Sergio Guerra e a resposta de Erenice

Por Rubem

Sérgio, o cão de guerra do serrismo, quer que o governo apanhe quieto: 

Do G1

4/09/2010 20h04 - Atualizado em 14/09/2010 20h17

Erenice 'tem que falar é com a PF', diz presidente do PSDB

Para Sérgio Guerra, Erenice tenta fazer política ao atacar José Serra. Em nota, ministra da Casa Civil chamou tucano de 'aético' e 'derrotado'.

Robson Bonin
Do G1, em Brasília

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), afirmou nesta terça-feira (14) que a ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, tenta "fazer campanha política" ao divulgar nota na qual classifica o presidenciável tucano, José Serra, de "aético" e "derrotado".

Para Guerra, em vez de atacar o candidato do PSDB, a ministra deveria esclarecer ao país as denúncias de suposto tráfico de influência na Casa Civil.

"Ela [Erenice] verdadeiramente toma o lugar da ministra Dilma na campanha política. O alvo de sua irritação não tem que ser o Serra. O objetivo da sua palavra tem de ser esclarecer o envolvimento da Casa Civil em episódios suspeitíssimos. Não tem que falar de campanha eleitoral, de vencedores e perdedores, tem que falar com a Polícia Federal e com quem tem de investigar o caso. Esse caso não é de política, é de polícia", disse Guerra ao G1.

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Um dia de terror para a oposição e a mídia conservadora: A nota à imprensa de Erenice, CNT-Sensus e a volta de FHC

 Os fatos que o JN e parte da imprensa resolveram ignorar solenemente...

Erenice Guerra, ministra chefe da Casa Civil, solicitou investigação contra si e seus familiares, pôs a disposição seus sigilos fiscais, bancários e telefônicos, partiu para o ataque contra Veja, contratando advogados para  entrar na justiça contra a publicação da editora Abril. Leia mais »

Serra antecipa mais denúncias contra Casa Civil

Por Stanley Burburinho

Terá sido ato falho do Serra quando ele disse: "Serra diz acreditar no surgimento de novos focos de corrupção na Casa Civil" e "- Ainda vem muito mais coisas pelo que a imprensa diz."

De O Globo

"Serra diz acreditar no surgimento de novos focos de corrupção na Casa Civil

Publicada em 13/09/2010 às 18h55m

Flávio Freire

ITAPETININGA (SP) - O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, disse nesta segunda-feira acreditar no surgimento de novos focos de corrupção no governo federal, desde que o Ministério Público passe a investigar as denúncias de tráfico de influência no ministério da Casa Civil . Ao chegar em Itapetininga,interior de São Paulo, o tucano enfrentou um grupo de cabos eleitorais de Dilma Rousseff que faziam xingamentos e gritavam palavras de ordem. O grupo se misturou aos militantes do PSDB e começou um pequeno tumulto. Leia mais »

Dilma e o dilema do câmbio

Coluna Econômica - 24/05/2010

Mais cedo ou mais tarde a candidata a presidente da República Dilma Rousseff terá que encarar a questão do câmbio. Na sexta-feira, em Nova York, enfatizou o apoio à independência do Banco Central e deu sinais de que Henrique Meirelles continuará à frente do Banco Central no seu governo.

Acalmou os investidores mostrando serem infundados os receios de The Economist, que comparou a economia brasileira a um carro desgovernado, por estar crescendo a 8,5% ao ano sem ter condições.

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O modelo de gestão do PAC

Coluna Econômica - 18/05/2010

Ontem entrevistei a candidata Dilma Rousseff para meu blog (www.luisnassif.com.br). Não foi uma entrevista sobre questões pontuais, pesquisas eleitorais, alianças, eleições, mas sobre o modelo de gestão implantado no âmbito do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Não se pode considerar o PAC apenas uma relação de obras ou uma maneira de coordenar os gastos orçamentários, diz Dilma. É um método de gestão que visa, muito mais que o setor público, a articulação do setor privado, a criação de um clima adequado para os investimentos.

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Entrevista de Erenice Guerra

Do Estadão

''Queremos que a Oi seja uma parceira especial na Banda Larga''

Gerusa Marques e Renato Andrade, BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo

ENTREVISTA

Erenice Guerra, ministra-chefe da Casa Civil

A ministra-chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, não aceita a crítica de que o Plano Nacional de Banda Larga seja vago, como afirmam as operadoras de telefonia. O decreto presidencial, que será publicado até amanhã, trará apenas as diretrizes, porque o objetivo, insiste a ministra, é fazer um projeto discutido, passo a passo, com todas os interessados, incluindo as grandes teles.

Neste caso, Erenice espera que a Oi seja uma "parceira especial", cumprindo um papel de "maior comprometimento com as políticas públicas", por conta da forte participação do Estado em seu capital. A ministra, que assumiu o cargo no lugar de Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à presidência da República, reforça a tese de que a Telebrás será apenas um instrumento de gestão do plano e revela que o governo poderá contar, sem licitação, com os serviços da estatal, um dos maiores temores do setor privado. Na condução de outro projeto estratégico, o da construção da hidrelétrica de Belo Monte, Erenice disse que as grandes empreiteiras devem apenas participar da construção da obra, ficando de fora do grupo de investidores que irá administrar a usina. A seguir, os principais trechos da entrevista:

Quando sairá o decreto do plano de banda larga? Ele trará mais detalhes?

Nossa expectativa é que saia esta semana, no máximo até quarta-feira. O decreto dará os contornos jurídicos do plano, mas o programa é aquilo, o decreto não inova em nada.

As operadoras questionaram muito essa falta de detalhes.

O plano possui uma mesa permanente de negociação, apelidada de Fórum Brasil Digital. Vamos discutir com as operadoras, prestadoras, com quem puder se engajar, como finalizar o plano. As correções de rumo serão feitas junto com esse fórum e, para mim, é absolutamente coerente que ele não tenha esse nível de detalhamento que as operadoras se queixam.

A senhora não aceita a crítica de que seja um plano vago?

Não aceito. Não é um plano vago, é um plano que nasceu a partir da necessidade de baratear e massificar banda larga. Hoje, ela é escassa, cara e com pouca velocidade, mesmo para quem paga caro e está num local que tem muito acesso. Vamos trabalhar com as alterações da regulação para acelerar e aumentar a competitividade, com incentivos fiscais aos serviços e produtos, ter uma política produtiva tecnológica para o desenvolvimento da indústria nacional e ter uma rede estatal para a intranet de governo. Dizer que esse plano é vago... Leia mais »

Os dez anos da Lei de Responsabilidade Fiscal

Coluna Econômica - 05/05/2010

Os dez anos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) merecem comemoração mas também uma reflexão sobre seus resultados.

A transição do regime militar para a democracia colocou à mostra a fragilidade fiscal do país. Não havia consolidação de contas públicas. Orçamento federal, Previdência e estatais tinham, cada qual, uma contabilidade separada.

Havia ralos enormes por onde se esvaía o dinheiro público, como a conta movimento do Banco do Brasil. O BB podia emprestar o que quisesse, sacando da conta, que o Tesouro cobria.

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A nova ministra da Casa Civil

Por Gerson Marques – Ilhéus

Caro Nassif,

Com a saída de Dilma da Casa Civil, a nova ministra que assume a cadeira é Erenice Guerra, desconhecida de quase todos nos, neste sentido a publicação deste artigo de Melchiade Filho na folha de hoje ajuda a conhecer melhor a nova co-piloto de Lula.

Da Folha

A guerra de Erenice

BRASÍLIA – O pai de Erenice Guerra foi um dos pioneiros da construção de Brasília. No final dos anos 50, resolveu deixar o Ceará. A viagem durou dois meses -de caminhão, de lombo de jegue e a pé.

O pedreiro instalou a família numa tenda do Exército e arrumou trabalho na obra do Palácio da Alvorada. O prédio foi a primeira inauguração da nova capital. Hoje, é a casa do presidente da República.

Décadas depois, a filha recebeu o convite de Lula para conhecer o edifício que o pai ajudou a erguer. Não conteve o choro na visita. Leia mais »