O relatório do TCU que a Folha interpretou

Por Geraldo Reco

Clique aqui para ler o post sobre a matéria da Folha.

Prezados

Sempre que cismo com uma matéria da Folha abordando qualquer coisa relativa ao TCU, resolvo a cisma consultando o site do Tribunal. A conclusão é sempre a mesma: factóide. Leia mais »

Os pedágios federais

Por Mario Sergio

Falando em jornalismo de qualidade, hoje temos a Folha com matéria "bombástica" de novo:

Diz que as licitações das rodovias federais puderam ter descontos (??!!) porque o tráfego nessas rodovias foi subestimado.

Claro que isso está sendo dito com todo o cuidado para não permirtir qualquer inferência com as rodovias de SP. Ou não? Ou isso é uma maquiavélica matéria para que todos leiam e imediatamente pensem: oh! se com essa "malandragem", ainda assim os pedágios federais nos ultimos anos são 30% do valor das rodovias de SP, o que será que aconteceu nestas?

Da série "Mirei o meu pé e consegui acertar"

Da Folha

Artifício infla desconto de pedágio em estradas federais

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O Inspetor Clouseau da Folha

A fonte que me passou a informação sobre o endereço comparou a matéria com a Operação Portugal. Julguei estar se referindo a uma operação de criação de factóides, daí o título. Posteriormente, entendi que era referência a Portugal mesmo.

Minhas desculpas aos membros portugueses da Comunidade e do Portal. Demorei para trocar o título por conta do link estar bem espalhado pela Internet. Meio tarde, ai vai a correção.

Na reunião da ANJ (Associação Nacional dos Jornais), José Serra denunciou os tais "blogs sujos" que recebem dinheiro do governo.

Aí a Folha saiu à procura de material para seguir a pauta. Procurou, procurou e, após um trabalho minucioso, achou a Lanza Comunicação, do Luiz Lanzetta, que faz o boletim "Brasilia Confidencial".

Consegui, em primeira mão, a maneira como a Folha obteve esse furo.

O diretor de sucursal recebeu a pauta de São Paulo. Chamou o repórter Silvio Navarro e entregou-lhe a pauta. Naquele momento, estavam acertando os ponteiros na sede da sucursal do jornal, no oitavo andar do Edifício Centro Empresarial Norte, de Brasília.

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Biruta de Serra desorienta a Folha

Por Gustavo Belic Cherubina

Alguém leu o editorial da fsp de hoje?

Da Folha

São Paulo, sábado, 21 de agosto de 2010

Avesso do avesso

Tentativa do tucano José Serra de se associar a Lula na propaganda eleitoral é mais um sinal da profunda crise vivida pela oposição

Pode até ser que a candidatura José Serra à Presidência experimente alguma oscilação estatística até o dia 3 de outubro. E fatores imprevisíveis, como se sabe, são capazes de alterar o rumo de toda eleição. Não há como negar, portanto, chances teóricas de sobrevida à postulação tucana.

Do ponto de vista político, todavia, a campanha de Serra parece ter recebido seu atestado de óbito com a divulgação da pesquisa Datafolha que mostra uma diferença acachapante a favor da petista Dilma Rousseff. Leia mais »

Mainardi e a Folha

Por Alessandro

Como diria o Bezerra da Silva, que alguns amigos têm lembrado aqui oportunamente, "malandragem: dá um tempo!".

Justamente no dia em que o Serra vai ao encontro da Associação dos Jornais de Oposição, digo, ANJ, e fala mal da blogosfera, vem a Folha com esta para levantar a bola do Mainardi (detalhe: a matéria é da Ilustrada... hummmm). Parece aqueles anúncios publicitários que imitam matérias jornalísiticas...

Esse negócio de medalhas no peito me faz lembrar do canadense Ben Johnson...

Da Folha.com

Desafetos acusam Diogo Mainardi de escapar de processos no Brasil

RICARDO BALTHAZAR

DE SÃO PAULO

Diogo Mainardi, o polêmico colunista que nos últimos anos fez barulho provocando os petistas e criando desafetos no meio jornalístico, acaba de abrir um novo capítulo na sua trajetória profissional.

Há três semanas, Mainardi anunciou aos leitores de sua coluna na revista "Veja" que resolvera ir embora do Brasil para viver com a família em Veneza, na Itália. Comparou sua situação à dos retirantes de "Vidas Secas" e disse que tinha "medo de ser preso".

Na falta de mais explicações, seus inimigos decidiram arranjar uma. Segundo eles, Mainardi foi embora para fugir do acerto de contas com a Justiça brasileira, onde enfrenta vários processos por calúnia, injúria e difamação.

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Assessor do PSDB fez pergunta a Serra em debate

Por Luiz Antônio

Armação da Folha/Uol: assessor do PSDB é um dos "internautas" a fazer a pergunta para o Serra. Logo um cara que faz parte do toma-lá-da-cá.

Do Blog Os Amigos do Presidente Lula

Armação no debate Folha/UOL: Assessor do PSDB é escolhido para fazer pergunta 'de internauta' a Serra

Durante o debate Folha/UOL, duas perguntas "de internautas" dirigidas para Serra – uma sobre o loteamento de cargos, outra sobre impostos – chamaram atenção, por parecer combinada, sob encomenda para o demo-tucano.

"Foram vocês que mandaram as perguntas, né?", ironizaram os assessores de Dilma e Marina, para os de Serra.

Pois a ironia se confirmou. Leia mais »

O presidente e a cachaça

Simplesmente não acredito. Passaram-se 8 anos e o preconceito com o "operário bebedor de cachaça que virou presidente" ainda é usado por colunistas que são de uma destreza em despejar preconceito que ficam no limiar da lei.
Josias de Souza devia sair às ruas (pode chamar o Gilmar Dantas) para ver que a cachaça, símbolo de pobreza e miséria em tempos passados (aqueles que o Serra não quer que se veja no retrovisor), se tornou uma bebida muito apreciada mundialmente. Lembro bem que era difícil ver garrafas de cachaça em gôndolas de supermercados e lojas de bebidas pois conspirava contra o estabelecimento. Hoje temos exemplares rivalizando lado a lado com vinhos, whiskies e champagnes de todo o mundo.
Parou no tempo? Tem medo das ruas? Tem medo de povo? Favela só virtual?
Respeito é o que faltou para com o nosso presidente neste 8 anos e mesmo com tudo que Lula agregou de bom inclusive a este colunista, Josias de Souza, ele se vê no direito de ainda tripudiar nossos presidente e vice no seu prazer em beber cachaça.
Segue o falta de respeito.

Findo o mandato, Lula vai ‘chispar’ e ‘beber cachaça’
Blog do Josias Leia mais »

O fator Marina Silva

Coluna Econômica

No futuro, o debate dos presidenciáveis, ontem na UOL, será considerado o marco inicial do lançamento de Marina Silva como futura líder da nova oposição que emergirá após as eleições.

Até então, tinha-se a Marina símbolo, com sua vida extraordinária, a aproximação com Chico Mendes, o simbolismo de quem começou do nada, um personagem da floresta que venceu com denodo, sem perder a ternura.

Mesmo assim, tinha um discurso previsível que não conseguia ir muito além do preservacionismo na sua forma mais simples.

***

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O funcionamento do Minha Casa, Minha Vida

Por Paulo Siqueira

Nassif,

Eu trabalho com isso, licenciamento e viabilidade de moradias do programa Minha Casa Minha Vida.

Apenas nos últimos 3 meses, estamos licenciando a construção de 400 casa no interior de São Paulo e Sul de Minas.

O prazo para entrega é de 18 meses.

O que foi contratado demora para construir. As obras de terraplenagem, construção de infra-estrutura de distribuição de água e coleta de esgoto, ligações elétricas, contrução das guias e sarjetas, sistema de coleta de águas pluviais não são imediatas.

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Negócios e jornalismo da Folha

A Plural até pode ter razão na sua pendência com o INEP, quando diz que a segurança das provas era de responsabilidade da empresa incumbida de aplicar o ENEM.

Mas a sucessão de matérias da Folha contra o MEC mostra que Otávio Filho esqueceu completamente as lições de Otávio, pai, e passou a misturar ostensivamente negócios ou quizílias pessoais com assassinatos de reputação.

Lembra a ameaça de Roberto Civita ao então Ministro da Educação Tarso Genro, quando este decidiu democratizar o acesso das pequenas editoras às compras de livros didáticos pelo MEC. Ou os ataques da Veja ao COC, quando a Abril decidiu entrar na área de cursos apostilados.

Há duas ou três semanas, a ombudsman alertou para outro episódio complicado. O jornal fez uma matéria sobre a tal "escola especial" do Objetivo. O curso aproveitou, pegou autorização da redação e programou duas semanas de páginas de publicidade - inclusive extirpando os poucos pedaços de texto que faziam o contraponto. Leia mais »

Imagens: 
Negócios e jornalismo da Folha

Neopopulismo midiático

Da Folha

JOSÉ SARNEY 

O neopopulismo

Em 1988, eu era presidente da República e Michel Rocard, primeiro-ministro de Mitterrand. Dele recebi com generosa dedicatória um livro, "Le Cur à l'Ouvrage", que podemos traduzir como "amor a uma causa". Tratava justamente de um tema que já àquele tempo aflorava: a morte da democracia representativa, com o enfraquecimento das instituições intermediárias entre o povo e a constituição do governo democrático.
Sustentava ele que a tecnologia transformara a mídia em espaço público e passara a exercer o poder que tinha sido do Parlamento. A mídia, pouco a pouco, ocupara o lugar dos partidos políticos, definidos como grupos de pressão que não desejam influenciar o governo, e sim exercê-lo.

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Folha: da série "quando Zé Simão foi destronado"

Não há mais limites para a perda de qualidade do jornal. É incapaz de trabalhar minimamente qualquer tema técnico. A sucursal de Brasília foi esvaziada de jornalistas mais experientes, mandaram uma moçada em início de carreira, sem nenhuma orientação maior. Há oito jornalistas inexperientes trabalhando diariamente para levantar escândalos sem nenhum efeito, denúncias sem nenhuma qualificação.

Por falta de quadros, chegam a colocar uma repórter especialista em polícia (!!!!) para levantar dados econômicos. O resultado é essa mixórdia.

Olha como se monta um factóide nível 1: aquele no qual o leitor constata a besteira pela mera leitura dos dados apresentados.

1. O jornal pega o número de unidades contratadas para a faixa de 0 a 3 salários mínimos. Constata que os contratos assinados contemplam 240.569 unidades. Mas que foram efetivamente entregues 1,2%. Leia mais »

Lições de Cláudio Abramo

Por Zé da Silva Brasileiro

Se o negócio é citar Cláudio Abramo, vamos às citações:

Cláudio Abramo em "A Regra do Jogo" - Editora Schwarcz - pag. 118:

"Um equívoco que a esquerda geralmente comete é o de que, no Brasil, o Estado desempenha o papel de controlador maior das informações. Mas não é só o Estado, é uma conjunção de fatores. O Estado não é capaz de exercer o controle, e sim a classe dominante, os donos. O Estado influi pouco porque é fraco. Até no caso da censura, ela é dos donos e não do Estado.

Não é o governo que manda censurar um artigo, e sim o próprio dono do jornal. Como havia censura prévia durante o regime militar, para muitos jornalistas ingênuos ficou a impressão de que eles e o patrão tinham o mesmo interesse em combater a censura. Leia mais »

O jogo da Folha contra o MEC

Por Marco St.

E a Folha agora assumiu de vez! Decretou guerra contra o governo e especialmente o MEC, em sua briga por causa das impressões das provas do ENEM. Agora "denúnciam" um livro de contos, voltado à adolescentes da escritora Monique Revillion. Tudo porque há um conto que narra estupros e sequestros (essas coisas que vemos todos os dias á tarde na TV)!!!! Do jeito que a coisa vai ainda vão querer queimar livros em praça pública!! Só faltou dizer que o livro tem prefácio de um "tal" Luís Fernando Veríssimo, outro que segundo a Folha, não deve saber o que está fazendo... 

Da Folha.com

MEC envia a escolas públicas livro que narra estupro Leia mais »

Judith Brito e a autoregulamentação

Por josé adailton

JUDITH BRITO é presidente da ANJ (Associação Nacional de Jornais) e diretora-superintendente da Empresa Folha da Manhã S.A., que edita a Folha.

"...É preciso deixar bem claro que qualquer iniciativa de interferência de instâncias governamentais no exercício do jornalismo estará sempre fadada à inconstitucionalidade. Nossa Constituição é categórica no sentido de que a liberdade de expressão não pode sofrer nenhum tipo de restrição..."

Da Folha

Autorregulamentação no jornalismo

JUDITH BRITO 

Democracias de verdade dispensam leis de imprensa. Valem para as empresas jornalísticas e os jornalistas as mesmas leis de danos morais que valem para a sociedade em geral.
Disse muito bem um grande jornalista brasileiro, Cláudio Abramo, num texto hoje já clássico, que "não existe uma ética específica do jornalista: sua ética é a mesma do cidadão". Lembrou Abramo: "O que o jornalista não deve fazer que o cidadão comum não deva fazer?

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