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Brasilianas discute papel da indústria da defesa na economia

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Setor é considerado um dos principais geradores de tecnologia para um país

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Crédito e financiamentos para o agronegócio

Alta do dólar é positiva, mas gera custos no plantio que aumentam necessidade de linhas de crédito

Por Luiz de Queiroz

O câmbio atual é positivo para o agronegócio. Com o dólar em alta, o produtor ganha mais na exportação. O problema é que alguns insumos essenciais, como fertilizantes e defensivos agrícolas, também são cotados em dólar. Isso gera um momento de custo, que aumenta a necessidade de capital de giro e acesso a linhas de crédito para viabilizar economicamente a safra.

O assunto foi tema de discussão no 63º Fórum de Debates Brasilianas.org.

De acordo com José Carlos O’Farrill, diretor da Agropecuária Pessina e sócio da MB Agro Consultoria, a desvalorização do Real garante a retomada da rentabilidade para os agricultores. “Mas antes de ter essa safra, eles têm que plantar. Nós estimamos um aumento de custos de 15%, que cria uma necessidade maior de capital, em um momento que há maior restrição para financiamentos”, disse. Leia mais »

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Investimentos em inovação: erros e aprendizados

Por Luiz de Queiroz

Principais problemas das políticas públicas foram falta de continuidade e ausência de ferramentas de avaliação

Nos últimos anos, o Governo Federal vem empreendendo esforços para investir em inovação. Começou em 2001 com o programa Inovar. Depois vieram Juros Zero (2004), RHAE Inovação (2004), Subvenção Econômica (2006), Prime (2009) e PAPPE Integração (2010).

Apesar da boa intenção, os principais problemas dessas políticas foram a falta de continuidade e a ausência de ferramentas de avaliação. Essas questões estão sendo corrigidas pelo programa mais recente do governo para o setor, o Startup Brasil, de 2013.

O assunto foi tema de debata no 61º Fórum Brasilianas.org.

De acordo com Eiran Simis, gestor da área de empreendedorismo do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR), o Inovar disponibilizou um total de R$ 600 milhões por meio de 31 fundos. Os valores não eram reembolsáveis, mas eram entregues em troca de participação acionária. Leia mais »

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Brasil está mais preparado para dar apoio à inovação

Por Luiz de Queiroz

Startup Brasil corrige erros de programas anteriores ao mensurar atentamente os resultados e criar ambiente de negócios

Para incentivar a inovação e apoiar empresas de base tecnológica, o Ministério de Ciência, Tecnologia, e Inovação (MCTI) criou o Startup Brasil.

Não é o primeiro programa deste tipo do governo federal, mas com a experiência dos anteriores, vem sendo o mais bem sucedido. É o que afirmou José Henrique Dieguez Barreiro, coordenador geral de Serviços e Programas de Computadores, da Secretaria de Política de Informática do MCTI.

Ele esteve presente no 61º Fórum de Debates Brasilianas.org. Leia mais »

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As políticas de apoio às startups

Por Luis Nassif

Programa Startup Brasil foi a melhor política de incentivo às startups até agora criado pelo governo

Montado pelo Secretário de Política de Informática do MCTI (Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação) Virgílio Almeida, o programa Startup Brasil foi a melhor política de incentivo às startups (empresas iniciantes de conteúdo tecnológico) até agora criado pelo governo federal.

Essa foi a conclusão unânime dos painelistas do 61o Fórum Brasilianas, sobre as indústrias criativas.

Antes dele, houve vários programas, como o Inovar, de 2001, o Programa Juros Zero, de 2004, o RHAE Inovação, de 2004, a Subvenção Econômica, de 2006, o Prime, de 2009, o PAPPE Integração de 2010.

Cada um deles significou um aprendizado, mas quase todos pecaram por dois erros: a falta de continuidade e a ausência de sistemas de avaliação. Leia mais »

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Brasilianas discute os futuros setores produtores de inovação

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Quais são os setores do futuro, que podem dirigir o Brasil para uma condição de desenvolvimento sustentável?

Especialistas e representantes do setor produtivo concordam que hoje o país dispõe de todos os instrumentos possíveis de apoio à inovação. Mas, para que o círculo virtuoso da ciência contribua com o desenvolvimento da sociedade, é preciso criar um ambiente de estabilidade para dar horizonte às empresas. Como superar esse desafio? Para tentar responder essa e outras perguntas voltadas ao tema, o apresentador Luis Nassif recebe hoje (27), a partir das 20h00, na TV Brasil, o diretor de Planejamento e Gestão da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII), José Luís Gordon, o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) Luis Manuel Fernandes, e o coordenador-adjunto de pesquisa para Inovação FAPESP, Fábio Kon. Leia mais »

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A defesa nacional e a nova geopolítica mundial

Por Luiz de Queiroz

A indústria brasileira de defesa passa por uma profunda reformulação. Depois de um período de investimentos nas décadas de 60, 70 e 80, quando o Brasil procurou desenvolver sua própria tecnologia militar, a base industrial de defesa foi esvaziada nos anos 90 e 2000. O fim da Guerra Fria acabou com a dinâmica produtiva e derrubou as exportações ao ponto de desmanchar a cadeia de valor.

Agora, com maior protagonismo internacional, o País ensaia uma retomada. As Forças Armadas, notadamente a Marinha e a Aeronáutica, têm projetos em andamento para absorver tecnologia estrangeira. Note-se o desenvolvimento do submarino de propulsão nuclear do Prosub e do caça supersônico Gripen NG.

A visão estratégica desses investimentos foi tema de discussão no 59º Fórum de Debates Brasilianas.org. Leia mais »

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O submarino brasileiro e a retomada da indústria de defesa

Por Luiz de Queiroz

Nos últimos anos, a indústria brasileira de defesa tem ganhado maior atenção do governo federal, que sem interferir politicamente nos assuntos de segurança nacional está incentivando projetos inovadores.

Um exemplo disso é o acordo com a sueca Saab para desenvolver no Brasil o caça de quarta geração Gripen NG.

Leia também: A tecnologia de defesa e o caso Gripen

Outro exemplo é a parceria com o governo da França no desenvolvimento de quatro submarinos convencionais e um de propulsão nuclear, assunto que foi tema de debate no 59º Fórum de Debates Brasilianas.org. Leia mais »

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A tecnologia de defesa e o caso Gripen

Por Luis Nassif

Em toda nação industrializada, os dois maiores investimentos em inovação ocorrem nas áreas de saúde e de defesa. Por razões estratégicas, a área de defesa prioriza o controle tecnológico nacional. E essas duas visões marcaram a escolha do sueco Gripen como o avião de combate a ser desenvolvido no país.

A análise da Aeronáutica foi central para a escolha do avião – superando a maior tradição dos FX dos Estados Unidos e da francesa Dassault. E o ponto central para a escolha foi a ampla transferência de tecnologia prevista no acordo.

***

Ontem, no 59o Fórum de Debates Brasiliana, o Brigadeiro Paulo Roberto de Barros Chã, Presidente da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC) apresentou um amplo quadro dos acordos de transferência de tecnologia com a Saab-Scania, fabricante do Gripen.

Para toda compra pública no exterior acima de US$ 5 milhões, a Constituição exige acordos offset, ou seja a contrapartida a ser oferecida pelo vendedor.

Nas primeiras discussões sobre o FX (a compra de aviões pela FAB) chegava-se a falar em contrapartidas que nada tinham a ver com o objeto do contrato. Leia mais »

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Fórum discutirá os desafios da segurança pública nas grandes cidades

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Os desafios de segurança nas grandes cidades brasileiras estão ligados a proposta de um novo conceito de segurança pública, onde o centro é o cidadão e não mais o patrimônio. Para discutir a complexidade desse tema e as saídas possíveis para que o país reduza seus índices de homicídios e melhore o sentimento de segurança nos ambientes urbanos, a Agência Dinheiro Vivo realizará, dia 23 de abril, o 58º Fórum Brasilianas.org com a participação de especialistas sobre tecnologia, geração e aproveitamento de dados sobre segurança pública, mapeamento de crimes e do papel das forças policiais. Não perca!

Consulte a programação abaixo e inscreva-se, ligando para 0800 169966 (ramal 23 e 24) ou mandando um e-mail para [email protected]

Programação

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Parcerias preveem economia de R$ 6,5 bi no orçamento da Saúde

Por Lilian Milena

As parcerias de desenvolvimento produtivo (PDP) compõe um dos eixos da política de incentivo da indústria da saúde, coordenadas pelo Ministério da Saúde. Até 2013, a pasta já havia formalizado 104 PDPs, envolvendo 16 dos 19 laboratórios oficiais, e 34 unidades da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). É através dessas parcerias que o Estado brasileiro induz a produção de medicamentos e produtos mais baratos para atender a demanda do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo o assessor técnico da vice-presidência de inovação e saúde da Fiocruz, Jorge Costa, que palestrou no 53º Fórum Brasilianas.org – A indústria da saúde, realizado em São Paulo, a previsão é de que as PDPs resultem em uma economia de 6,5 bilhões de reais nos próximos cinco anos, a partir da substituição ou oferta de medicamentos já existentes no mercado. Leia mais »

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Parcerias preveem economia de R$ 6,5 bi no orçamento da Saúde

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As parcerias de desenvolvimento produtivo (PDP) compõe um dos eixos da política de incentivo da indústria da saúde, coordenadas pelo Ministério da Saúde. Até 2013, a pasta já havia formalizado 104 PDPs, envolvendo 16 dos 19 laboratórios oficiais, e 34 unidades da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). É através dessas parcerias que o Estado brasileiro induz a produção de medicamentos e produtos mais baratos para atender a demanda do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo o assessor técnico da vice-presidência de inovação e saúde da Fiocruz, Jorge Costa, que palestrou no 53º Fórum Brasilianas.org – A indústria da saúde, realizado em São Paulo, a previsão é de que as PDPs resultem em uma economia de 6,5 bilhões de reais nos próximos cinco anos, a partir da substituição ou oferta de medicamentos já existentes no mercado. Leia mais »

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As políticas públicas da indústria da saúde

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Com o envelhecimento médio da população, a tendência é que a demanda por saúde no Brasil exploda nos próximos anos. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2007, éramos o 10º país do mundo em consumo de medicamentos. Em 2012 já fomos o 6º. E até 2017 devemos ser o 4º.

No entanto, esse não é um setor que pode ser tratado apenas como mercado consumidor. A Constituição Federal brasileira prevê acesso universal e gratuito à saúde, o que faz do Brasil o único país do mundo que tem mais de 100 milhões de habitantes e busca garantir esse direito.

Na prática, no entanto, todos sabem, o serviço ainda está bem distante do ideal. O acesso primário à saúde em regiões distantes dos grandes centros só começa a ser garantido agora, com o programa Mais Médicos, do Governo Federal, mas ainda há uma profunda carência de atendimento nas especialidades, além do acesso a exames e cirurgias. Leia mais »

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Fórum: Centros de Pesquisa para o desenvolvimento tecnológico do Brasil

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Dia 07 de outubro, em SP, evento reunirá especialistas para falar do crescimento do país através dos institutos de pesquisa

O desenvolvimento da sociedade brasileira requer a contribuição de lideranças da comunidade cientifica na efetiva difusão de conhecimento de suas áreas de especialidade. As pesquisas apresentam oportunidades para transformar a complexidade dos desafios e soluções em conhecimentos que possam beneficiar a curto ou médio prazo a sociedade. O fórum de debates "Os centros de pesquisa no país", organizado pelo Brasilianas.org, promoverá o encontro de especialistas para abordar os avanços e as dificuldades do setor de pesquisa no país e quais investimentos são necessários para o desenvolvimento de inovações.
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A importância do Gripen para o desenvolvimento tecnológico

As negociações do Brasil com a Suécia estão avançando e a expectativa das autoridades dos dois países é que até o início de dezembro seja assinado o contrato de desenvolvimento conjunto do jato Gripen New Generation. O projeto marca uma nova fase para a indústria nacional de defesa, que busca absorver a tecnologia estrangeira e conquistar mais autonomia.

Três modelos de avião participaram da concorrência do projeto FX-2, que busca modernizar a frota de aeronaves militares supersônicas da Força Aérea Brasileira (FAB): o americano Boeing Super Hornet, o francês Dassault Rafale e o sueco SAAB Gripen NG. Os três foram aprovados nos testes realizados pelos pilotos brasileiros, que simularam as necessidades operacionais da FAB. O Gripen foi escolhido, entre outros motivos, pela possibilidade de desenvolvimento conjunto. Leia mais »

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