preciso investir forte. Mas parece que educação e capacitação tecnológica produz pouco voto.

Em resumo, parece que temos tecnocratas demais e nenhum estadista. Pelo menos visível a olho nu. Leia mais »

A gestão à vista nos serviços públicos

Autor: 

Coluna Econômica

Encerrado o mês de agosto, o movimento das redes sociais produziu frutos iniciais, alguns meramente pontuais, para reduzir o grau de fervura, outros, permanentes.

Mas há muito a a avançar.

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Lançada pela presidente Dilma Rousseff, a Lei de Transparência foi considerada por Hillary Clinton um marco na gestão pública mundial. Pela primeira vez, um governo democrático promulgava lei obrigando todas as repartições públicas a fornecerem informações solicitadas pelos cidadãos.

Agora é hora de dar o salto seguinte, implantando um sistema de “gestão à vista” – utilizado por grandes corporações para preencher as lacunas de informação de seus funcionários.

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Exemplos simples, de aplicação imediata e de efeitos instantâneos:

  1. Aeroportos: expor em quadros com ampla visibilidade, a taxa de atraso das aeronaves, os motivos, as punições aplicadas e os índices de satisfação.
  2. Ônibus urbano: índices de satisfação por linha e por companhia; índices de atraso e número médio de passageiros por ônibus.
  3. Obrigar todas as concessionárias de telecomunicações a enviarem aos usuários seus dados mensais de desempenho por torpedo.
  4. Disponibilizar número da Anatel para que as reclamações possam ser feitas por celular ou por tablet.
  5. Monitoramento em tempo real da velocidade efetiva da banda larga celular e fixa e obrigatoriedade para operadoras disponibilizarem os dados individuais para cada usuário (velocidade efetiva, interrupções etc).

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MPL organiza ato contra os desvios no Metrô

Sugerido por veras

Do IG

MPL volta às ruas em ato contra desvios no Metrô de São Paulo

Por Ricardo Galhardo

O foco do protesto são as denúncias de pagamento de propinas a políticos e formação de cartel em obras milionárias do Metrô durante os governos do PSDB

O Movimento Passe Livre e pelo menos outros cinco movimentos populares vão engrossar um ato contra os supostos desvios de dinheiro no Metrô de São Paulo convocado pelo Sindicato dos Metroviários, no dia 14 de agosto.

Além do sindicato e do MPL devem participar do ato a Associação Nacional de Estudantes Livres (Anel), Conlutas (ligada ao PSTU), Intersindical (ligada ao PSOL), Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST, que tem alguns dirigentes ligados ao PT) e Periferia Ativa.

O foco do protesto são as denúncias de pagamento de propinas a políticos e formação de cartel em obras milionárias do Metrô durante os governos do PSDB. Leia mais »

MP pede ajuda para justiças alemã e suíça no caso Siemens

Sugerido por implacavel

Do Estadão

MP pede ajuda a países no caso Siemens

Objetivo é que Justiças da Suíça e da Alemanha enviem documentos com indícios de supostos pagamentos de propina em São Paulo

Adriana Ferraz, Marcelo Godoy

O Ministério Público Estadual (MPE) vai pedir às Justiças suíça e alemã cópias de depoimentos e de documentos bancários com indícios de supostos pagamentos de propina feitos por executivos da Siemens para "agentes públicos" que trabalharam no governo de São Paulo.

A empresa e seis de seus executivos fizeram, em 22 de maio, um acordo por meio do qual concordaram em delatar a existência de um cartel que fraudou concorrências em São Paulo - do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) - e em Brasília.

Na semana passada, quatro promotores paulistas se encontraram com seis advogados da Siemens. Os promotores sabem da existência de uma conta bancária na Suíça e de depoimentos nos quais são relatados pagamentos a dirigentes da CPTM e do Metrô. Buscam agora a cooperação da empresa e de seus executivos para investigar supostos pagamentos de propina durante as administrações de Mário Covas (1995-2001), Geraldo Alckmin (2001-2006) e José Serra (2007 a 2010). Leia mais »

No Rio, Parque Aquático Júlio Delamare não será demolido

Sugerido por Marcia

Do Jornal do Brasil

Cabral desiste de derrubar Parque Aquático Júlio Delamare

Estádio Célio de Barros também deve ser preservado

Acuado pela onda de manifestações quase diárias, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, anunciou na tarde desta segunda-feira que desistiu de derrubar o Parque Aquático Júlio Delamare, no Complexo do Maracanã.

Pelo Twitter, Cabral disse que tomou a decisão depois de refletir a partir dos pedidos das manifestações que têm sido feitas contra ele.

"Acabei de falar ao telefone com o presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos. Disse ao Coaracy Nunes que refleti sobre o Júlio Delamare. Tenho ouvido muitas manifestações em defesa da permanência do Parque Aquático no complexo do Maracanã. Coaracy me disse que o governo com isso estaria atendendo à natação brasileira. Diante disso o Julio Delamare está mantido", afirmou Cabral. Leia mais »

Esquemas de propina podem derrubar presidente da Siemens

Sugerido por Webster Franklin

Do Correio do Brasil

Siemens enfrenta processo por cartel e presidente pode perder o emprego

Por Redação, com agências internacionais e BdF - de São Paulo e Berlim

O presidente-executivo da Siemens, Peter Loescher, planeja, ainda que em vão, lutar por seu cargo na reunião do conselho de supervisão na quarta-feira, publicou um jornal nesta segunda, depois do grupo industrial alemão ter dito no fim de semana que iria demiti-lo. A pressão sobre Loescher aumentou depois do executivo ter repetidamente interpretado erroneamente o desenvolvimento da demanda nos principais mercados do grupo. A gota d’água parece ter vindo na semana passada, quando a Siemens cortou sua meta de margem de lucro para 2014.

Citando fontes da empresa, o jornal alemão Süddeutsche Zeitung afirmou que Loescher só estava disposto a renunciar se o presidente do conselho Gerhard Cromme, que o contratou há seis anos, também deixasse o cargo. Caso contrário, Loescher esperava reunir a necessária maioria de dois terços para evitar ser demitido, embora fontes da diretoria tenham dito ao jornal que ele não tinha nenhuma esperança de sucesso. Fontes disseram que vice-presidente financeiro Joe Kaeser, que passou toda carreira na Siemens, era o candidato mais provável para substituir Loescher, numa troca bem vista pelos analistas. Leia mais »

O IDHM das cidades mineiras

Sugerido por Luiz Americo Costa

Do O Tempo

Minas tem o pior IDHM da região Sudeste, aponta atlas

Já no ranking nacional, o Estado está como o nono melhor

ISABELLA LACERDA /LUIZA MUZZI

ESPECIAL PARA O TEMPO

Minas Gerais é o Estado com o menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) da região Sudeste do país. O atlas publicado ontem pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil (Pnud) leva em consideração quesitos como a expectativa de vida, a educação e a renda mensal per capita. O indicador é uma nota que varia de 0 a 1, e a melhor cidade é aquela que se aproxima ao número 1.

Enquanto Minas apresentou, em 2000, o IDHM de 0,624, ficando na oitava posição no país, segundo dados da Fundação João Pinheiro, em 2010, esse número subiu para 0,731, mas inferior ao de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Comparando-se com todas as unidades da Federação, o Estado está com o nono melhor índice.  Leia mais »

MP e Cade investigam superfaturamento no Metrô e CPTM

Sugerido por Adamastor

Da Istoé

Trens e Metrô superfaturados em 30%

Ao analisar documentos da Siemens, empresa integrante do cartel que drenou recursos do Metrô e trens de São Paulo, o Cade e o MP concluíram que os cofres paulistas foram lesados em pelo menos R$ 425 milhões

Alan Rodrigues, Pedro Marcondes de Moura e Sérgio Pardellas 

PROPINODUTO 
Segundo integrantes do MP e do Cade, seis projetos de trem e metrô investigados apresentaram sobrepreço de 30%

Na última semana, ISTOÉ publicou documentos inéditos e trouxe à tona o depoimento voluntário de um ex-funcionário da multinacional alemã Siemens ao Ministério Público. Segundo as revelações, o esquema montado por empresas da área de transporte sobre trilhos em São Paulo para vencer e lucrar com licitações públicas durante os sucessivos governos do PSDB nos últimos 20 anos contou com a participação de autoridades e servidores públicos e abasteceu um propinoduto milionário que desviou dinheiro das obras para políticos tucanos. Toda a documentação, inclusive um relatório do que foi revelado pelo ex-funcionário da empresa alemã, está em poder do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), para quem a Siemens – ré confessa por formação de cartel – vem denunciando desde maio de 2012 as falcatruas no Metrô e nos trens paulistas, em troca de imunidade civil e criminal para si e seus executivos. Até semana passada, porém, não se sabia quão rentável era este cartel. Leia mais »

Os problemas na organização da Jornada Mundial da Juventude

Sugerido por Gilson AS

Prefeito do RJ " Sim erramos, cometemos falhas no evento da JMJ, a nossa nota está próxima de zero"

Eu pergunto, sim, e daí ? Não houve tempo da prefeitura e estado se programarem ?

Metrô não funciona, quebrou várias vezes. Falta onibus na Av. Brasil, as Vans estão deitando e rolando, cobrando o que querem. Instituiram dois feriados municipais, quinta e sexta, trazendo prejuizo para o município. E quem não é católico e precisa ganhar dinheiro para pagar as suas contas, como fica ? p. exemplos, os empresários ?

Os jovens em toda parte da cidade, estão reclamando da desorganização geral do evento. Onde o Paes, prefeito, e o Cabral, governador, pretendem chegar ? Meu Deus ! é muita desorganização. E ainda vamos ter Copa e Olimpíadas. Confesso que como carioca estou começando a ficar com medo e preocupado. Aquela famosa frase " Imagine na copa" começa fazer sentido. Agora, o absurdo maior estão nas imagens. E o que é pior, não vai acontercer nada, ninguém será punido.

Do O Dia

Obra em Guaratiba beneficiou empresários

Donos da área do Campus Fidei ganharam infraestrutura e economia de milhões de reais Leia mais »

Governo Dilma, os desafios históricos e a tecnocracia

Por LN

O burocrata, movido pela ética da convicção, é capaz de, em nome de suas certezas, insistir nos erros. O político, da ética da responsabilidade, voltado a fins, revê meios, renegocia processos. Independentemente de sua figura, bem-vista, o governo da presidente e o país carecem de política e de políticos, na acepção pura e gloriosa do termo. O país e o governo não sofrem pelo excesso, mas pela falta de política, o que parece ser o pior da crise.

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Sugerido por Oswaldo Alves

Um artigo grande em comparação com o que se costuma publicar nos posts, mas que traz muitos pontos de interesse das discussões feitas aqui no blog:

Da Revista Interesse Nacional

Dilma: do Desafio Histórico à Tecnocracia

[Comentário meu] Este artigo de Carlos Melo traz pontos importantes da discussão política sobre os governos no Brasil. Algumas questões levantadas encontram-se refletidas na crise política do pós-manifestações de junho. Há, entretanto, que se fazer uma ressalva: o texto foi publicado em abril, portanto, possivelmente escrito em março de 2013, quando nenhuma bola de cristal poderia prever uma situação social como a dos protestos de Junho. O interesse do texto permanece justamente por apontar o esvaziamento da Política como elemento de uma crise latente. Em outros pontos, pode-se discordar: quando trata da questão de investimentos e infraestrutura, não dá para saber se o autor levou em conta os enfrentamentos envolvendo a MP dos Portos e os contratos das empresas de energia elétrica. A resolução da questão dos portos foi posterior à publicação do artigo. Mas a questão do setor elétrico é anterior e, dessa forma, foi mesmo negligenciada pela análise. Também é absolutamente secundarizada a questão da taxa de juros, como se ela dissesse respeito simplesmente a estimular ou não o consumo. Enfim, permanece o interesse pela questão política: a análise de que os sinais de esgotamento apontam para a urgência da Reforma Política, bem como a crítica da tecnocracia como ineficaz para fazer frente a esta urgência. Leia mais »

Dilma não fará cortes nos ministérios

Do Estadão

Dilma decide com Lula não mexer na gestão

Após longa conversa com ex-presidente, ela pediu ajuda para conter o racha entre PT e PMDB e concluiu que não fará mudanças sob pressão

Vera Rosa e Tânia Monteiro

BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff não cortará nenhum dos 39 ministérios nem pretende mexer no primeiro escalão agora. Em conversa de três horas com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na quarta-feira, em Salvador, Dilma mostrou preocupação com a queda de popularidade do governo, registrada após as manifestações de rua de junho, mas disse que não vai ceder, nesse momento, a pressões por mudanças na equipe.

A portas fechadas houve muita reclamação sobre o comportamento do aliado PMDB e também do PT. Não foi só: Dilma pediu ajuda a Lula para “enquadrar” o PT, que, no seu diagnóstico, não está colaborando como deveria para defender o governo e o plebiscito da reforma política. Para a presidente, divisões na seara petista e o coro do “Volta Lula”prejudicam a governabilidade. Leia mais »