A defesa nacional e a nova geopolítica mundial

Por Luiz de Queiroz

A indústria brasileira de defesa passa por uma profunda reformulação. Depois de um período de investimentos nas décadas de 60, 70 e 80, quando o Brasil procurou desenvolver sua própria tecnologia militar, a base industrial de defesa foi esvaziada nos anos 90 e 2000. O fim da Guerra Fria acabou com a dinâmica produtiva e derrubou as exportações ao ponto de desmanchar a cadeia de valor.

Agora, com maior protagonismo internacional, o País ensaia uma retomada. As Forças Armadas, notadamente a Marinha e a Aeronáutica, têm projetos em andamento para absorver tecnologia estrangeira. Note-se o desenvolvimento do submarino de propulsão nuclear do Prosub e do caça supersônico Gripen NG.

A visão estratégica desses investimentos foi tema de discussão no 59º Fórum de Debates Brasilianas.org. Leia mais »

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O submarino brasileiro e a retomada da indústria de defesa

Por Luiz de Queiroz

Nos últimos anos, a indústria brasileira de defesa tem ganhado maior atenção do governo federal, que sem interferir politicamente nos assuntos de segurança nacional está incentivando projetos inovadores.

Um exemplo disso é o acordo com a sueca Saab para desenvolver no Brasil o caça de quarta geração Gripen NG.

Leia também: A tecnologia de defesa e o caso Gripen

Outro exemplo é a parceria com o governo da França no desenvolvimento de quatro submarinos convencionais e um de propulsão nuclear, assunto que foi tema de debate no 59º Fórum de Debates Brasilianas.org. Leia mais »

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A tecnologia de defesa e o caso Gripen

Por Luis Nassif

Em toda nação industrializada, os dois maiores investimentos em inovação ocorrem nas áreas de saúde e de defesa. Por razões estratégicas, a área de defesa prioriza o controle tecnológico nacional. E essas duas visões marcaram a escolha do sueco Gripen como o avião de combate a ser desenvolvido no país.

A análise da Aeronáutica foi central para a escolha do avião – superando a maior tradição dos FX dos Estados Unidos e da francesa Dassault. E o ponto central para a escolha foi a ampla transferência de tecnologia prevista no acordo.

***

Ontem, no 59o Fórum de Debates Brasiliana, o Brigadeiro Paulo Roberto de Barros Chã, Presidente da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC) apresentou um amplo quadro dos acordos de transferência de tecnologia com a Saab-Scania, fabricante do Gripen.

Para toda compra pública no exterior acima de US$ 5 milhões, a Constituição exige acordos offset, ou seja a contrapartida a ser oferecida pelo vendedor.

Nas primeiras discussões sobre o FX (a compra de aviões pela FAB) chegava-se a falar em contrapartidas que nada tinham a ver com o objeto do contrato. Leia mais »

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A importância do Gripen para o desenvolvimento tecnológico

As negociações do Brasil com a Suécia estão avançando e a expectativa das autoridades dos dois países é que até o início de dezembro seja assinado o contrato de desenvolvimento conjunto do jato Gripen New Generation. O projeto marca uma nova fase para a indústria nacional de defesa, que busca absorver a tecnologia estrangeira e conquistar mais autonomia.

Três modelos de avião participaram da concorrência do projeto FX-2, que busca modernizar a frota de aeronaves militares supersônicas da Força Aérea Brasileira (FAB): o americano Boeing Super Hornet, o francês Dassault Rafale e o sueco SAAB Gripen NG. Os três foram aprovados nos testes realizados pelos pilotos brasileiros, que simularam as necessidades operacionais da FAB. O Gripen foi escolhido, entre outros motivos, pela possibilidade de desenvolvimento conjunto. Leia mais »

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“Todo o comércio de armas entre países é política per si”

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A importância do Gripen para o desenvolvimento tecnológico

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As negociações do Brasil com a Suécia estão avançando e a expectativa das autoridades dos dois países é que até o início de dezembro seja assinado o contrato de desenvolvimento conjunto do jato Gripen New Generation. O projeto marca uma nova fase para a indústria nacional de defesa, que busca absorver a tecnologia estrangeira e conquistar mais autonomia.

Três modelos de avião participaram da concorrência do projeto FX-2, que busca modernizar a frota de aeronaves militares supersônicas da Força Aérea Brasileira (FAB): o americano Boeing Super Hornet, o francês Dassault Rafale e o sueco SAAB Gripen NG. Os três foram aprovados nos testes realizados pelos pilotos brasileiros, que simularam as necessidades operacionais da FAB. O Gripen foi escolhido, entre outros motivos, pela possibilidade de desenvolvimento conjunto. Leia mais »

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A evolução da política de defesa, na visão do setor produtivo

Por Lilian Milena

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Fórum discute a indústria da defesa no Brasil

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Evento em São Paulo avaliará a importância política nacional de defesa e sua relação com o setor produtivo

Na próxima quinta-feira, 11 de setembro, a Agência Dinheiro Vivo reunirá empresários, representantes das forças militares e acadêmicos no 50º Fórum de Debates Brasilianas.org – A indústria da defesa e o caso Gripen.

O Brasil nunca investiu tanto no setor militar como tem feito na atualidade. Segundo dados do Panorama sobre a indústria da defesa e segurança no Brasil, divulgado em 2013 pelo BNDES, de 2003 até 2012 as despesas com investimentos neste nicho aumentaram 568% em território nacional, passando de R$ 1,5 bilhão para R$ 10,1 bilhões.

O poder público justifica a preocupação com a área tendo em vista as condições atuais do Brasil: a sexta maior economia do mundo, com quase 17 mil km de fronteiras entre dez países na América do Sul, uma linha costeira contínua de 8 mil km de extensão, uma das maiores do mundo, além de possuir grandes quantidades de riquezas minerais e biológicas. Leia mais »

Tecnologia: memorando de entendimento com a Marinha do Brasil

Blog da Petrobras

O diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, e o comandante da Marinha do Brasil, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto, assinaram, na sede da Companhia, no Rio de Janeiro,memorando de entendimento que prevê o desenvolvimento de tecnologias aplicadas ao ambiente marítimo. Com o acordo, espera-se maior estreitamento nas relações entre a Petrobras e a Marinha do Brasil, além de maior agilidade nos projetos desenvolvidos pelas duas instituições.

O diretor Guilherme Estrella lembrou que a parceria entre a Petrobras e a Marinha do Brasil começou com as atividades de exploração e produção no litoral brasileiro, nos anos 1980. Destacou, ainda, a importância do estreitamento dessa relação no momento em que o Brasil, especialmente a Companhia e a Marinha do Brasil, enfrentam os desafios no pré-sal. Leia mais »

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