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As implicações geopolíticas da operação Lava Jato

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Nesta segunda (09), a partir das 23h00, na TV Brasil, o programa Brasilianas.org discutirá as implicações geopolíticas da operação Lava Jato, deflagrada em março de 2014 pela força tarefa organizada por procuradores do Ministério Público Federal e policiais federais, sob o comando da Justiça Federal do Paraná. Leia mais »

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Petrobras em crise e cadeia de fornecedores ameaçada

Sérgio Bacci: Não dá para meia dúzia de malfeitores fazerem o que fizeram e toda a indústria nacional ser levada junto

Por Luiz de Queiroz

A Operação Lava Jato está impactando diretamente a indústria naval brasileira. Ao colocar a Petrobras no centro da investigação toda a cadeia de fornecedores foi atingida. O assunto foi tema de debate no 57º Fórum de Debates Brasilianas.org.

Para o vice-presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), Sérgio Bacci, o governo brasileiro, o Congresso Nacional e a sociedade precisam buscar acordos de leniência para proteger a indústria. “Não dá para meia dúzia de malfeitores fazerem o que fizeram e toda a indústria nacional ser levada junto”, disse. Leia mais »

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Operação da Petrobras vai bem, mas cadeia se beneficia pouco

Operação da Petrobras vai bem, mas cadeia se beneficia pouco

Por Luiz de Queiroz

A descoberta de petróleo no pré-sal trouxe grandes expectativas para o desenvolvimento de uma indústria naval que até o começo dos anos 2000 amargava um inexplicável abandono.

Da mesma forma, havia uma grande esperança de que as demandas do pré-sal e as políticas de conteúdo local fortalecessem toda uma cadeia de fornecedores que estão abaixo da Petrobras e dos estaleiros da indústria naval. No entanto, alguns problemas conceituais ainda atrapalham esse desenvolvimento.

O assunto foi tema de discussão no 57º Fórum de Debates Brasilianas.org.

O potencial, indiscutivelmente, é imenso. A província do pré-sal tem 1.523 km². Uma área 100 vezes maior do que a cidade de São Paulo. E o desempenho operacional não desaponta. Em fevereiro deste ano, o pré-sal já tinha 136 poços perfurados, 79 de produção e 57 de exploração. Nesse período, a produção bateu recorde e chegou a 737 mil barris de petróleo por dia. Leia mais »

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O pré-sal e seu impacto sobre o crescimento do país

Para entender o balanço da Petrobras

Seminário permitiu elucidar um dos nós dos problemas da Petrobras com as agências de rating; por Luis Nassif

O 57º Fórum de Debates Brasilianas, sobre as perspectivas do pré-sal, permitiram elucidar um dos nós dos problemas da Petrobras com as agências de rating.

Há dois modelos de exploração de petróleo: a concessão e a partilha.

Na concessão, faz-se o leilão pelo maior lance. Quem vence dá um lance pelas reservas e, depois, paga royalties sobre a produção. Como “comprou” a concessão, a reserva medida entra como ativo da empresa. Na partilha, em geral, paga-se em petróleo pela exploração do campo. Mas a reserva não é considerada ativo. Ou seja, entra no fluxo de resultados da companhia, na medida em que seja retirado, mas não como ativo.

Trata-se de uma mera questão contábil.

***

Imagine duas empresas do mesmo tamanho, aplicando a mesma quantidade de recursos na exploração de dois campos, um pelo regime de partilha, outro pelo regime de concessão. Leia mais »

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As demandas do setor de petróleo e gás reviveram a indústria naval

A relação íntima entre o desenvolvimento da indústria naval e a demanda crescente do setor de petróleo e gás foi um dos temas do 48º Fórum Brasilianas.org, realizado na última quinta-feira, 14 de agosto, em São Paulo. Na ocasião, diversos profissionais do setor se reuniram para debater as ações bem sucedidas e apontar as mudanças de rumo necessárias para que a indústria continue a crescer no País.

Nos últimos anos, a revitalização da indústria naval brasileira foi um dos projetos mais bem sucedidos do Governo Federal. Com a descoberta de petróleo no pré-sal e de novos poços na Bacia de Campos, o setor passou a desempenhar um papel de destaque na economia nacional.

Para atender as demandas da Petrobras, a indústria deu um salto. No ano 2000, empregava pouco mais de mil profissionais. Em 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva entendeu a importância que seus atores teriam no desenvolvimento do país e começou a estruturar uma política de revitalização. Ainda naquele ano, o setor começou a dar mostras de recuperação e chegou a quase 7,5 mil empregos diretos. Hoje já são 82 mil, com estimativa de chegar a 101 mil até 2017. Leia mais »

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Regime de partilha precisa ser amadurecido

Por Felipe Alves

O Regime de Partilha, modelo de exploração do pré-sal brasileiro é uma novidade no setor de petróleo e gás. Logo, sua eficiência será provada agora, com a produção da primeira área leiloada sob essa modalidade no campo de Libra, na Bacia de Santos. A questão foi tema do fórum de debates “Balanço do Pré-Sal” promovido pelo Brasilianas.org, em São Paulo, dia 23 de maio.

O secretário-executivo de Exploração e Produção do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), Antônio Guimarães, convidado para o evento, explicou que existe uma diferença entre o modelo de partilha brasileiro e dos demais países, que é a exigência de um operador único. Esta determinação é necessária para definir todas as responsabilidades de uma área que vai demandar investimentos, mão de obra e uma serie de desenvolvimentos tecnológicos para um operador apenas. Leia mais »

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Brasil pratica voos de galinha nos setores de tecnologia da informação

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Especialistas avaliam o fraco desempenho do setor brasileiro de tecnologia da informação e comunicação

Os serviços e produtos do setor de tecnologia da informação (TI) respondem apenas por 1% da pauta de exportação brasileira. Um contrassenso levando-se em conta que o Brasil é o 7º mercado consumidor mundial de TI e o 4º quando se inclui produtos e serviços de comunicação.

Uma avaliação mais recente da Associação Brasileira das Empresas de Softwares (Sales) feita juntamente com o IDC (International Data Corporation), mostra que os setores de TI faturaram em 2012 cerca de 60 bilhões de dólares no mercado brasileiro. Esse número passa para 123 bilhões de dólares considerando os serviços de comunicação e do mercado financeiro na área de informática. Leia mais »

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Por que incentivar softwares livres no Brasil

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Professor do IME-USP aponta impactos positivos dos softwares livres sobre a economia   

A indústria de aplicativos movimenta por ano 20 bilhões de dólares no mundo. É um setor que cresce exponencialmente e que não existia antes de 2008. A título de comparação, o mercado de cinema nos Estados Unidos movimenta 24 bilhões de dólares ao ano.

Em todo esse ambiente como o Brasil se enquadra em termos de produtor e consumidor de aplicativos, softwares e hardwares? Os números não são muito animadores. Um levantamento encomendado pelo Banco Mundial revelou que o país ocupa a quarta posição no ranking dos maiores mercados consumidores de tecnologia da informação e comunicação (TIC) no mundo. Em contrapartida o Brasil é responsável por apenas 5% da produção de negócios do setor de TICs. Leia mais »

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Brasil carece de planejamento na política de banda larga

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Pesquisador analisa a importância das TICs para o desenvolvimento socioeconômico 

Estudos recentes revelam que existe uma forte correlação entre o nível de renda per capita e o uso de tecnologias da informação (TICs). Um deles encomendado pelo Banco Mundial e publicado em 2012 analisou 107 países e concluiu que nações ricas com melhor distribuição de renda utilizam duas vezes mais internet, softwares e hardwares do que nações em desenvolvimento. 

“Esse índice não propõe uma relação de casualidade [entre PIB e uso de TICs], mas demonstra que os TICs são um dos motores possíveis que podem alavancar a renda já que as TICs possibilitam transbordamentos para outras áreas importantes ao desenvolvimento humano, como no campo educacional”, ponderou José Maria de Oliveira, um dos responsáveis pelo Panorama da Economia Criativa no Brasil do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). 
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Média de salários nos setores criativos é 6% maior no Brasil

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Os setores da chamada indústria criativa pagam salários médios 6% maiores do que pagam outros setores no mercado de trabalho brasileiro, segundo levantamentos recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Pesquisa (IBGE). 

O termo indústria criativa nasceu nos anos 1990, na Austrália, em seguida fortalecido no Reino Unidos no final da mesma década. Diz respeito a empreendimentos que dependem da criatividade e de trabalhos individuais, como design, moda, cinema, softwares, artesanato e entretenimento no geral. Segundo levantamento da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), apenas 2,5% do Produto Interno Bruto brasileiro é composto por recursos advindos das áreas criativas. Para o secretário nacional de economia criativa do Ministério da Cultura, Marcos André Carvalho, o dado é preocupante e mostra o quanto o país está atrasado em perceber o valor desses setores para o desenvolvimento socioeconômico na contemporaneidade. Para se ter ideia, em 2008, a indústria criativa movimentou no mundo 500 bilhões de dólares em produtos e serviços. 
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Redes sociais invertem a lógica de poder dos grandes meios

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Marco Civil da Internet deve ser pensado como forma de garantir o equilíbrio no mercado de produção de conteúdo

Com o avanço da internet e das redes sociais, os grupos tradicionais de produção de conteúdo jornalístico estão perdendo gradativamente o poder sobre a notícia e a formação de opinião. O fenômeno não é novo e remonta o que ocorreu no início da consolidação dos setores cinematográficos e de telefonia. A análise é do jornalista Luís Nassif, realizada durante a abertura do Fórum Brasilianas.org - A indústria criativa brasileira, em outubro no Rio de Janeiro.
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Brasil dá voos de galinha nos setores de tecnologia da informação

Especialistas avaliam o fraco desempenho do setor brasileiro de tecnologia da informação e comunicação

Os serviços e produtos do setor de tecnologia da informação (TI) respondem apenas por 1% da pauta de exportação brasileira. Um contrassenso levando-se em conta que o Brasil é o 7º mercado consumidor mundial de TI e o 4º quando se inclui produtos e serviços de comunicação.

Uma avaliação mais recente da Associação Brasileira das Empresas de Softwares (Sales) feita juntamente com o IDC, mostra que os setores de TI faturaram em 2012 cerca de 60 bilhões de dólares no mercado brasileiro. Esse número passa para 123 bilhões de dólares considerando os serviços de comunicação e do mercado financeiro na área de informática. Leia mais »

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Porque incentivar softwares livres no Brasil

Professor do IME-USP aponta impactos positivos dos softwares livres sobre a economia   

A indústria de aplicativos movimenta por ano 20 bilhões de dólares no mundo. É um setor que cresce exponencialmente e que não existia antes de 2008. A título de comparação, o mercado de cinema nos Estados Unidos movimenta 24 bilhões de dólares ao ano.

Em todo esse ambiente como o Brasil se enquadra em termos de produtor e consumidor de aplicativos, softwares e hardwares? Os números não são muito animadores. Um levantamento encomendado pelo Banco Mundial revelou que o país ocupa a quarta posição no ranking dos maiores mercados consumidores de tecnologia da informação e comunicação (TIC) no mundo. Em contrapartida o Brasil é responsável por apenas 5% da produção de negócios do setor de TICs. Leia mais »

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