Taxa de desemprego foi de 5,4% em janeiro

Do IBGE

Em janeiro, desocupação foi de 5,4%

A taxa de desocupação foi estimada em 5,4%, a menor para o mês de janeiro desde o início da série (março de 2002), 0,8 ponto percentual acima do resultado apurado em dezembro (4,6%). Em comparação a janeiro de 2012 (5,5%), a taxa manteve estabilidade. A população desocupada (1,3 milhão de pessoas) teve uma elevação de 17,2% em comparação com dezembro e se manteve estável em relação a janeiro do ano passado. A população ocupada (23,1 milhões) teve queda de 1,2% em relação a dezembro. No confronto com janeiro de 2012, verificou-se aumento de 2,8%, o que representou elevação de 631 mil ocupados no intervalo de 12 meses. O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,6 milhões) não registrou variação na comparação com dezembro. Na comparação anual, houve alta de 4,1%, o que representou um adicional de 459 mil postos de trabalho com carteira assinada em um ano. Leia mais »

2013 será de desemprego e recessão para a zona do euro

Por Rodolfo Machado
Do Estado de Minas

AFP - Agence France-Presse

A Eurozona enfrenta um novo e duro ano de recessão em 2013, com um índice de desemprego que pode chegar a afetar quase 20 milhões de pessoas, e com os déficits de França e Espanha acima dos objetivos fixados, segundo as previsões divulgadas nesta sexta-feira pela Comissão Europeia.

O Produto Interno Bruto (PIB) da Eurozona terá neste ano uma contração média de 0,3%, depois de ter caído 0,6% em 2012, afirmam as estimativas de inverno da Comissão.

O crescimento só retornará a esta região de 340 milhões de habitantes em 2014, quando estima-se que suas economias crescerão em média 1,4%.

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A evolução da taxa de desemprego

Por Marco Antonio L.

Da Carta Capital

O (des)emprego dez anos depois

João Sicsú

A pesquisa do IBGE que mede o desemprego sofreu uma importante mudança metodológica em março de 2002. Portanto, não é possível comparar a evolução da taxa de desemprego desde meados dos anos 1990 aos dias de hoje. Só é recomendável fazer comparações anuais a partir de 2003. Em 10 anos de governo (2003-2012), os presidentes Lula e Dilma aplicaram políticas econômicas e sociais que reduziram drasticamente a taxa de desemprego. Em 2003, a taxa média de desemprego era de 12,3%; em 2012, caiu para 5,5%.

Embora não seja possível analisar uma trajetória mais longa da taxa de desemprego devido à mudança metodológica de 2002, pelo menos a herança deixada a Lula pode ser identificada. O presidente Lula recebeu uma economia com uma taxa de desemprego de dois dígitos, uma taxa semelhante à que vigora na Europa em crise. Leia mais »

Espanha perde 8 mil empregos por dia

Do El País

El mercado laboral arranca el año con la destrucción de 8.500 empleos al día

La ocupación baja en 263.243 puestos de trabajo, hasta los 16,1 millones de afiliados
El paro registrado sube en 132.055 personas, hasta superar los 4,98 millones
El gasto en desempleo superó en 2012 en casi 3.200 millones lo presupuestado
El déficit del sistema de pensiones aumenta a 5.800 millones

Mal arranque del empleo en 2013. El número medio de afiliados a la Seguridad Social bajó en enero en 263.243 personas, lo que supone un recorte del 1,60% con respecto a diciembre de 2012. Tras este descenso, el sexto mensual consecutivo, el total de cotizantes baja a 16.179.438, según los datos publicados hoy por el Ministerio de Empleo. Este balance refleja que España, inmersa en su segunda recesión en tres años y bajo el efecto de los recortes públicos, destruyó 8.500 puestos de trabajo al día en el inicio del año. En cuanto al paro registrado, el total de inscritos en los servicios públicos de empleo avanzó en 132.055, hasta superar los 4,98 millones, un nuevo máximo histórico. Leia mais »

Juro baixo, desemprego idem. O resto é marolinha, né Lula?

Autor: 

Em dezembro último, o Brasil tornou-se a 6ª maior economia do mundo http://bit.ly/VOcutF , com taxa de desemprego de 4,4% http://bit.ly/VagwKF. Leia mais »

Vulcabrás fecha na Bahia e deixa quatro mil desempregados

Autor: 

A Vulcabrás/Azaléia com matriz na cidade de Itapetinga (a 326 km de Salvador) fechou 12 plantas industriais de 10 filiais localizadas nos municípios de Caatiba, Firmino Alves, Itambé, Itapetinga (com exceção da matriz), Itororó e Macarani. Com a decisão, que foi anunciada no inicio da tarde desta sexta-feira, 30, cerca de 4 mil colaboradores estão demitidos. Apenas a matriz continua funcionado na cidade.

Em nota encaminhada à imprensa, a empresa informou que foram feitos vários esforços na tentativa de preservar a competitividade, mesmo assim vem registrando sucessivos e elevados prejuízos financeiros em decorrência do aumento da competição, causado pela excessiva entrada de produtos importados a preços muito baixos, não compatíveis com a estrutura de custos da empresa na Bahia.

"Por essa razão, a Empresa está implementando uma complexa estratégia de reestruturação das operações industriais na Bahia. Esse processo implica na desativação das operações industriais das suas filiais neste estado, concentrando suas atividades na matriz em Itapetinga", diz a nota.
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Desemprego cresce em SP

Por Assis Ribeiro

Do Valor 

Na contramão, desemprego em SP aumenta

Por Arícia Martins 

Detentora da maior parcela da força de trabalho brasileira, a região metropolitana de São Paulo caminhou na contramão das outras cinco principais capitais do país e deu mostras de perda de fôlego em seu nível de emprego. Enquanto nas demais regiões pesquisadas pelo IBGE a taxa de desemprego diminuiu entre setembro de 2011 e igual mês de 2012, em São Paulo ela aumentou consideravelmente nesse período, de 6,1% para 6,5%, se descolando do novo recorde de baixa batido pela desocupação.

Com maior peso na Pesquisa Mensal de Emprego (PME), a trajetória da capital paulista evitou recuo na média das seis regiões entre agosto e setembro, cuja desocupação passou de 5,3% para 5,4%. Também na comparação mensal, São Paulo foi a única região onde houve aumento relevante no contingente de desempregados, que eram 5,8% da População Economicamente Ativa (PEA) em agosto. Leia mais »

Em BH, desemprego recua para 4%, mas falta qualificação

Por Dario C Lenza

Do Estado de Minas

Sobra falta de qualificação profissional no mercado de trabalho

Desemprego em BH recua para 4% em setembro com mais 5 mil pessoas contratadas no mês. Com quadro de pleno emprego, existem mais oportunidades do que mão de obra capacitada

Paulo Henrique Lobato

A taxa de desemprego na Grande Belo Horizonte caiu de 4,3%, em agosto, para 4% em setembro, o que representou a entrada de 5 mil pessoas no mercado de trabalho e garantiu o segundo melhor índice nos 10 anos da série histórica. O menor percentual foi em dezembro de 2011 (3,8%), mas é possível que o recorde seja batido nos próximos meses, devido ao início do período das vagas temporárias abertas para o comércio de fim de ano. No Brasil, o indicador registrou suave variação, de 5,3% para 5,4%. Ainda assim, é o melhor resultado para o mês de setembro. Os dados foram divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  Leia mais »

O prejuízo causado pelo desemprego na Europa

Por Marco Antonio L.

Do Opera Mundi

Desemprego de jovens custa mais de R$ 400 bilhões por ano à União Europeia

Mais de 14 milhões de europeus com 15 a 29 anos também não estudam, diz pesquisa

Vitor Sion

O desemprego de 14 milhões de pessoas entre 15 e 29 anos causa um prejuízo de R$ 404,6 bilhões (153 bilhões de euros) por ano à União Europeia. A informação é da Eurofound, agência de pesquisas do bloco.

Além do falta de emprego, o estudo concluiu que esses europeus também não estudam, o que representa o risco de serem parte de uma “geração perdida”.

Bulgária, Itália, Irlanda e Espanha são os países que apresentam a maior parcela de jovens nessa situação, com índices acima de 21%. A taxa mais baia é encontrada na Holanda, onde apenas 5,5% das pessoas entre 15 e 29 anos não estudam e estão desempregadas.
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Incongruência flagrante: União Européia é nobel da paz!

Crise espanhola assola famílias e compromete futuro próximo dos mais jovens. Leia mais »

Na França, desemprego aumenta em julho

Por Marco Antonio L.

Do Vermelho.org

França: desemprego e ameaças de demissões em massa crescem 

O número de desempregados na França aumentou em julho, pelo décimo quinto mês consecutivo, 1,3% em relação a junho, segundo informe divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério do Trabalho.

De acordo com nota oficial, no mês analisado um total de 4.453.800 pessoas estavam em busca de trabalho na França continental, o que faz supor uma alta de 7,9% em relação ao mesmo período no ano anterior.

Se forem incluídos os dados dos territórios além mar, essa cifra alcança 4.733 milhões de desempregados, frente a 4.670.900 reportados em junho último, segundo a mesma fonte. Leia mais »

O papel dos economistas na crise

Do Valor

É o desemprego, tontos!

Antonio Delfim Netto

Na preparação e na expansão dos fatos que levaram à crise que estamos vivendo não existem inocentes: os governos falharam miseravelmente, o setor financeiro sem regulação - como o velho escorpião da fábula - cumpriu o seu objetivo matando o setor real da economia e alguns economistas, gloriosamente, "teorizaram matematicamente" a alta qualidade dos malfeitos...

Seria ridículo e pretensioso dizer que os economistas foram causa eficiente da crise. Eles foram apenas coadjuvantes (e algumas vezes beneficiários) do processo. Ajudaram a criar uma "ideologia" que pretendia dar base "científica" ao papel do mercado financeiro desregulado na aceleração do desenvolvimento econômico e do bem-estar do mundo. A mensagem construída a partir da fantástica hipótese dos "mercados perfeitos" tinha com consequência subliminar a ideia do velho presidente Reagan: "Os governos não são a solução, são o problema!" Mas é ridículo, também, isentá-los de qualquer responsabilidade. Produziriam trabalhos científicos na Academia, onde se faria "ciência pela ciência", na qual não é proibido inventar universos que não existem, como uma sociedade com um único produto, com uma função agregada de produção domesticada, com um agente representativo que incorpora todos os consumidores e os produtores, mas onde não há nem o crédito, nem as bolsas de valores. Agora esforçam-se em incorporá-los no famoso modelo designado de DSGE (Dynamic Stochastic General Equilibrium, Equilíbrio Geral Dinâmico Estocástico). Não teriam, entretanto, responsabilidade pelo mau uso dos seus modelos, mesmo porque esses não se referem, necessariamente, a este mundo... Leia mais »

O maior nível histórico de desemprego na Espanha

Por chico rasia

Do El País

Los recortes elevan el paro hasta un máximo histórico en el segundo trimestre

El paro ha vuelto a subir. Ya está más alto que nunca. El 24,63% que se ha alcanzado en el mercado laboral español en el segundo trimestre de este año, supera por poco la anterior cota histórica, el 24,55% que se alcanzó a comienzos de 1994, durante la anterior crisis.

Que suba el paro entre abril y mayo es la mejor prueba de que la recesión ha vuelto con fuerza. En la mejor época del estacional mercado laboral español se ha destruido empleo (15.900 puestos de trabajo, respecto al trimestre anterior); ha aumentado la población activa (37.600 más que a comienzos de año) y, en consecuencia, sube el número de parados. En total hay ya 5.693.000 de personas sin empleo, según la Encuesta de Población Activa que ha publicado hoy elInstituto Nacional de Estadística. Otro récord negativo que se bate, como el del trimestre anterior, y como el del anterior. Leia mais »

Ruína espanhola é a crise que o Brasil assiste de longe

Crise espanhola deixa metade dos jovens sem empregos, aumenta impostos,  elimina direitos trabalhistas e mesmo assim fuga de capitais já alcançou 200 bilhões de euros. Leia mais »

Escassez de emprego só cria 1.313 vagas no interior do AM

A Secretaria de Estado de Planejamento e Desenvolvimento (Seplan) divulgou, há poucos dias, o Anuário do Emprego Formal do Estado do Amazonas de 2010. De acordo com a publicação, o Estado gerou, naquele ano, 20.813 novos postos de trabalho, o que parece pouco quando confrontado com o contingente populacional do Estado, de 3,48 milhões de pessoas, realmente é muito pouco.

Os números divulgados pela Seplan, que englobam estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) dão uma visão panorâmica, se não da miséria que impera entre os 1,68 milhões de pessoas que vivem no interior do Amazonas, pelo menos da ausência de políticas públicas voltadas para criar atividade econômica e renda nos municípios amazonenses. Leia mais »