Programa discute o desgaste das velhas mídias

Do Brasilianas.org

Programa discute o desgaste das velhas mídias como fontes de informação com o avanço das redes sociais

Nesta sexta-feira (19 de Julho), às 11 da manhã, será gravada a próxima edição do programa Brasilianas.org, apresentado todas as segundas-feiras, na TV Brasil. O apresentador Luís Nassif receberá o diretor de conteúdo do Portal Terra, Antonio Prata, o coordenador Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social –, Pedro Ekman e o Publisher do portal iG, Tales Faria, convidados para analisarem o consumo da mídia no país.

Clique aqui e encaminhe suas perguntas que poderão ser respondidas durante a gravação.

Segundo avaliação da seccional brasileira da agência Interactive Advertising Bureau (IAB) os meios de comunicação tradicionais (rádio, cinema, TV e jornais impressos) estão perdendo espaço entre os consumidores de mídias para a internet ano a ano. Leia mais »

O pessimismo obsessivo nas análises econômicas

Sugerido por mcn

Do Valor

O PIB cresce 4% ao ano

Por Francisco Lopes

O título deste texto não é uma piada, nem uma projeção, nem mesmo a expressão de um desejo. É apenas a constatação de um fato: os últimos números publicados para o Índice de Atividade do Banco Central, o IBC-BR, que pode ser considerado uma aproximação em base mensal para o PIB trimestral do IBGE, indicam claramente que no segundo trimestre de 2013 a economia brasileira estava crescendo ao ritmo de 4% ao ano.

Mas espere um momento! Não foram esses números que repercutiram de forma tão negativa na imprensa, sugerindo até que estamos novamente a caminho da recessão? Basta olhar os títulos de algumas das matérias publicadas: Indicador do BC mostra país na rota da recessão; Economia tem maior retração desde 2008; Cada vez mais difícil decolar; Bancos oficiais já prevêem crescimento abaixo de 2%; IBC-BR reforça sinais da lenta perda de gás da economia em 2013; Pibinho de inverno.

Na realidade, a única coisa que fica clara aqui é que a mídia especializada e a grande maioria dos analistas da economia parecem sofrer atualmente de um pessimismo obsessivo. De fato a leitura que foi feita dos números do BC configura um caso clássico do que a psicologia cognitiva denomina de viés de confirmação (confirmation bias), que ocorre quando as pessoas só são sensibilizadas por informações que pareçam confirmar suas crenças ou hipóteses, ignorando qualquer evidência em sentido contrário. Leia mais »

O consultor do Google e o boicote ao Marco Civil

Sugerido por Antonio Nelson

Por Sergio Amadeu da Silveira* (via Facebook)

O jornalista Fernando Rodrigues escreveu a seguinte nota:

http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2013/07/15/ex-lobista-do-google-trabalha-no-planalto/. Ele quer dar a entender que o Marco Civil favorece o Google. Certamente o jornalista está sendo instrumentalizado pelas operadoras de telecom para paralisar o Marco Civil. Fui na página dele aqui no Facebook e postei o seguinte comentário:  Pois é Fernando Rodrigues, tudo que você divulga do Ivo me parece correto, menos suas ilações.

O Marco Civil foi escrito colaborativamente na plataforma da Cultura Digital, em duas fases ( http://culturadigital.br/marcocivil/ ), de modo transparente, contando com mais de 2 mil contribuições. As Operadoras de Telecom, cujos diversos diretores saíram diretamente da Anatel para o comando destas corporações, são contra o Marco Civil.

Eles tem o Ministério das Comunicações nas mãos. Por isso, o Marco Civil não anda. Talvez fosse o caso de você investigar essas relações. Aí está a pista de por que o Marco Civil está sendo alterado para atender os interesses das corporações de telecom. Leia mais »

Ivo Corrêa e mais outro capítulo na guerra das mídias

Sugerido por Cruzes

notícia de ontem, mas vale refletir sobre a tentativa de fritar o subchefe de assuntos jurídicos da Casa Civil. com uma biografia que sempre foi pública, foi descoberto "de repente" pelo correio braziliense como ex-funcionário do Google. trata-se de uma não informação, no sentido mais claro da expressão. ilações são realizadas sem menor indício de irregularidade ou qualquer fato que possa chegar perto disso. parece haver várias questões por trás, tentativa de bloquear o Marco Civil e guerra midiática (como já tinha sido apontado em análise aqui) entre elas.

Da Folha

Governo indicou ex-lobista do Google para Comitê Gestor da Internet no país

O subchefe de assuntos jurídicos da Casa Civil, Ivo Corrêa, foi lobista da empresa Google entre 2008 e 2011.

Hoje ele representa o governo brasileiro no Comitê Gestor da Internet, órgão que controla a rede mundial de computadores no país, tomando decisões operacionais sobre oferta de serviços no setor.

A informação foi divulgada ontem pelo "Correio Braziliense". Segundo nota da Casa Civil, Corrêa "foi selecionado e contratado com base na sua experiência profissional". Leia mais »

Sobre o papel político da imprensa

Por Assis Ribeiro

A grande imprensa e o seu papel manipulador. 

O papel da grande imprensa no Brasil é definido e claro. Além de atuar como defensora de interesses de seus patrocinadores ela se coloca como um verdadeiro partido político de oposição.

Neste último sentido é objetiva a declaração de Maria Judith Brito, presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) e executiva do grupo Folha de S.Paulo:

"A liberdade de imprensa é um bem maior que não deve ser limitado. A esse direito geral, o contraponto é sempre a questão da responsabilidade dos meios de comunicação e, obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada. E esse papel de oposição, de investigação, sem dúvida nenhuma incomoda sobremaneira o governo." 

Essa condição de atuar como partido político foi intencionalmente traçada para que a mídia tradicional (jornal, rádio e televisão) se tornasse forte na defesa dos seus interesses específicos.

Trata-se de uma construção ideológica alcançada por ataques constantes e muitas vezes infundados efetuados contra políticos, governantes, e a atuação do judiciário, com o objetivo de criar uma imagem negativa do agente público, associando-o invariavelmente à corrupção e à ineficiência.  Leia mais »

O livro A explosão do jornalismo, de Ignacio Ramonet

Sugerido por Marco Antonio L.

Da Carta Maior

A explosão do jornalismo, segundo Ignacio Ramonet

Em seu novo livro, "L’Explosion du journalisme. Des médias de masse à la masse des médias", o antigo diretor do Le Monde Diplomatique analisa a mudança profunda do que ele chama de “ecossistema midiático” e o fim inelutável de uma grande parte da imprensa escrita. Os grandes grupos midiáticos constituídos nas décadas de 80 e 90 mostram-se ineficazes face à proliferação dos novos modos de difusão da informação. Os grandes jornais perdem leitores no papel, mas crescem na internet.

Neste livro preciso, muito bem argumentado e repleto de referências, o antigo diretor do Le Monde Diplomatique analisa a mudança profunda do que ele chama de “ecossistema midiático” e o fim inelutável de uma grande parte da imprensa escrita, os diários em particular.

Em "L'Explosion du journalisme. Des médias de masse à la masse des médias" Ramonet dedica várias páginas à natureza da informação na era da internet 2.0. Circulando à velocidade da luz, ela se inscreve em um processo dinâmico e torna-se um trabalho em curso jamais acabado. Em troca, dinossauros certamente em via de extinção, os grandes grupos midiáticos constituídos nas décadas de 80 e 90 mostram-se ineficazes face à proliferação dos novos modos de difusão da informação. Os grandes jornais perdem inexoravelmente leitores no papel, mas não param de ganhá-los na Web (43 milhões de internautas leem o New York Times). Leia mais »

MPF de Brasília recebe pedido de investigação sobre a Globo

Sugerido por Marco Antonio L.

Do Correio do Brasil

MP de Brasília recebe pedido de investigação sobre a Rede Globo

O Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé divulgou, nesta segunda-feira, a iniciativa de protocolar, no Ministério Público Federal (MPF) de Brasília, documento no qual apresenta a denúncia de sonegação de impostos, pela Rede Globo, amplamente divulgada nas últimas semanas, solicitando ação dos promotores em relação ao processo. Por iniciativa do núcleo do Distrito Federal do Barão de Itararé e com a adesão de 16 entidades do movimento social, o documento foi protocolado no MPF – Procuradoria da República no Distrito Federal apresentando a denúncia de sonegação de impostos, pela Rede Globo.

As coordenadoras do Barão de Itararé/DF, Sônia Corrêa e Fabiane Azevedo, com Rosane Bertotti, coordenadora nacional do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação – FNDC, Maria Mello do FNDC/DF, Santa Alves da União de Negros pela Igualdade – UNEGRO/DF e Marcos Tenório, do Centro Brasileiro de Solidariedade e Luta pela Paz – Cebrapaz/DF Leia mais »

Brasileiros consideram mídia a entidade mais confiável

Sugerido por Claudio W.

Isso poderia ser uma boa notícia, mas se considerarmos o nosso contexto atual, chega a ser preocupante:

Do O Globo

Para brasileiros, mídia é a entidade mais confiável

SÃO PAULO - Em meio a diversos questionamentos sobre a credibilidade das instituições no país, a mídia é a entidade mais confiável para a maior parte dos brasileiros, de acordo com o "Estudo de confiança Edelman 2013". Segundo o levantamento, que ouviu 31 mil pessoas em 26 países, mil delas no Brasil, veículos de comunicação são confiáveis para 66% dos brasileiros. Em seguida, estão as empresas (64%), ONGs (59%) e governo (33%).

O resultado segue a mesma tendência da pesquisa sobre corrupção no mundo divulgada semana passada pela Transparência Internacional, segundo a qual a percepção sobre corrupção envolvendo a mídia no país é menor na comparação com a maioria dos países.

- São medições diferentes, mas que convergem ao demonstrar a confiança que a mídia tem por parte da população - disse o diretor executivo da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Ricardo Pedreira. Leia mais »

As relações suspeitas entre o Banco Rural e a Globo

Sugerido por Janah

Da Rede Brasil Atual

Ligações suspeitas entre Globo e Banco Rural, mas ninguém investiga

por Helena Sthephanowitz

Quem tiver alguma informação, favor informar a este blog. Procura-se o inquérito ou processo de investigação das operações do Banco Rural com a Globo, consideradas fraudulentas e com evidência de crime contra o sistema financeiro nacional, segundo o ex-procurador-geral da República Antônio Fernando de Souza.

Em 2006, quando Souza apresentou a famosa denúncia ao ministro Joaquim Barbosa do chamado "mensalão" (ação penal 470), registrou na página 90, uma vistoria do Banco Central junto ao Banco Rural apontando crimes contra o sistema financeiro nacional, envolvendo operações consideradas fraudulentas com algumas empresas. Entre elas a Globo Comunicações e Participações, a Globopar, controladora da TV Globo.

Consta que em 2004 a Globopar não conseguia honrar suas dívidas, e o fundo de investimento W.R. Huff pediu a falência da empresa nos Estados Unidos. Foi necessário um processo de reestruturação da dívida. Leia mais »

A bomba semiótica da Polícia Federal

Novamente a Semiótica é convocada para desmontar outra “bomba semiótica” que detonou na mídia nesses últimos dias. E dessa vez uma bomba plantada pela própria Polícia Federal: investigações do órgão concluíram que o boato que levou ao pânico beneficiários do “Bolsa Família” em 12 estados foi “espontâneo”, não havendo, portanto, causa intencional. Conclusão tão irracional, retoricamente saturada e cientificamente sem sentido que entra na categoria das “bombas semióticas”: artifícios letais camuflados de informação, mas que escondem construções de sentido arbitrárias e, nesse caso, com uma novidade: se o fenômeno aconteceu porque aconteceu, então os fenômenos da comunicação entram no terreno da tautologia e da magia. Leia mais »

Ronaldo estaria de olho na franquia da Playboy

Sugerido por Gilson AS

Ronaldo quer comprar a Playboy, diz jornal

Segundo o jornal Extra, ex-craque estaria de olho na franquia

R7

Análise da cobertura de protestos do Rio pela 'grande' mídia

Sugerido por Marco Antonio L.

A Mídia Ninja ataca outra vez

Por Sylvia Debossan Moretzsohn em 13/07/2013 na edição 754 - No Observatório da Imprensa

Quem mora nas imediações do Palácio Guanabara, na rua Pinheiro Machado, e mais especificamente no perímetro que abrange as ruas Marquês de Pinedo, Paissandu, Ipiranga e Esteves Júnior e vai até a praça São Salvador, viu ou sentiu os efeitos do que ocorreu na noite de 11/7, quando a polícia reproduziu, agora com ainda mais intensidade, as cenas de violência vividas na mesma região em 20/6, ao reprimir um grupo de jovens que estendia a grande passeata daquele dia para protestar em frente à sede do governo estadual.

No entanto, quem queria saber o que se passava só pôde obter informações pela internet, especialmente através do material veiculado pela Mídia Ninja, cujo trabalho foi referido em artigo publicado recentemente neste Observatório [ver aqui].

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Novo capítulo do caso de sonegação da Globo

Autor: 

Sugerido por Webster Franklin

Diario do Centro do Mundo

“Receita do Rio tem o nome de quem está por trás do sumiço do processo de sonegação da Globo”

Uma fonte diz ao Diário que funcionária condenada agiu a mando de alguém com um cargo superior.

Protesto em São Paulo contra Globo deixou apresentador com rosto parcialmente verde

Protesto em São Paulo contra Globo deixou apresentador com rosto parcialmente verde

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A aplicação do Código de Defesa do Consumidor para a mídia

Por Alessandre de Argolo

Comentário ao post "O ataque de Augusto Nunes a Lula e os limites da mídia"

Diante desse quadro, inevitavelmente surge a pergunta: Fazer o quê, se o principal interessado, Lula, não reclama? Não age na justiça para impedir os achaques aos seus direitos de personalidade?

A liberdade de imprensa não dá ao jornal o direito de esculhambar impunemente com as pessoas assim não. Não existe esse direito. Se praticou ofensas ao direito de personalidade do cidadão, pode e deve responder por isso.

Aliás, eu nem li esse artigo de Augusto Nunes a que o post se refere. Mas já li outros em que ele é extremamente virulento com as palavras quando fala de Lula e do PT.

A crítica política não é proibida. Mas tudo tem limites. O problema é que, pelo menos que eu saiba, Lula nunca tomou providências neste sentido, talvez porque ache que se assim fizer, estará chamando atenção para uma coisa que não merece. Daí ele prefere ignorar.

Incomoda aos outros leitores, que particularmente gostam de Lula. Mas, pela visão jurídica que restou consagrada nos últimos temposassentada inclusive depois dos avanços conseguidos na área de responsabilidade civil, não adianta muita coisa esse incômodo se o principal interessado em fazer frente aos ataques não toma nenhuma providência.

Mas nem tudo pode estar perdido hehehe.

Outro dia discutiu-se aqui a aplicação do CDC em se tratando do "produto" matérias jornalísticas. Ou seja, as matérias jornalísticas seriam produtos comercializados no mercado, assim como o jornalismo também teria um aspecto de serviço disponibilizado no mercado consumidor. Leia mais »

Os problemas do personalismo exacerbado no jornalismo

Por JB Costa

Comentário ao post "O ataque de Augusto Nunes a Lula e os limites da mídia"

Há um ano mais ou menos comentei aqui o radicalismo desse cidadão nas suas atividades jornalísticas. Tornou-se, tal qual seu colega de VEJA, no suprassumo da intolerência, da infâmia e da indignidade hoje tão comum no jornalismo de oposição feita pela grande imprensa. Para sermos justos, tal comportamento também existe em parte da dita mídia progressista, diferenciando-se apenas pelo nível de intensidade e, logicamente, pelos alvos visados. 

Ambos, além de acoitarem a borra humana da internet em termos de falta de compostura(há exceções; alguns são pessoas sérias), contribuem com suas análises para acirrar ainda mais o instinto de malta que grassa entre eles. A par disso, ilustrei minha denúncia transcrevendo mais de uma dezena de dejetos em forma de comentários tendo como alvo o ex-presidente Lula. Os termos menos ofensivos eram ladrão, chefe de gang e vagabundo safado. E isso é o comum, corriqueiro, lá para as bandas da VEJA.  Leia mais »